Dark Side. . .

O que voce faria se vive-se um dos seus maiores pesadelos?!
Indo de carona nos filmes de suspense/terror, eu resolvi ver de perto o que realmente faria se o meu maior medo afronta-se perante a minha face.

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O que apenas poderei dizer é que realmente aprendemos o nosso sentido, de onde nossas forças vem, e se existe forças na qual não conhecemos publicamente.

Fora isso não poderei te iniciar a mais nada, mas não tenha medo, voce saberá o que fazer na hora.

Não é?

Ainda para este ano

(filmes baseado em fatos reais)

_ Vozes do Alem.
_ O Massacre da Serra Elétrica.
Você tem coragem!? Entao clik aqui.

. . .da internet.

Estava pela net e me deparei com esse texte do site Bemzen - O seu Ponto de Equilibrio, e gostaria de compartilhar com voce.

Na mensagem de Siddha Yoga para 2004 e 2005, Swami Chidvilasananda diz que: 'experimentar, portanto, tem a ver com aprender - aprender ao aventurar-se em novas dimensões, ao passar por crises, ao encarar perigos reais e imaginários, ao passar por lutas e desafios que fortalecem sua mente, seu coração e sua alma de forma genuína'.

Experimentar tem a ver com aprender. Aprender tem a ver com experimentar. Fazer sádhana, percorrer o caminho espiritual, pressupõe experimentar e aprender. É impossível haver auto-conhecimento sem experiência nem aprendizado. É preciso botar a mão na massa - e no fogo. E, muitas vezes (não sempre, mas muitas vezes), vamos nos queimar. E são essas queimaduras que nos ensinarão como lidar com o fogo. Não devemos buscar nos queimar intencionalmente (por favor, tomem cuidado com o fogo!), mas, quando isso ocorrer, um aprendizado terá acontecido. Você pode até aprender à distância que o fogo nos aquece, mas jamais tomará consciência de seu (doloroso) poder transformador sem nem ao menos levar uns chamuscões.

Experimentar tem a ver com aprender. Aprender tem a ver com experimentar.
Por causa disso é impossível alguém aprender só pelos livros - pelo menos não no sentido vivencial que se utiliza no yoga. Um erudito é um erudito, um sábio é um sábio. Um leu e (talvez) o tenha entendido, enquanto o outro os vivencia. Aliás, é muito freqüente um intelectual se esconder atrás das palavras. Ele tem a pretensão de querer mexer com o fogo sem se queimar. O sábio dá a mão à palmatória. Quando estiverem ouvindo o discurso de um 'mestre', observem, sintam, se há vivência ou não em suas palavras. Se houver, haverá sabedoria; caso contrário, apenas verborragia.

Experimentar tem a ver com aprender. Aprender tem a ver com experimentar.
Fico preocupado com vocês que me lêem. Como anda a prática? Cadê a vivência? Ler textos bonitos é muito bom, mas cadê a vivência? Vocês estão ávidos de erudição ou sabedoria? Que transformações têm ocorrido em suas vidas?

Por,

Alexandre Perlingeiro

Eu achei no minimo interessante, nao que eu concorde com tudo com 90% concerteza. Eai o que achou?