O que é computador?

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O que é um computador? Começamos pelo One-O-One ou Passo-a-Passo para você entender um pouco o que é esta maquina que encontra-se em sua casa, ocupa um belo espaço e muitas vezes parece ter vida própria. Mas no fim você terá diversão, cultura, entretenimento, alem claro de muito lixo eletronico. O que me lembra já a dizer a ti, terá uma oportunidade de adquirir e dividir experiências, expandir ideias, desenvolver pensamentos e até mesmo conhecer pessoas que pensam como você, mas estão bem longe de ti.

Somente um aviso - Use com sabedoria, com um grande conteúdo ao seu redor, exige uma grandes responsabilidade de como usa-lo e divulga-lo.

Denomina-se computador uma máquina capaz de variados tipos de tratamento automático de informações ou processamento de dados. Exemplos de computadores incluem o ábaco, a calculadora, o computador analógico e o computador digital. Um computador pode prover-se de inúmeros atributos, dentre eles armazenamento de dados, processamento de dados, cálculo em grande escala, desenho industrial, tratamento de imagens gráficas, realidade virtual, entretenimento e cultura.

No passado, o termo já foi aplicado a pessoas responsáveis por algum cálculo. Em geral, entende-se por computador um sistema físico que realiza algum tipo de computação. Existe ainda o conceito matemático rigoroso, utilizado na teoria da computação.

Assumiu-se que os computadores pessoais e laptops são ícones da Era da Informação; e isto é o que muitas pessoas consideram como "computador". Entretanto, atualmente as formas mais comuns de computador em uso são os sistemas embarcados, pequenos dispositivos usados para controlar outros dispositivos, como robôs, câmeras digitais ou brinquedos.


Eis o próprio

01- Monitor 02- Placa-Mãe 03- Processador 04- Memória RAM 05- Placas de Rede, Som, Vídeo, Fax... 06- Fonte de Energia 07- Leitor de CDs e/ou DVDs 08- Disco Rígido (HD) 09- Mouse (ou Rato) 10- Teclado.

Existe uma variedades de estilos, e configurações. Mas o que você deve entender agora é o basico. Hoje em dia os computadores são desenvolvidos para sua necessidade. O que procura em um compudor hoje? A resposta desta pergunta já lhe trará uma variação em configurações.

Já estamos com o computador funcionando. Agora o que eu faço?

Primeiro você deverá entender sobre o seu sistema operacional:

Um computador sempre precisa de no mínimo um programa em execução por todo o tempo para operar. Tipicamente este programa é o sistema operacional (ou sistema operativo), que determina quais programas vão executar, quando, e que recursos ele poderá utilizar. O sistema operacional também fornece uma camada de abstração (informa a você do modo gráfico) sobre o hardware. E lhe da acesso diréto a tudo o que acontece em sua maquina, como fazer sua própria manutenção ou quando realmente precisa chamar um tecnico para ajuda-lo. Ha sim, detalhe: O mais conhecido atualmente é o Windowns XP.

Agora que sabemos o que é, e como funciona, vamos aprender como usa-lo. Clique aqui para continuar lendo.

Blindness - Ensaio Sobre a Cegueira.

Ensaio sobre a cegueira é um romance do escritor português José Saramago publicado em 1995 e traduzido para diversas línguas. A obra se tornou uma das mais famosas de seu autor, juntamente com Todos os nomes, Memorial do Convento e O Evangelho segundo Jesus Cristo. Eis o teaser do filme dirigido por Fernando Meirelles:





O romance nos mostra o desmoronar completo da sociedade que, por causa da cegueira, perde tudo aquilo que considera como civilização e, (tal como em A Peste, de Albert Camus) mais que comentar as facetas básicas da natureza humana à medida que elas emergem numa crise de epidemia, Ensaio sobre a cegueira mostra a profunda humanidade dos que são obrigados a confiar uns nos outros quando os seus sentidos físicos os deixam. O brilho branco da cegueira ilumina as percepções das personagens principais, e a história torna-se não só um registro da sobrevivência física das multidões cegas, mas também das suas vidas espirituais e da dignidade que tentam manter. Mais do que olhar, importa reparar no outro. Só dessa forma o homem se humaniza novamente.

Na contracapa: "Se puderes olhar, vê. Se podes ver, repara.", citado de um fictício "Livro dos conselhos".

Veja mais sobre o filme aqui.

A escola serve para que?

Sempre quando participo de uma blogagem coletiva, passo horas pensando em como será minha participação e se eu poderei realmente fazer algum tipo de diferença junto a meus amigos blogueiros em causas que tentamos solucionar a anos.
Sobre o tema a seguir somos nós da blogsfera contra algo que já não deveria existir o analfabetismo. Quando crianças pensávamos que viajaríamos em carros voadores e teríamos um estilo de vida melhor, com tudo o que gostaríamos de ter.
Hoje percebemos que nem criamos as pessoas que poderiam nos criar os carros voadores, quanto mais queremos ver nossa vida sempre bem. Você esta ajudando para um mundo melhor? Vovó sempre perguntava isto as manhas da escola na qual ela trabalhava. As mães não entendiam muito pois elas não viam seus filhos como "um futuro" apenas como pessoas que irão tentar viver como ela. Batalhando muito, e estudos ficará para depois do trabalho, pois o dinheiro é necessário a sobrevivência... Ou é assim que pensam.
Estou contribuindo para a blogagem coletiva com um vídeo. Nada melhor que fazer visualmente a minha manifestação para todos que quiser ter o acesso a voz do povo apenas clicar em play e ouvir que nosso país precisa de ajuda.
Este video de alguns minutos, foi feiro pela ErdFilmes e chama-se A Escola Serve Pra que? Foram feitas em 13 cidades de minha querida Pìaui entrevistas com representantes do poder publico, mães, pais, diretores, professores e a sociedade em geral, perguntando qual o seria o benéfico escolar a eles. As respostas surpreendem. Logo após visite os links participantes para ampliar a sua ideia de como nosso país está neste momento.


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América Latina Pergunta:

O que você acha que os países, as empresas e os indíviduos devem fazer para que o mundo se torne um lugar melhor em 2008?


Clarice Lispector entrevista Millôr Fernandes

Reprodução da entrevista que Clarice Lispector fez com Millôr Fernandes (janeiro de 1977).

Do livro "Entrevistas", Ed. Rocco .

Não vou apresentar Millôr: quem o conhece sabe que eu teria que escrever várias páginas para apresentar uma figura tão variada em atividades e talentos. Somos amigos de longa data. Nossa entrevista decorreu fácil, sem incidentes de incompreensão. Havia confiança mútua.

Como vai você, Millôr, profundamente falando?

Vou profundamente, como sempre. Não sei viver de outro modo. Pago o preço.

Às vezes o preço é alto demais, Millôr. Como é que lhe veio a idéia de arquitetar O Homem do Princípio ao Fim, que é um grande e comovente espetáculo? Eu, por exemplo, o veria de novo.

Foi a pedido dessa extraordinária amiga que é Fernanda Montenegro. Como eu já tinha escrito um espetáculo basicamente político, Liberdade, liberdade (com Flávio Rangel), resolvi não me repetir e me fixei num ponto de vista humanístico que é a qualidade essencial daquele meu trabalho.

Que é que você me diz de sua experiência como ator?

Sensacional e inútil. Sensacional por causa da segurança que se ganha ao perceber uma possibilidade total de comunicação, e isso é emocionante. Inútil porque não tenho nada a fazer com o resultado dessa experiência. A comunicação que busco é toda outra, íntima e definitiva.

Millôr, você já sentiu com toda a humanidade a centelha de uma coisa que uns chamam de gênio, mas não é gênio, é bastante comum: é uma visão instantânea das coisas do mundo como na realidade são?

Se é isso que chamam de gênio, então está para mim. Só vejo isso. Tenho mesmo a impressão de que nada do que vejo é comum. A mim me faltam todas as noções das coisas do mundo tal como ele é. Mas essa espécie de lucidez de que você fala, a lucidez do absurdo, essa eu tenho no meio da maior paixão. Creio mesmo que um dia vou estourar de lucidez, isto é, ficar louco.

Conte-me algo de sua infância.

Dura! Dura! Linda! Linda! O Méier, naquela época, era praticamente rural. Eu aprendi a nadar em um pântano, cheio de rãs. Aprendi a amar num quintal fazendo bonecos de tabatinga junto com as meninas. Essa infância durou até os dez anos. Aí, um dia, na morte de minha mãe, chorando horas embaixo de uma cama, eu consegui a paz da descrença. Aos dez anos, pois é.

De que modo lhe vem a inspiração, Millôr? Você sente que vem de seu inconsciente?

Creio que exatamente de todos os modos. Mas não penso que seja precisamente inconsciente. Mesmo quando parece inconsciente acho que o núcleo da inspiração é uma vivência qualquer (imagem, som, dor, angústia) antes arquivada e de repente, por qualquer motivo (também exterior), ressuscitada. Mas meu caso é muito especial: não sou um escritor, sou um profissional de escrever.

Falamos sobre várias personalidades; em seguida perguntei-lhe:

Quais os homens que você mais admira e por quê?

Vou limitar a pergunta, no tempo e no espaço. E prefiro assim ter a coragem de escolher um homem de meu tempo e de meu espaço. Vinicius de Morais. Pelo muito que somos iguais, pelo imenso que nos separa, eu elejo o poetinha como o dono de uma visão de vida essencial.

De conversa puxa conversa, passamos, não sei como, a falar da morte.
Como é que você encara o problema da morte? A morte é um problema para você?
Acho o problema da morte fascinante (talvez porque eu não a sinta perto de mim). Gostaria mesmo de morrer já para, sem trocadilho, viver essa experiência. Desde que me fosse dado, depois, voltar apenas para contar como foi.
Voltamos a falar da vida e sobre o que mais nos importava.

O que mais importa na vida?

A relação humana. O amor. A paixão, nisso incluída. Também, ou sobretudo, as paixões condenadas, de homem com homem e mulher com mulher. Como sou aquilo que a sociedade chama de saudável e normal, as paixões anormais merecem o meu maior respeito.

Se você não fosse escritor, o que seria?

Um atleta. Eu sou, fundamentalmente, um atleta frustrado. Aliás, essa é a única frustração que me ficou de uma pré-juventude (de dez a 17 anos) excessivamente dura.

Em matéria de escrever, você sente, na sua trajetória, um progresso?

Acho que sim. Sobretudo se comparar o início com a fase atual, o que não é vantagem porque eu comecei a escrever em jornal aos 13 anos de idade. Só um debilóide não teria progredido. De qualquer forma, continuo tentando me renovar sempre, num gosto por buscar formas e visões novas, que ainda não perdi.

E, em matéria de vida, de maneira de viver, você sente um progresso que vem da experiência?

Acho que sim. Mas será que os outros acham? Nada me surpreende mais, por exemplo, do que ouvir dizer que sou agressivo. Porque eu me sinto a flor da ternura humana. Mas será que sou? De qualquer forma, há dentro da minha mais profunda consciência a certeza de que o gênio do ser humano está na bondade. Isso eu procuro.

Concordei com ele sobre a bondade.

Também eu a procuro com humildade e ao mesmo tempo com veemência. Millôr, você ainda faz hai-kai? (Hai-kai é um estilo poético popular japonês, aparecido há mais ou menos quatro séculos.)

Posso fazer. Vou fazer dois:

Você pode crer
O pior cego
É o que quer ver.
Esta é a verdade
Eu sou um homem
De minha idade.

Pequim x Liberdade

Achei um video muito interessante, estariam eles realmente preparados para receber o mundo? - Vide que aparece uma entrevistada que poderá jurar que nada é controlado. Parabéns ao Marcelo Tas pela matéria, e "cuidado por ai rapaz".