Gabriel Buchmann [update]


[UPDATE] 10/08/2009



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Conheça a história

Ha muito tempo recebo por e-mails algumas informações que separo por parâmetros de importância, não sou alguém que cita muitas informações desnecessariamente ou para quem não se deve. Mas neste caso eu irei divulgar a vocês a historia e o acontecido com uma pessoa que nunca tive contato, mas percebo a gravidade e a preocupação dos próximos a ele. Este e-mail me veio de amigos pessoais. Espero que possa ajudar divulgar sobre a história de Gabriel e assim dar apoio a família.

Ajude a encontrar o Gabriel Buchmann















Essa é a história de Gabriel Buchmann. Gabriel é um economista brasileiro de 28 anos que está perdido desde sexta da semana passada no Monte Mulanje, no país Centro-Africano do Malawi, um dos países mais pobres do mundo. Precisamos de ajuda para manter o assunto na mídia e garantir a continuidade do apoio governamental. Explicamos como no final do e-mail.

Ao longo do último ano, Gabriel Buchmann viajou por dezenas de países na Ásia, Oriente Médio e África. Sempre com poucos recursos, à base de carona e com a ajuda de pessoas locais. Sua intenção era conhecer o mundo, suas belezas, suas dores, seus erros, a pobreza, a injustiça dos homens contra a natureza e contra seus semelhantes.

Gabriel é um economista brilhante. No vestibular, foi primeiro lugar geral na PUC-Rio. Na faculdade, fez duas graduações: em Economia e Relações Internacionais. Ao longo da faculdade ganhou 2 bolsas para estudar na Europa, na Science-Po francesa e depois na Universidade de Madri. Voltou ao Brasil para completar sua monografia, em reforma agrária. Depois, iniciou o mestrado na própria PUC-Rio, defendendo a dissertação sobre a relação entre educação, fertilidade, e o sistema político do país.

Ao terminar o mestrado, ingressou no Centro de Políticas Sociais da FGV onde trabalhou na avaliação de diversos programas do governo. Essa seria sua preparação para o seu doutorado em Economia da Pobreza, na Universidade da Califórnia.

Antes do doutorado, Gabriel falou que precisava entender a pobreza mais de perto, e essa foi uma das suas razões para sua viagem à Ásia, Oriente Médio e África. Não que ele não a conhecesse. Ainda na faculdade, embarcou num avião do correio aéreo nacional para a Amazônia, onde subiu o pico da neblina e conviveu nas comunidades pobres locais. Abandonou o verão do seu Rio de Janeiro para passar meses em cidades do sertão nordestino, onde fazia questão de ir àquelas mais pobres e se hospedar na casa das pessoas humildes da região. O seu interesse era a vida deles, os problemas deles.

Para Gabriel, a estrada é conhecer e viver. Esse é um trecho do e-mail que ele escreveu no dia primeiro de junho. Poderá ser lido mais no blog aqui.

“mas o melhor de tudo é que aqui na África to conseguindo por em pratica a viagem que sempre idealizei...hoje ficarei em hostel pela segunda vez desde que pisei no continente, todos os outros dias dormi e comi na casa de locais, gastando uns 2-3 dolares por dia, o que me permitiu a cada dia distribuir meu daily budget entre as pessoas que me hospedaram, alimentaram, etc...to muito feliz com isso, de conseguir estar vivendo grande aventuras e realizando uma viagem de profunda imersão no continente africano, absolutamente não turística, e de forma totalmente sustentável, transferindo 80% dos meus gastos pra africanos pobres... e aqui com quase nada vc faz uma substancial diferença na vida das pessoas...esse amigo meu congoles, por exemplo, com 12 dólares paguei o aluguel mensal da casa da família dele, esse menino com 40 dólares garanti um ano escolar pra ele numa escola super legal...”


Malawi era o último país que ele iria visitar. Dia 28, estaria (está!) com viagem marcada de volta ao Rio. Gabriel já está desaparecido há mais de duas semanas, mas em 1994 um Malawiano passou 3 semanas sozinho no monte, sendo encontrado numa trilha após ter desmaiado de fome. Houve ainda outros casos de resgate. Ajude-nos a encontra-lo.

Deixo aqui o espaço aberto para divulgar novidades sobre Gabriel, e exponho meu apoio e ajuda a família. Sei que Gabriel estará bem e logo de volta ao nosso país.

Como você pode ajudar: -

Blog - http://ajudegabrielbuchmann.blogspot.com
Twitter - http://twitter.com/ajudegabriel
Mande um e-mail de apoio para ajudegb@hotmail.com

Segue abaixo o último e-mail, com data de 01 jun de 2009, de Gabriel à familia. Agradeço aos amigos que enviaram a informação para divulgação:

Carissimas mamae, namorada e joao,
meus grandes parceiros de mochilagem desta fantastica trip,
e querida irmazinha,

depois de mais de uma semana mergulhado de cabeca no coracao da africa encontrei este cyber cafe aqui em Jinja, interior de Uganda e em frente a foz do rio Nilo...e vos escrevo pra dizer que estou maravilhosamente bem...

meus dias aqui na africa estao sendo absolutamente fantasticos ! ! ! ... depois de passar uns dias na casa de um refugiado congoles nos suburbios pobres de nairobi, fui parar nem sei direito como na remota tribo dos massais no kenia, onde passei dias correndo atras de girafas, zebras e antilopes com lancas e espadas e vivendo a vida tribal dos caras, dormindo em ocas, etc...e entre outras aventuras pelo kenya terminei em grande estilo, fazendo um safari de bike com um amigo meu massai num parque nacional lindissimo... to muito roots, andando ha uma semana enrolado em cangas coloridas e carregando um cajado e uma espada de aco...e so sei que desde que cheguei na africa nao vi NENHUM muzumgo (white man} alem de mim...

ah, e hoje no meio de tudo coloquei uma crianca na escola...eh uma longa estoria mas, resumidamente, depois de passar o dia passeando por uma vilarejo aqui de uganda com um menino que entre outras coisas me apresentou a sua familia pauperrima e de por acso visitar uma escola publica e falar com o diretor, acabei que paguei pela matriulas, mensalidades e todas as despesas do menino ate o fim do ano e me comprometi a se ele me mandar o bolteim dele continuar pagando pelos proximos anos...

mas o melhor de tudo eh que aqui na africa to conseguindo por em pratica a viagem que sempre idealizei...hoje ficarei em hostel pela segunda vez desde que pisei no continente, todos os outros dias dormi e comi na casa de locais, gastando uns 2-3 dolares por dia, o que me permitiu a cada dia distribuir meu daily budget entre as pessoas que me hospedaram, alimentaram, etc...to muito feliz com isso, de conseguir estar vivendo grande aventuras e realizando uma viagem de profunda imersao no continente africano, abnsolutamente nao turistica, e de forma totalmente sustentavel, transferindo 80% dos meus gastos pra africanos pobres... e aqui com quase nada vc faz uma substancial diferenca na vida das pessoas...esse amigo meu congoles, por exemplo, com 12 dolares paguei o aluguel mensal da casa da familia dele, esse menino com 40 dolares garanti um ano escolar pra ele numa escola super legal, hoje dei 2 dolares pra uma mulehr que me convidou rpa conhecer acasa dela e ela se ajoelhou e quase chorou...

podia escrever horas sobre essa minha primeira semana aqui na africa, to realmente muito contente por tudo aqui estar superando minhas melhores expectativas...mas to escrevendo mesmo pra dar um sinal de vida, pois essa noite passei fazendo 4 baldeacoes pra atravessar do kenia pra uganda durante a madrugada e andei o dia inteiro visitando dezenas de casas de agricultores, missoes, escolas, etc, numa vila aleatoria aqui no interior de uganda...

tenho encontrado pessoas incrivies e facinantes a cada dia que me apresentam a outras e de conexao em conexao vou penetrando aos poucos na alma da africa... tenho arranjado contatos incriveis e, semana que vem, depois de prestar minhas homenagens as vitimas do genocidio de ruanda e de sei-la-o-que-me-espera no burumdi, vou visitar um garimpo de diamantes e os pigmeus nas selvas do congo com o irmao de um amigo, um campo de refugiados na tanzania onde mora o tio de outro amigo que fiz aqui, tentar arrumar uma forma afordable de subir o kilimanjaro e entao espero minha linda cris chegar em Dar Es Salaam pra mais uma lua-de-mel em grande estilo...

ta bom, um paragrafo sobre os dois melhores amigos que fiz no Kenya...

Alex Alembe. Tava no ultimo ano de engenharia em Uvira, sua cidade no Congo. Certa noite uma milicia invadiu sua casa. Mataram sua mae e sua irma mais nova, mas ele conseguiu fugir pela janela. Foi parar num campo de refugiados na Tanzania, onde ficou por 4 anos, se casou com uma tanzaniana e teve 3 filhos. Se mudou pra um suburbio de Nairobi e passou os ultimos anos trazendo ouro e diamantes de garimpos no congo e revendo em outros paises da East Africa. Conseguiu construir uma casa confortavel, e nela alojar sua familia e varios orfaos. Voltando de uma de suas viagens, assaltaram o onibus onde estava e levaram suas maletas com tudo seu, dinheiro, diamantes e passaporte. Perdeu tudo. Se mudou com toda a familia pra um casebre de 12m2. Mesmo assim, continua levando a cabo 3 projeots sociais, dando cafe da manha pra 20 criancas, amparando viuvas de vitimas de aids e organizando um futebol todas as tardes. Ta juntando tudo o que pode pra se candidatar pra deputado provincial no congo nas proximas eleicoes. TIA. This is Africa.

Leonard. Massai cuja mae me hospedou em sua casa em Iwatso Ogindong. Tava no ultimo ano de administracao na universidade de Nairobi. Depois de 3 anos de seca na terra dos massais, teve que largar a faculdade pra levar o gado que sobrou de sua familia pra melhores pastagens. Andou 8 dias por 500 km levando 100 cabecas atravessando cidades, inclusive passando pelo aeroporto de Nairobi. Luta pra preservacao da cultura massai e sonha em casar com uma americana, de preferencia gorda. Me batizou com um nome massai, Lemaya. Seu irmao, Brain, tem 20 anos e eh respeitado na tribo. Aos 14 matou um leao e assim atingiu a maturidade. Aos 15 se casou com uma menina de 12 e outra de 13, que seus pais escolheram. Me deu sua espada de presente. TIA. This is Africa.

fui.

mamae, desculpa nao te ligar ha tanto tempo, farei o maximo pra faze-lo amanha de kampala, capital do pais...
cris, te escrevo em seguida...
johnny, boa russia pra ti, irmao! Russia Haracho! Russia Kracivaia!

beijos,
gabriel

abs,

[UPDATE] 10/08/2009

Sobre INFLUENZA A (H1N1) - Dúvidas [ Update ]

Tire todas as suas dúvidas sobre a gripe suína ou INFLUENZA A (H1N1).

O Ministério da Saúde está fazendo todos os esforços possíveis para deixar a população informada sobre a Influenza A (H1N1). O trabalho da imprensa tem ajudado também a esclarecer os brasileiros sobre a nova gripe. O Ministério mantém no seu site www.saude.gov.br um espaço específico para o tema, que traz informações atualizadas, além de colocar à disposição da população o atendimento gratuito pelo Disque Saúde 0800 061 1997. Veja algumas dúvidas e as respostas:

1 - Qual é a previsão de produção da vacina contra a influenza A (H1N1) no Brasil?
O Instituto Butantan, ligado à Secretaria de Saúde do Governo do Estado de São Paulo, é responsável no Brasil por desenvolver as vacinas contra a gripe comum (sazonal) e estará à frente também do desenvolvimento da gripe contra a influenza A (H1N1). A vacina a ser produzida no Brasil estará disponível no próximo ano. Além de desenvolver a vacina, o MS avaliará, junto ao Butantan, a necessidade de comprar vacinas prontas de outros fabricantes.

2 – Haverá cadastramento de novos laboratórios para realização de exames de diagnóstico?
Atualmente, três laboratórios de referência fazem o exame de diagnóstico da influenza A (H1N1) no Brasil: Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz/RJ), Instituto Evandro Chagas (IEC/PA) e Instituto Adolf Lutz (SP). Há a possibilidade, agora, de credenciamento de Laboratórios Centrais (Lacens) para centralizar a realização desses exames nos estados, além dos três laboratórios de referência. Isso já está em curso para os estados do Rio Grande do Sul, Paraná e Minas Gerais, mas ainda não há data definida para essa habilitação.

3 - Como é realizada a distribuição do medicamento?
A distribuição dos medicamentos é centralizada. O Ministério da Saúde envia os remédios aos estados, respondendo às solicitações das Secretarias Estaduais de Saúde. Cabe a elas não só indicar as unidades de referência no atendimento da nova gripe, como também ampliar o número de unidades para realização do tratamento. Outras unidades podem ser indicadas para atender os casos e usar o antiviral.

4 - O Brasil tem medicamento suficiente para enfrentar a influenza A (H1N1)?
Sim. O Ministério da Saúde tem medicamento suficiente para enfrentar a pandemia de influenza A (H1N1). O MS tem um estoque de 9 milhões de tratamentos em pó. Eles foram adquiridos em 2005, época de uma possível epidemia de gripe aviária. Além disso, na terça-feira (21 de julho), o governo federal recebeu mais 50 mil tratamentos. Desses, 15 mil vão para o Rio Grande do Sul, estado entre os mais afetados pela doença. Outros estados com maior número de casos também receberam quantidade adicional de tratamento. Até o fim de julho, o MS vai receber mais 150 mil tratamentos. Nas próximas semanas, será um milhão a mais de medicamentos disponíveis, além do que está estocado em pó. O Ministério esclarece que o estoque de remédios está de acordo com as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS).

5 - Quais os critérios de utilização para do medicamento fosfato de oseltamivir?
Apenas os pacientes com agravamento do estado de saúde nas primeiras 48 horas, desde o início dos sintomas, e as pessoas com maior risco de apresentar quadro clínico grave serão medicados com o fosfato de oseltamivir. Os demais terão os sintomas tratados de acordo com indicação médica. O objetivo é evitar o uso desnecessário e uma possível resistência ao medicamento, assim como já foi registrado no Reino Unido, Japão e Hong Kong. É importante lembrar, também, que todas as pessoas que compõem o grupo de risco para complicações de influenza requerem avaliação e monitoramento clínico constante de seu médico, para indicação ou não de tratamento com o fosfato de oseltamivir.

6 - Quem está no grupo de risco?
O grupo de risco é composto por idosos, crianças menores de dois anos, gestantes, pessoas com diabetes, doença cardíaca, pulmonar ou renal crônica, deficiência imunológica (como pacientes com câncer, em tratamento para AIDS), pessoas com obesidade mórbida e também com doenças provocadas por alterações da hemoglobina, como anemia falciforme.

7 - Por que o Rio Grande do Sul registra tantos casos da influenza A (H1N1)?
Todos os anos, o Brasil registra ocorrências de casos graves e óbitos por gripe e doenças associadas, como pneumonia, em todas as regiões. Neste período do ano, que é inverno, sempre há maior ocorrência desses casos, em especial no RS e nos outros estados do Sul e Sudeste. Isso porque eles têm o inverno mais rigoroso e mais prolongado. Além disso, no caso especifico da influenza A (H1N1), há países com maior número de casos que fazem fronteira com o Rio Grande do Sul, como é o caso da Argentina. A disseminação da doença aumenta e não é indicado controlar o fluxo de pessoas na fronteira, pois isto não tem efeito na disseminação da doença.

8 - Grávidas podem tomar fosfato de oseltamivir?
Não há registros de efeitos negativos do uso do fosfato de oseltamivir em mulheres grávidas e em fetos. No entanto, como medida de precaução e conforme orientação do fabricante, esse medicamento só deve ser tomado durante a gravidez se o seu benefício justificar o risco. Essa decisão deve ser tomada de acordo com indicação médica.

9 - Existe transmissão sustentada do vírus da Influenza A (H1N1) no Brasil?
Desde 24 de abril, data do primeiro alerta dado pela OMS (Organização Mundial da Saúde) sobre o surgimento da nova doença, até o dia 15 de julho, o Ministério da Saúde só havia registrado casos no país de pessoas que tinham contraído a doença no exterior ou pego de quem esteve fora. No dia 16 de julho, o Ministério da Saúde recebeu a notificação do primeiro caso de transmissão da Influenza A (H1N1) no Brasil sem esse tipo de vínculo. Trata-se de paciente do Estado de São Paulo, que morreu no último dia 30 de junho. Esse caso nos deu a primeira evidência de que o novo vírus está em circulação em território nacional. Todas as estratégias que o MS deveria adotar numa situação como esta já foram tomadas há quase três semanas. O Brasil se antecipou. A atualização constante de nossas ações contra a nova gripe permitiu que, neste momento, toda a rede de saúde esteja integrada para manter e reforçar as medidas de atenção à população.

10 - Qual a diferença entre a gripe comum e a Influenza A (H1N1)?
Elas são causadas por diferentes subtipos do vírus Influenza. Os sintomas são muito parecidos e se confundem: febre repentina, tosse, dor de cabeça, dores musculares, dores nas articulações e coriza. Por isso, não importa, neste momento, saber se o que se tem é gripe comum ou a nova gripe. A orientação é, ao ter alguns desses sintomas, procure seu médico ou vá a um posto de saúde. É importante frisar que, na gripe comum, a maioria dos casos apresenta quadro clínico leve e quase 100% evoluem para a cura. Isso também ocorre na nova gripe. Em ambos os casos, o total de pessoas que morrem após contraírem o vírus em todo o mundo é, em média, de 0,5%.

11 - Quando eu devo procurar um médico?
Se você tiver sintomas como febre repentina, tosse, dor de cabeça, dores musculares, dores nas articulações e coriza, procure um médico ou um serviço de saúde, como já se faz com a gripe comum.

12 - O que fazer em caso de surgimento de sintomas?
Qualquer pessoa que apresente sintomas de gripe deve procurar seu médico de confiança ou o serviço de saúde mais próximo, para receber o tratamento adequado. Nos casos de agravamento ou de pessoas que façam parte do grupo de risco, os pacientes serão encaminhados a um dos 68 hospitais de referência.

13 - Por que o exame laboratorial parou de ser realizado em todos os casos suspeitos?
Essa mudança ocorreu porque um percentual significativo — mais de 70% — das amostras de casos suspeitos analisadas em laboratórios de referência, antes dessa mudança, não era da nova gripe, mas de outros vírus respiratórios, ou não era de nenhum virus. Com o aumento do número de casos no país, a prioridade do sistema público de saúde é detectar e tratar com a máxima agilidade os casos graves e evitar mortes.

14 - Os hospitais estão preparados para atender pacientes com a Influenza A (H1N1)?
Atualmente, o Brasil possui 68 hospitais de referência para tratamento de pacientes graves infectados pelo novo vírus. Nestas unidades, existem 900 leitos com isolamento adequado para atender aos casos que necessitem de internação. Todos os outros hospitais estão preparados para receber pacientes com sintomas leves de gripe.

15 - Como eu posso me prevenir da doença?
Alguns cuidados básicos de higiene podem ser tomados, como: lavar bem as mãos frequentemente com água e sabão, evitar tocar os olhos, boca e nariz após contato com superfícies, não compartilhar objetos de uso pessoal e cobrir a boca e o nariz com lenço descartável ao tossir ou espirrar.

Agradeço ao Ministério da Saúde pelas informações.

Aproveito e deixo mais dois links com informações bem relvantes ao assunto. A Du do blog A Moça dos Sonhos, postou sobre o assunto novas dicas. E, minha Luz, Luma postou sobre o assunto também no Luz de Luma. É só clicar.
Abs,

Transpiração Musical

Quem disse que precisa ter centenas de milhares em reais para se fazer um ótimo vídeo clipe? Veja e me diga:


Franz Ferdinand, “Can’t Stop Feeling”


SOUR "Hibi No Neiro"



Vi lá no Urbe. ;)

abs,

E os jovens?

Sempre se ouve dizer que os jovens de hoje são o futuro do amanhã. Parece óbvio. Mas, que tipo de futuro terá o jovem de hoje? Saber discernir, escolher e decidir são os grandes desafios da juventude. É preciso preparar os jovens para essa realidade.

Há quem diga que antigamente as pessoas ‘envelheciam cedo’. E há quem defenda que o jovem de hoje é obrigado a amadurecer, decidir e resolver sua vida mais cedo do que outras gerações. Pela velocidade das informações, verdade seja dita: o jovem se vê obrigado a ingressar bastante cedo no mundo dos adultos, sob pena de ‘ficar de fora’. E o que muitos se perguntam e nos perguntam é: “Como entrar no mundo dos adultos se ninguém aponta o caminho?”.

Para os adultos que definem as estruturas, é mais fácil restringir os espaços dos jovens a moda, droga, sexo e violência. E isso, para quem tem recursos financeiros. Afinal, é fácil aborrecer o jovem e induzi-lo ao consumo, garantindo o lucro de quem detém o poder. E o futuro?

Com exceção dos ambientalistas, poucos verdadeiramente pensam no futuro. Está na hora de o jovem começar a pensar, independentemente de estar na faculdade ou nas drogas; de ser rico ou pobre. Para isso, é necessário se desvincular um pouco da estrutura atual. Sair do jogo, subir na arquibancada e enxergar a partida de outra perspectiva. Ver um pouco de cima, analisar, voltar para o jogo, e começar a ganhar o jogo. Se nada for feito, vamos perder de goleada!

Família, amizade, religião, honestidade, saúde e dignidade são palavras que sumirão de nosso vocabulário, para não dizer da nossa vida. Fazem falta ou não? Quem já perdeu qualquer uma dessas condições sabe como isso contribui para nos deixar mais fragilizados e indecisos. É por isso que o jovem deve experimentar, aos poucos, colocar em sua vida valores que levaram seus pais a crescer e bancar seu nascimento. Afinal, alguém decidiu não optar pelo aborto; alguém decidiu transmitir ensinamentos de fé; alguém foi honesto, carinhoso, tratou da sua saúde e do seu bem-estar. Ao longo da vida, percebemos como as boas decisões nos elevam em todos os sentidos.

Se eu puder dar uma palavra a um jovem, direi: “Faça a coisa certa. Sem dúvida nenhuma, seu coração e sua razão sabem o que é certo. Não se despreze e não permita que ninguém o faça. Para isso, basta uma coisa: seja jovem, tenha vida, faça o certo e seja inconformado com a estrutura do errado. Você hoje está fazendo o amanhã”.

abs,