Saudades de um alguem.

Saudade é uma espécie de lembrança nostálgica, lembrança carinhosa de um bem especial que está ausente acompanhado de um desejo de revê-lo ou possui-lo. Uma única palavra para designar todas as nuanças desse sentimento é quase exclusividade do vocabulário da língua portuguesa. A palavra vem do latim "solitas, solitatis" (solidão), na forma arcaica de "soedade, soidade e suidade" e sob influência de "saúde" e "saudar". No fado e na música popular, a saudade e a partida são temas constantes.

Ou seja o interessante, é que saudamos todas as pessoas, lugares ou momentos, (bons) que passamos. Ou talvez nem são todos bons, mas o que precisa ficar expecificado é que saudamos a tudo que nos passou, agradeçamos o que se foi, aprendemos e seguimos em frente.

Pode-se sentir saudade de muita coisa:

de alguém falecido.
de alguém que amamos e está longe ou ausente.
de um amigo querido.
de alguém ou
de animais de estimação que não vemos há imenso tempo.
de alguém que não conversamos há muito tempo.
de lugares.
de comida.
de situações.
de tudo que se foi.

A expressão "matar a saudade" é usada para designar o desaparecimento (mesmo temporário) desse sentimento. É possível "matar a saudade", e. g., relembrando, vendo fotos ou vídeos antigos, conversando sobre o assunto, reencontrando a pessoa que estava longe etc.

A saudade não é uma coisa ruim por assim dizer, é o nosso passado que se mostra presente quando mais precisamos dele, para nos mostrar o que esquecemos que já aprendemos, então é um modo da vida nos dizer "Por isso você ja passou, entao siga em frente..."

A saudade pode gerar sentimento de angústia, nostalgia e tristeza, e quando "matamos a saudade" geralmente sentimos alegria. Claro que sabemos que é mais que isso. Saudade como ja disse pode ser boa ou ruim, mas o que interessa no final foram as boas lembraças de tudo que se foi, e esperar novas que estão por vir. Eu tenho saudades de muitas coisas, pessoas, lugares... enfim , mas gostaria de saber de você:

Do que mais sente saudades?

foto por Alfredo Ventura de Sousa / 1000 Imagens

(sobre a foto :: Palavras do autor... "Na praça pública perguntei quem era e ele respondeu que era um vagabundo. Expliquei-lhe que tínhamos algo em comum, pedi-lhe, e fotografei-o." Nota: É. Às vezes a gente sente e fica meio nostálgico. O "vagabundo", como a sí próprio se definiu, já esteve na galeria do 1000i nesta mesma versão em que o trabalhei em 1º lugar.Tirei-o do site, como tirei outras nas mesmas condições, para poder colocar novas fotos dado o tecto máximo de que dispomos.Decidi agora recolocá-lo por questões sentimentais relativamente a este sítio, onde muito aprendi observando, e não p)odendo sujeitá-lo de novo a concurso para não violar a regra do anonimato pareceu-me contudo que ficaria bem aqui de novo embora na minha galeria.)

Com um gosto de maçã.

Em filosofia, o desejo é uma tensão em direção a um fim considerado pela pessoa que deseja como uma fonte de satisfação. É uma tendência algumas vezes consciente, outras vezes inconsciente ou reprimida. Quando consciente, o desejo é uma atitude mental que acompanha a representação do fim esperado, o qual é o conteúdo mental relativo à mesma. Enquanto elemento apetitivo, o desejo se distingue da necessidade fisiológica ou psicológica que o acompanha por ser o elemento afetivo do respectivo estado fisiológico ou psicológico.

Tradicionalmente, o desejo pressupõe carência, indigência. Um ser que não caressesse de nada não desejaria nada, seria um ser perfeito, um deus. Por isso Platão e os filósofos cristãos tomam o desejo como uma característica de seres finitos e imperfeitos. E também os filósofos viram o Bem como o objeto do desejo. Atualmente isso é questionado.

"O desejo não é sempre ou talvez nem mesmo freqüentemente do Bem ou do Racional, como os filósofos têm freqüentemente compreendido essas noções."

O desejo é um tipo de sentimento. Isso significa que ele faz parte do sujeito, agente ou pessoa, sem fazer parte do mundo, a não ser na medida em que a pessoa faz parte do mundo. O desejo é uma atitude mental do sujeito em relação ao mundo (ver abaixo a seção 'Epistemologia'). É subjetivo, não objetivo. Isso também significa que temos acesso imediato e não-inferencial ao mesmo. Ainda assim, estamos sujeitos ao auto-engano e outras falhas relacionadas ao autoconhecimento na exteriorização dos nossos desejos.

Mas claro que é mais complexo que isso, ou não... Isso decorre da variante do pensamento da pessoa. Mas desejos é tudo aquilo que queremos de toda mente ou coração, mas geralmente não é maior que a pessoa, ou seja, quem decido se será realizado é apenas você.E agora serei um pouco curioso e perguntarei a ti;

Me diga um dos seus maiores desejos!?

foto por Pedro da Costa Pereira / 1000 Imagens

Seu titulo aqui.


A palavra amor advem do verbete latino amore, que pode ser literalmente traduzido por "afeição", "amor", "vivo desejo". Também é associado a palavras que representam “desejo”, “satisfação”, “conquista” e “libido”. O conceito de amor envolve, de modo geral, a formação de um vínculo emocional com alguém, ou algum objeto, que seja capaz de receber este comportamento amoroso e que seja capaz de alimentar as estimulações sensoriais e psicológicas necessárias para a manutenção da motivação deste amor. Ainda assim, a palavra amor possui diversos significados. É o tipo de amor que tem relação com o caráter da própria pessoa e a motiva a amar (no sentido de querer bem e agir em prol). Em grego há outras palavras, cada qual denotando o amor em um sentido específico.

Amar também tem o sentido de gostar muito, sendo assim possível amar qualquer ser vivo ou objeto. O amor pode ser expressado através de gestos, como o cafuné, por exemplo.

O amor do tipo eros é aquele amor romântico que uma pessoa sente por outra. É o amor que tem muito a ver com atração física. É esse tipo de amor que normalmente compele as pessoas a manter um relacionamento amoroso continuado. Nesse sentido também é sinônimo de relação sexual.

Como diz o nome, é o estilo de que prioriza o lado prático das coisas. O indivíduo avalia todas as possíveis implicações antes de embarcar num romance. Se o namoro aparente tiver futuro, ele investe. Se não, desiste. Cultiva uma lista de pré-requisitos para o parceiro ou a parceira ideal e pondera muito antes de se comprometer. Procura um bom pai ou uma boa mãe para os filhos e leva em conta o conforto material. Está sempre cheio de perguntas. O que será que a minha família vai achar? Se eu me casar, como estarei daqui a cinco anos?Como minha vida vai mudar se eu me casar? Amor interessado em fazer bem a si mesmo, Amor que espera algo em troca.

Em grego, significa altruísmo, generosidade. A dedicação ao outro vem sempre antes do próprio interesse. Quem pratica esse estilo de amor entrega-se totalmente à relação e não se importa em abrir mão de certas vontades para a satisfação do ser amado. Investe constantemente no relacionamento, mesmo sem ser correspondido. Sente-se bem quando o outro demonstra alegria. No limite, é capaz até mesmo de renunciar ao parceiro se acreditar que ele pode ser mais feliz com outra pessoa.

É o nome da divindade grega da amizade. Por isso, quem tende a ter esse estilo de amor valoriza a confiança mútua, o entrosamento e os projetos compartilhados. O romance começa de maneira tão gradual que os parceiros nem sabem dizer quando exatamente. A atração física não é o principal. Os namorados-amigos não tendem a ter relacionamentos calorosos, mas sim tranqüilos e afetuosos. Preferem cativar a seduzir. E, em geral, mantêm ligações bastante duradouras e estáveis. O que conta é a confiança mútua e os valores compartilhados. Os amantes do tipo storge revelam satisfação com a vida afetiva.

Mas claro que amor nao é só isso, só quem o conheçe sabe o que realmente significa na vida. Acho que serei mais profundo dessa vez e perguntar a você:

(obs: como amor é visto de varias maneiras, jeitos e sentimentos, você colocara o titulo que acha que esse texto deveria se chamar, e ele será seu.)

Voce acredita no amor?


Indicação de blog :: Paty [Maionese] / Um Pouco de Bossa


foto por Conchi Deza Alves / 1000 Imagens

Amor, Amizade e Sabedoria.

Filosofia (do grego Φιλοσοφία: philia - amor, amizade + sophia - sabedoria) modernamente é uma disciplina, ou uma área de estudos, que envolve a investigação, análise, discussão, formação e reflexão de idéias (ou visões de mundo) a um nível geral, abstrato ou fundamental. Originou-se da inquietação gerada pela curiosidade humana em compreender e questionar os valores e as interpretações comumente aceitas sobre a sua própria realidade.

As interpretações comumente aceitas pelo homem constituem inicialmente o embasamento de todo o conhecimento. Estas interpretações foram adquiridas, enriquecidas e repassadas de geração em geração. Ocorreram inicialmente através da observação dos fenômenos naturais e sofreram influência das relações humanas estabelecidas até a formação da sociedade, isto em conformidade com os padrões de comportamentos éticos ou morais tidos como aceitáveis em determinada época por uma determinado grupo ou determinada relação humana.

A partir da Filosofia surge a Ciência, pois o Homem reorganiza as inquitações que assolam o campo das idéias e utiliza-se de experimentos para interagir com a sua própria realidade. Assim a partir da inquietação, o homem através de instrumentos e procedimentos equaciona o campo das hipóteses e exercita a razão. São organizados os padrões de pensamentos que formulam as diversas teorias agregadas ao conhecimento humano.

Contudo o conhecimento científico por sua própria natureza torna-se suscetível às descobertas de novas ferramentas ou instrumentos que aprimoraram o campo da sua observação e manipulação, o que em última análise, implica tanto na ampliação, quanto no questionamento de tais conhecimentos. Neste contexto a filosofia surge como "a mãe de todas as ciências"

A palavra "filosofia" resulta da união de outras duas palavras: "philia" (φιλία), que significa "amizade", "amor fraterno" (não no sentido erótico) e respeito entre os iguais e "sophia" (σοφία), que significa "sabedoria", "conhecimento". De "sophia" decorre a palavra "sophos" (σοφός), que significa "sábio", "instruído". Filosofia significa, portanto, amizade pela sabedoria, amor e respeito pelo saber. Assim, o "filósofo" seria aquele que ama e busca a sabedoria, tem amizade pelo saber, deseja saber. A tradição atribui ao filósofo Pitágoras de Samos (que viveu no século V antes de Cristo) a criação da palavra. Filosofia indica um estado de espírito, o da pessoa que ama, isto é, deseja o conhecimento, o estima, o procura e o respeita.
O assunto é bem extenso mais, acho que tudo isso seria apenas para explicar o porque filosofamos tanto na nossa vida, e o que isso realmente significa para nós. Como adoramos filosofar com frases feitas, aqui vai uma favortia minha "Penso, logo existo e insisto" (minha adaptação a frase).

Me diga quando você começa a filosofar, ou qual frase você costuma dizer a si ou a outros?

Foto por Carlos Paes / 1000 Imagens

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O Manual.



Inspirações da vida são assim, quando menos espero em aparece um assunto interessante para
colocar aqui, prometo que irei ser mais light sobre os assuntos aqui postados.rs.
Mas eu estava conversando agora a pouco com uma pessoa que adoro muito, e estamos falando sobre coisas da vida em geral, até que ela diz que as pessoas em geral, e nós mesmo deveríamos vir com um MANUAL.


Claro que isso porque, se pesarmos sobre assunto, as coisas seriam mais fáceis, principalmente no quesito de relacionamento, ou melhor, "como nao machucar uma pessoa, mas mesmo assim conseguir faze-la 'cair na real'". E logo em uma rapidez incrível do meu pensamento disse, "acho que não seria legal"... e assim explicando o porque...


Sendo assim, após ela ter saído, estou aqui escrevendo mais sobre esse assunto, já pensou como seria se tivéssemos manual? Ainda acho que nao seria mais fácil, desenvolvi algumas perguntas para tentar 'facilitar' a questão. Pense em uma pessoa que você ama ou adora muito, e mesmo assim tem algumas vezes dificuldades com a pessoa, como por exemplo discussões, pensou...então legal agora se pergunte as seguintes questões:


Como seria saber o TUDO da pessoa?
Seria um benéfico saber de tudo?
Você seria mais feliz?
Você faria a pessoa mais feliz?
A sua vida ou a da pessoa seria melhor?


Entendo... muitas perguntas e poucas respostas, mas acho que não terá uma pessoa só que ira entrar aqui e dizer responder tudo positivo para as perguntas...pelo simples fato de cada ser humano ser uma forma de vida única, e com suas próprias questões de vida. Minha opinião pessoa sobre você já sabe, "qual seria a graça?"

Como somos pessoas que nascemos com muita informação pré-fabricada para ser implantado em nossas percepções, gostos, tipos e estilos, seriamos muito julgadores e julgados, porque um manual nosso não seria uma carta de apresentação com tudo que temos de bom, mas teria também nossos defeitos. Então imagine como seria ruim a pessoa que nunca te viu antes, já pensar que te conhece...para mim pelo menos a idéia é terrível.

Essa pessoa que 'acha' que nunca poderia nem ter algum tipo de amizade com você, poderia ser justamente a pessoa que teria que te conhecer pois teria um importância enorme da sua vida.

A mente humana tem vários atributos distintos. É responsável pela complexidade do comportamento humano, especialmente a linguagem. A curiosidade e a observação científica levaram ao aparecimento de uma variedade de explicações para a consciência e a relação entre o corpo e a mente. A Psicologia (especialmente a Neuropsicologia) tenta estudar estas manifestações e relações sob o ponto de vista científico. As perspectivas religiosas geralmente enfatizam a existência de uma alma como sendo a essência do ser, normalmente associada à crença e adoração de Deus, deuses ou espíritos. A Filosofia tenta sondar as profundezas de cada uma destas perspectivas. A Arte, a Música e a Literatura são muitas vezes usadas como forma de expressão deste conceitos e sentimentos.

Então imagine esse tipo de explicação no manual. Mas como não existe mal algum nos divertir-mos um pouco...

Me diga o que não poderia faltar no SEU MANUAL?

indicação de blog :: Lari introvini / home SWEET home


foto por Luis Afonso / 1000 Imagens

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psyché

Psicopata, ou personalidade psicópata o psicopática, (do grego psyché, alma + path, r. de páscho, sofro) designa 'enfermo da psique' ou doente mental, sendo no entanto, esta, uma definição disputada por outros pontos de vista.

Em obras francesas do século XX, o termo psicopata passou a ser utilizado como sinónimo de psicótico. Alguns estudos psicológicos mais recentes apontam para a controversia; segundo alguns autores, os individuos psicopatas são perversos, mesmo que os indicios nosológicos tenham tendência a mostrar que os chamados psicopatas possa ser personalidades psicóticas de tipo borderline.

Segundo a teoria pela qual uma pessoa psicopata é uma pessoa perversa, supõe-se que nesta classe de doença, o doente é um sujeito que se mantém a par da realidade mas que carece de Superego. Isto faz com que a pessoa psicopata possa cometer actos criminosos sem sentir culpa.

A noção cada vez mais reforçada de que as personalidades psicopatas são psicóticas, enquadra-as dentro das personalidades borderline. Não obstante, as pessoas psicopatas têm condutas criminais sem nenhum sentimento de culpa, mantendo plena consciência dos seus crimes ou das suas intenções criminais.

Uma personalidade psicopata não se restringe ao assassino em série. Um psicopata pode ser uma pessoa simpática e de expressões sensatas que, não obstante, não vacila ao cometer um crime quando lhe convém e, tal como explicado acima, fá-lo sem sentir culpa pela sua ação.


Agora me diga, algumas situações que você acha que seria meio psicopata!?

foto por Bruno Coelho / 1000 Imagens

Maha Go Go Go


Como sou apaixonado por varios tipos de desenhos tem um estilo em particular que acho interessante dividir com você, esse estilo achou o seu lugar nas Tv's, Hq's entre outras varias midias e meios, o ANIME , que muitos gostam, outros adoram e tem muitos que não conseguiriram viver sem.

Influenciado pela cultura pop americana que surgiu com a ocupação americana no fim da segunda guerra mundial, muitos artistas tiveram contato com a cultura americana. Desenhistas em início de carreira começaram a ter contato com quadrinhos e desenhos animados. Havia negociantes que contrabandeavam rolos de filmes americanos, desenhos da Disney e outros.

Entre os principais artistas que se envolveram com a arte americana, estavam Osamu Tezuka, Shotaro Ishinomori e Leiji Matsumoto. Estes três jovens, mais tarde, foram consagrados no mercado de mangá. Nos anos 50, influenciados pela mídia que vinha do ocidente, diversos artistas e estúdios começaram a desenvolver projetos de animação experimental.

Na época em que o mangá reinava como mídia nasceram os pioneiros animes de sucesso: Hyakujaden (A Lenda da Serpente Branca) estreou em 22 de outubro de 1958, primeira produção lançada em circuito comercial da Toei Animation, divisão de animação da poderosa Toei Company e Manga Calendar, o primeiro animê especialmente feito para televisão, veiculado pela emissora TBS com produção do estúdio Otogi em 25 de junho de 1962, que teve duração de dois anos.

Logo em seguida, em 1 de janeiro de 1963, é lançado Tetsuwan Atom, também conhecido como Astro Boy, baseado no mangá de Osamu Tezuka, já com a estética de personagens de olhos grandes e cabelos espetados vinda da versão impressa. Astro Boy acabou tornando-se o propulsor da maior indústria de animação do mundo, conquistando também o público norte-americano. Tezuka era um ídolo no Japão e sua popularidade lhe proporcionou recursos para investir em sua própria produtora, a Mushi Productions. Outras produtoras investiram nesse novo setor e nascem clássicos do anime como Oitavo Homem (Eight Man), Super Dínamo (Paa Man), mas ainda com precariedade e contando com poucos recursos, diferente das animações americanas.

Segundo Alexandre Nagado, “[...] em 1967 surge o primeiro anime com grande projeção fora do Japão, Speed Racer (Maha Go Go Go, 1967), que apesar de produção pobre, se destacava por ângulos de cena inovadores e muita criatividade nas histórias. Não por acaso, virou sucesso no mundo inteiro e até hoje é muito cultuado. Neste ano estrearam 14 séries, sem contar os desenhos que já estavam em produção anteriormente. Dentre os clássicos daquele ano, A Princesa e o Cavaleiro (Ribon no Kishi) e Fantomas (Ogon Batto) marcaram época também por suas trilhas sonoras de nível cinematográfico. No cinema, o número de produções era menor (apenas 4 em 1967), mas foi aumentando aos poucos.

Nos anos 70, houve uma grande explosão de títulos. Além de animês para crianças pequenas (Kodomo) e outros para meninas (Shoujo), ocorreu também uma grande febre de desenhos com robôs gigantes (Mecha), graças ao sucesso de Mazinger Z (1972), criação do desenhista Go Nagai e grande sucesso entre o público infanto-juvenil. Com diversos títulos para serem vistos na TV em episódios semanais, muitos sendo exportados para outros países e com algumas obras sendo lançadas nos cinemas, o animê mostrava que tinha chegado para ficar.”

Há vários termos japoneses que definem gêneros tanto do anime como do mangá:
- bishounen: japonês para “garoto bonito”, termo geral que pode ser usado para descrever qualquer anime caracterizado por meninos e homens bonitos.
- bishoujo: japonês para “garota bonita”, termo geral que pode ser usado para descrever qualquer anime caracterizado por meninas e mulheres bonitas.
- shoujo: japonês para “garota”, são voltados para o público feminino.
- shounen: japonês para “garoto”, são voltados para o público masculino.
- seinen: voltados para homens, forma mais rara.
- josei: voltados para mulheres, forma mais rara.
- kodomo: japonês para “criança”, são voltados para crianças menores.
- magical girl: mahô shôjo ou mahou shoujo, caracterizados por garotas com poderes mágicos.
- mecha: animes caracterizados por robôs gigantes.
- shounen-ai: romance entre personagens masculinos.
- shoujo-ai: romance entre personagens femininos.
- ecchi: japonês para “indecente”, contém humor sexual moderado.
- hentai: japonês para “anormal” ou “pervertido”, usado para descrever animes pornográficos. No entanto, no Japão os termos usados são Poruno ou Ero.
*kemono (animais) - futanari (hermafroditas) - loli-con (crianças - raparigas) - shota-con (crianças - rapazes) - yaoi (homossexual - homens) - yuri (homossexual - mulheres)

E você o que acha da animação japonesa, e se gosta, me conte qual?

foto por Hayao Miyazaki / "Sen to Chihiro No Kamikakushi"

-- + sobre o assunto

"It's only Rock And Roll but i liked"

Rock and roll (também escrito rock'n'roll) é um gênero da música que emergiu e se definiu como estilo musical no sul dos Estados Unidos durante a década de 50, rapidamente se espalhando pelo resto do mundo. Evoluiu mais tarde para diversos sub-gêneros no que hoje é definido simplesmente como "rock". Conseqüentemente, a palavra "rock and roll" hoje em dia serve a significados distintos: para definir o rock tradicional estilo anos 50, o rock surgido posteriormente, e até mesmo certas vertentes da música pop. Do final da década de 50 até meados dos anos 90 o rock foi provavelmente o estilo musical mais popular no mundo ocidental.

Os instrumentos mais comuns no rock'n'roll são a guitarra elétrica, o baixo, a bateria, e muitas vezes um piano ou teclado. No começo o principal instrumento era o saxofone, que foi substituído pela guitarra no final dos anos 50.

Resumidamente é uma combinação de elementos blues, boogie-woogie, jazz e rhythm and blues. Até os anos 50 era feito predominantemente por negros norte-americanos. Foi necessário criar um novo termo - rock'n'roll - e acrescentar o estilo country'n'western para despistar a sociedade branca e racista. O rock surge em meados de 1954 no sul dos Estados Unidos, quando um cantor branco com possante voz de negro entra num estúdio em Memphis chamado Sun Records para gravar acompanhado de um baixo, bateria e guitarra, que até hoje é a formação básica de uma banda de rock. O cantor era Elvis Presley e "That´s Alright, Mama" foi uma das músicas gravadas. Reza a lenda que alguém do estúdio perguntou com quem que Elvis se parecia e ele respondeu que não se parecia com ninguém. Outros elegem Chuck Berry ou até Bill Haley & His Comets como os inventores do rock. Mas isso não é provado, nunca saberemos quem foi a primeira banda de rock. A única certeza é que Elvis popularizou o rock e o tornou mais sexy, Bill Haley & His Comets foram uma das primeiras bandas de rock e Chuck Berry foi a base para todos os grandes guitarristas. Outros nomes importantes: B.B. King, Jerry Lee Lewis e Little Richard.

Mas rock é muito mais, é um sentimento, um sexto sentido, quem ama sabe o que eu digo.

Agora me conte, qual foi o primeiro rock que você ouviu?

foto por GOOGLE IMAGEM

Quer mais?

TV ROCK -- >> A primeira TV da internet exclusivamente sobre ROCK

Self-thing

quem eu sou
de onde eu vim
quem vai me ajudar a decifrara resposta
só terei no fim
pra aonde eu vou
qual jardim
pode ser capaz de abrigaro que a vida trouxe para mim
já senti paz e dormas no fundo o que me dá prazeré meu coração repleto de amor
(ENIGMA - Dj Patife)

Dizem que uma foto diz muito coisa, entao me diga o que essa foto conta para ti?

"...cuidado, você está muito perto."

ATENÇÂO :: TEXTO NÃO INDICADO A MENORES DE 18 ANOS.

Entrando no clima do filme PREMONIÇÂO 3, fiquei pensando aqui o que poderia ser dito sobre um tema muito abrangente como esse, então ao invez de eu citar o obvio, eu pesquisei sobre um tema interessante que de alguma forma tem alguma relação a isso, claro que descarto aqui minha opinião propria sobre o assunto, apenas colocando uma das variavéis sobre o assuntom então vamos ver o que acontece...

Alucinação:

...é a percepção real de um objeto inexistente, ou seja, são percepções sem um estímulo externo. Dizemos que a percepção é real, tendo em vista a convicção inabalável da pessoa que alucina em relação ao objeto alucinado. Sendo a percepção da alucinação de origem interna, emancipada de todas as variáveis que podem acompanhar os estímulos ambientais (iluminação, acuidade sensorial, etc.), um objeto alucinado muitas vezes é percebido mais nitidamente que os objetos reais de fato.

Tudo que pode ser percebido pelos 5 sentidos (audição, visão, tato, olfato e gustação) pode também ser alucinado. As alucinações sempre aproveitam o material consciente conhecido do pacientes. Na alucinação, por exemplo, um leão pode aparecer de asas, ou um caracol que cavalga um ouriço. O indivíduo que alucina deve ter percebido isoladamente cada um dos objetos e, mentalmente, combina uns com os outros.

Embora as alucinações possam manifestar-se através de qualquer um dos cinco sentidos, as mais freqüentes são as auditivas e visuais. Como as mais freqüentes, podem aparecer sob forma de sons inespecíficos, tais como chiados, zumbidos, ruídos de sinos, roncos, assobios, ou vozes, as quais podem ter as mais variadas características: diálogos entre mais de um interlocutor, comentários sobre atos do paciente, críticas sobre a pessoa que alucina, podem ainda, por outro lado, proferir injúrias e difamações, comunicar informações fantásticas, sonorizar o pensamento do próprio paciente ou de terceiros. Na idéia do paciente tais vozes podem ser provenientes do além, do sobrenatural. Também váriados tipos de quimicas podem fazer com que isso ocorra, sendo elas drogas ou alcool.

Essa pesquisa teve colaboração do site PsiqWeb.

E você acredita em premonição ou acha que poderá ser apenas uma alucinação?

Indicação de blog :: Jeane Freitas / Je Fritas [[T.F.C.]]
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Infinidade musical.

"Sem música a vida seria um erro." [F. Nietzsche]
A música, desde o início de sua história, foi considerada uma prática cultural e humana. Provavelmente, fruto da observação dos sons da natureza, despertou no homem, através do sentido auditivo, a necessidade e vontade de fazê-la. Defini-la não é tarefa fácil porque apesar de ser intuitivamente conhecida por qualquer pessoa, é difícil encontrar um conceito que abarque todos os significados dessa prática. Mais do que qualquer outra manifestação humana, a música contém e manipula o tempo e o som. Talvez por essa razão ela esteja sempre fugindo a qualquer definição, pois ao buscá-la, ela já se modificou, já evoluiu. E esse jogo do tempo é simultaneamente físico e emocional. Uma das maiores dificuldades em definir música tem sido o emprego dessa palavra na descrição de todas as atividades e elementos relacionadas aos sons organizados. Conceitos pré-definidos aplicam-se a práticas exploradas, esquadrinhadas, completamente conhecidas, o que não ocorre na música, que é infinita.

O que é muito interessante dizer que a musica é um tipo de linguagem nossa em sua infinitas possibilidades transmitindo pensamentos, sensações e sentimentos diferenciados. Há que acredita que a musica é a nossa primeira maquina do tempo. Um teste simples seria você procurar aquela musica sabe, que não ouve a anos, coloque-a para ouvir, e instantaneamente ira vir a sua mente tudo o que se passava na sua vida, as vezes é muito nitida e da um sensações otima ou ruim. ou seja a musica conseguiu gravar na sua memoria a propria musica, e o momento exato que estava ocorrendo a execusão da mesma, nem mais nem menos.

Um dos poucos consensos relativos à música é que ela consiste em uma combinação de sons e de silêncios que se desenvolvem ao longo do tempo. Neste sentido engloba toda combinação de elementos sonoros destinados a serem percebidos pela audição. Isso inclui variações nas características do som (altura, duração, intensidade e timbre) que podem ocorrer sequencialmente (ritmo e melodia) ou simultaneamente (harmonia). Ritmo, melodia e harmonia são entendidos aqui apenas em seu sentido de organização temporal, pois a música pode conter propositalmente desarmonia e disritmia.

Então isso quer dizer que musica é tudo o que fazemos em um ritimo diferenciado, uma dica é dançar com uma pessoa que você gosta muito. Logo aquele momento aquela musica, ira criar um clima otimo que tudo ao redor ira parar no tempo como conhecemos, e se trasformar em um momento unico e especial, que se formara como um eco na continuação da vida. E entre tantas explicações, não existe uma a defini-la é apenas uma coisa maravilhosa e que o mundo todo adora.

E é nesse ponto que o consenso deixa de existir. As perguntas que decorrem desta simples constatação, encontram diferentes respostas se encaradas do ponto de vista do criador (compositor), do executante (músico), do historiador, do filósofo, do antropólogo, do linguista ou do amador. E as perguntas são muitas:

- Toda combinação de sons e silêncios é música?
- Música é arte? Ou de outra forma, a música é sempre arte?
- É necessário que a combinação seja deliberada, ou podemos considerar música qualquer som encontrado na natureza? E o canto dos pássaros ou outros animais pode ser considerado uma combinação deliberada?
- A música é fenômeno eminentemente humano ou pode também ser percebida por animais e plantas, como defendem alguns?
- A música existe antes de ser ouvida? O que faz com que a música seja música é algum aspecto objetivo ou ela é uma construção da consciência e da percepção?

A música eleva os sentimentos mais profundos do ser humano. Não é necessário gostarmos de todos os estilos, porém conhecê-los.

Mesmo os adeptos da música aleatória, os mais recentes avatares de sua desconstrução e reconstrução, reconhecem que a música se inspira sempre em uma "matéria sonora", cujos dados perceptíveis podem ser reagrupados para construir uma "materia musical". Esta matéria obedece a um objetivo de representação próprio do compositor, mediado pela técnica. A percepção musical, que se dá principalmente pelo sentido da audição, não pode alcançar a totalidade dos objetivos do compositor e o ouvinte reinterpreta o "material musical" de acordo com seus próprios critérios. Por isso, a música é também uma forma de apropriação individual dos elementos formais que pertencem ao consciente e ao emocional, influenciados pelo conjunto das manifestações culturais. Desta diversidade de práticas se conclui sobretudo, que a música não pode ter uma só definição precisa que abarque todos os seus tipos, todos os seus gêneros. Todavia, é possível apresentar algumas definições e conceitos que fundamentam em todos os continentes, uma "história da música" em perpétua evolução, tanto no domínio do popular, do tradicional, do folclórico ou do erudito. A musica é como a vida, uma indefinida linda com muitas explicações mais que poucos sabem o quanto é importante para nossa vivencia no mundo. E que também poucos sabem aproveita-las.

Agora me diga uma ou varias outras musicas que marcou muito a sua vida!? =)

foto por Carla d´Almeida Lopes / 1000 Imagens

Foto dedicada a Simples Palavras * Rafaela Gama

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--->> Pensamento + Musica
--->> ...das antigas III - Musica e Cantores.
--->> Na sintonia do dia.

Sobre beleza...


Ao ver algumas pessoas falando sobre o assunto, em um grupo de amigos, alguns se gabando e outros com outra opinião resolvi colocar aqui uma visão sobre o assunto.

Beleza é uma percepção individual caracterizada normalmente pelo que é agradável aos sentidos. Esta percepção depende do contexto e do universo cognitivo do indivíduo que a observa. Através da história a humanidade a relação com a beleza têm sido frequentemente religiosa (ou mística) e transcendente, logo a beleza foi considerada muitas vezes como "aquilo que se aproxima do divino". Tambem podemos considerar que beleza é, uma unidade dentro da variedade, unidade essa que deve ser harmônica.

Já uma palavra muito usada para quem gosta muito de se ver no espelho ou em fotos é chamada de narcisista que, se refere a alguem que se preocupa demasiadamente por si mesmo, considerando-se superior a todos incluindo seus amigos e sua familia. A palavra narcisista, vem de Narciso, personagem da mitología Grega. Narciso era um jovem muito bonito. Muitas mulheres queriam namorar com ele, mas ele era muito vaidoso e orgulhoso e rejeitava a todas. Uma das mulheres rejeitadas foi a menina Eco. Eco se sentia perdida e se trancou em seu quarto sem comer nem beber. Assim se foi consumindo lentamente de dor, até que desapareceu e somente podia-se escutar sua voz nas paredes do quarto. Dai a palavra "eco". A deusa Némesis (A deusa da vingança) escutou as preces de Eco e decidiu castigar a Narciso para que sofrece da mesma maneira que ela. Um dia, Narciso foi tomar água no rio. Ao agachar-se e beber, viu sua própia cara refletida na água. Némesis usou seus poderes para que Narciso se apaixonasse loucamente por essa imagem. Narciso não podia deixar de olhar-se. Queria tocar sua imagem e abraçá-la, mas não podia pois desaparecia ao tocar na água. Tampoco a podia ver bem, pois as ondas do rio o impediam. Ele não se podia beijar, pois a imagem desaparecia. Assim se tratando de admirar a si mesmo, pulou no rio e se afogou.

--->> Sobre a mitologia ::: Narciso

Era um ser mitológico que admirava a sua própria beleza.
A lenda de Narciso, surgida provavelmente da superstição grega segundo a qual contemplar a própria imagem prenunciava má sorte, possui um simbolismo que fez dela uma das mais duradouras da mitologia grega.

Narciso era um jovem de singular beleza, filho do deus-rio Cefiso e da ninfa Liríope. No dia de seu nascimento, o adivinho Tirésias vaticinou que Narciso teria vida longa desde que jamais contemplasse a própria figura. Indiferente aos sentimentos alheios, Narciso desprezou o amor da ninfa Eco ( uma ninfa que podia somente repetir o último som que ouvia) -- segundo outras fontes, do jovem Amantis -- e seu egoísmo provocou o castigo dos deuses.
Ao observar o reflexo de seu rosto nas águas de uma fonte, apaixonou-se pela própria imagem e ficou a contemplá-la até consumir-se.

A flor conhecida pelo nome de narciso nasceu, então, no lugar onde morrera.
Em outra versão da lenda, Narciso contemplava a própria imagem para recordar os traços da irmã gêmea, morta tragicamente.

Foi, no entanto, a versão tradicional, reproduzida no essencial por Ovídio em Metamorfoses, que se transmitiu à cultura ocidental por intermédio dos autores renascentistas. Na psiquiatria e particularmente na psicanálise, o termo narcisismo designa a condição mórbida do indivíduo que tem interesse exagerado pelo próprio corpo.

E na sua opinião, até onde a beleza exterior é importante no dia a dia?

foto por Ricardo Costa / 1000 Imagens