Sobre o seu trabalho

Onde quer que existam pessoas, existem conflitos. O ambiente corporativo não é exceção. Por mais saudável e bem administrada que seja uma empresa, por mais inteligente e bem aplicada que seja sua política de recursos humanos, ainda assim haverá espaço para que proliferem intrigas, antipatias e disputas pelo poder.

Dentre os agentes que mais desencadeiam problemas no ambiente de trabalho, sobressai a figura do ‘puxador de tapetes’. Ressentido, ele se acha melhor do que todo mundo e não perdoa os colegas que ganham mais ou que ocupam um cargo mais alto na hierarquia. Ele só enxerga as ‘injustiças’ das quais se considera vítima. Nunca admite que outra pessoa fez por merecer uma promoção, um prêmio ou uma viagem porque se empenhou de corpo e alma na busca por um bom resultado, ou porque abraçou um projeto, ou, ainda, porque preferiu abdicar de algumas horas de lazer para se aprimorar na profissão. O puxador de tapetes vai optar, sempre, por rotular os vitoriosos como ‘puxa-sacos’ e ‘oportunistas’. Mas – vale lembrar! –, na primeira oportunidade que surgir, o puxador de tapetes não hesitará em tentar obter para si mesmo as benesses que ele não tolera ver concedidas aos outros. E, e o que é ainda pior, nas maior parte das vezes esse tipo de pessoa não hesita em se valer de recursos desonestos para chegar aos objetivos pretendidos.

Uma boa história para apascentar os ânimos dos puxadores de tapetes é a de Dionísio I, Imperador de Siracusa, na Sicília, que reinou no século IV a.C. Segundo uma anedota histórica, Dionísio era muito invejado por um de seus cortesãos, Dâmocles. Certa noite, o monarca propôs trocar de lugar com o plebeu, para que este sentisse um pouco o ‘sabor’ do poder.

Durante o banquete, Dâmocles, feliz da vida por estar sentado no trono do Imperador, saboreando iguarias raras e vinhos maravilhosos, olhou para o alto. E, apavorado, viu uma espada afiadíssima, segura apenas por uma fina crina de cavalo, com a ponta voltada diretamente para a sua cabeça. Diante do inesperado, Dâmocles questionou Dionísio, que explicou: o monarca dispõe de riqueza, conforto e pessoas prontas a obedecê-lo; no entanto, não pode vacilar nunca, pois aquela espada permanece suspensa sobre sua cabeça todos os dias, todas as noites, desde o primeiro instante de seu reinado.

De forma semelhante, quem ocupa um cargo na hierarquia de uma empresa está sempre exposto ao risco de ser atingido pela espada de Dâmocles. Seus erros, suas falhas, suas hesitações, podem lhe valer, senão a “morte” literal, pelo menos a morte profissional. E essa tensão se torna maior na medida em que os degraus da hierarquia vão sendo galgados.

Outra personagem complicada do ambiente corporativo é o profissional cabotino, aquele indivíduo que adora propagandear seus feitos e age como se as conquistas e realizações fossem um mérito exclusivo dele, e não o resultado do trabalho de uma equipe.

O termo ‘cabotino’ vem do francês e tem sua origem em um ator parisiense do século XVII, chamado Cabotin. O artista costumava fazer turnês pelas cidades da França, e quando chegava a um lugar, alardeava que o maior e mais talentoso ator do mundo se apresentaria em tal data e tal horário. Estimuladas, as pessoas se empenhavam em ver o ‘artista maravilhoso’, e se surpreendiam quando, no palco, surgia ninguém mais ninguém menos que o próprio ‘propagandeador’ do ‘mestre’ Cabotin...

A mesma coisa acontece quando esse tipo de profissional ‘alardeia’ seus feitos, suas inovações, suas descobertas. Não raro, esses ‘gênios’ não passam de pessoas com desempenhos medianos ou até inferiores à média, e raramente duram nos empregos e cargos que conquistam na base da autopromoção. Quando suas máscaras caem, eles simplesmente abandonam o show e tentam conquistar os incautos de outras praças.

Como se livrar de pessoas assim e evitar que elas contaminem o ambiente corporativo? Eis aí uma questão de difícil resposta. Mas, quando mais atenção for dada à real meritocracia, menos espaço sobrará para que os profissionais sem conteúdo ou de caráter duvidoso espalhem seus tentáculos.

Abs,

Ideias e ideias

Sabe quando você tem aquele momento, bem único, de algo que pode mudar um fato, e quando você sabe como fazê-lo, mas vai modificando conforme o tempo?

Seja para bom ou ruim, as boas ideias sempre estão por ai. Depende muito de nós em como executá-la.

Neste país o que não falta é o político boa praça dentro de nós, então porque a maioria que esta comandando "é do mau"? Fácil, assim como não queremos realmente ser técnicos de nossos times de futebol favorito, não queremos comandar um país o qual precisa de muitos ajustes, e na qual teremos muitas barreiras a enfrentar. Diga-se de passagem: Preguiça.

Então, como mudar?

Criamos o famoso "jeitinho brasileiro" para muitas coisas e com isto, o nosso futuro está em cheque. Hoje em dia o que é normal acontecer? Incidências ocorrem constantemente e os motivos cada vez mais obscuros ou claros demais, mas na maioria das vezes com motivações erradas.

Há algum tempo eu fiz um post na qual coloquei um vídeo, o post era intitulado: Vamos pensar simples? Praticidade, envolvimento e perspicácia, faltam nesta nossa cuca do dia a dia.

Ontem houve um rápido debate com a @samegui e a @lidifaria sobre um projeto que se vende como uma solução para muitas coisas de nossa Arte Teatral Brasileira. O projeto convidou alguns blogueiros interessantes, outros... Duvidosos, somente pelo fato de a cultura não ser o forte de seus conteúdos, para divulgar seu produto. O debate no twitter se deu na questão de entender o projeto.

É bom para quem?

O projeto, segundo o próprio site:

Difunde, para todo o Brasil e para o mundo, cultura e espetáculos – até então limitados ao espaço físico onde se apresentavam – contribuindo para que tenham um alcance maior de público e possam ser consumidos por todas as classes sociais. Nesse sentido, a Cennarium é um projeto de inclusão sociocultural inédito no mundo, pois promove o acesso da população a uma opção alternativa de cultura.

Quais seriam todas as classes sociais? O site necessita de uma conexão rápida para assistir, precisam-se comprar também tickets online. Atualmente em nosso país no máximo temos 15 milhões de conexões rápidas, isto em todo país, com uma população estimada em 200 milhões de pessoas.

[O site também cita que em uma conexão baixa pode-se assistir, mas teria que esperar o video todo ser baixada para depois clicar em play. Mas sabemos que para esta opção, é quase nula a participação deste publico de banda discada]

Então digamos que 7,5% da população ganharão acesso a isto. Mas... Isto já não é um fato, hoje? Apenas 7,5% já não têm acesso aos Teatros?

As peças estarão em HD, alta definição e bom áudio. Então temos que ver quais computadores está com a disponibilidade de tal tecnologia. Vamos diminuir então 4,5% - que são computadores populares sem tal tecnologia de placa de video e som, sem tela boa para assistir, sem as saídas VGA ou HDMI para TVs e excluir os computadores de Lan House que são inseguros para compras online - Então nos sobrou 3% da população geral do País que terão acesso ao projeto.

É para se pensar já que o projeto se vende, também, na ideia de: “disseminar e incentivar o desenvolvimento da indústria de entretenimento cultural, e especialmente ser um instrumento de fomento do teatro brasileiro”, segundo o blog Garotas Nerds.

Porém, para as cia de teatro e peças existira a possível venda de espaço publicitário e geração de receita baseado nessas vendas de tickets e publicidade. A peça poderá ir aonde nunca poderia por falta de investimento. Isto é bom. Também um cadastro dos artistas online, assim como hot-site para os espetáculos.

Em minha opinião geral, a ideia é interessante, mas pouco pratica.

Entenda. Como atingir quem não vai a teatro se está impondo limitações? Qual a garantia de que vá arrecadar novos espectadores?

Com ideias focalizadas em praticidade para quem "pode bancar", acredito que projetos deste porte faz com que o nosso governo sinta-se a vontade em investir pouco na nossa cultura, em nossos patrimônios públicos, em nossas cia de teatro e em geral, etc... Peças como O Despertar da Primavera, que é um open mind para jovens, sofre com a falta de investimentos. Outras de menor conhecimento passam pelo mesmo. Como esse projeto beneficiara tais peças?

Vamos usar O Despertar como exemplo. Eles ficaram apenas uma semana em cartaz em São Paulo, suponhamos que a peça não entrará mais cartaz, mas temos a peça nos servidores do projeto. Acesso o site, pago 30 tickets e assisto a hora que quero. Isto é sensacional, porém, o único que vai se interessar pela peça sou eu que já conheço, e no mais, vou incentivar algum amigo de conexão boa e disposição para ficar perto do pc. - ou comprar um cabo que transmita o pc até a televisão – a ver a peça também. Cômodo, certo?

Como a peça vai chegar a lugares que não tem investimento em tecnologia? Como vamos apresentar à peça as pessoas que não conhecem, via o site?

Quem garante que alguém vai pagar por um ticket, não pegue seu notebook e transponha a um projetor que passara para toda uma empresa ou comunidade – Sendo que a mesma custaria 1 ticket por espectador -? Quem garante que o vídeo do acervo deles estará seguro?

Mostra-me uma central de vídeos online que não dê para fazer o download do mesmo.

Sendo assim, quem garante que o vídeo de nossos teatros não vá parar na próxima banca de DVD pirata?

Um adendo interessante: Se parar na banca de DVD pirata, é garantia de ir para o país todo e para o mundo.

Vamos pensar direito e nas consequencias de nossos atos. Hoje, o projeto parece - em curto prazo - Bom. Amanha, poderá ser a resposta para nossos problemas de teatro, sim. Ou um caos em nossa cultura nacional já tão debilitada.

Criticar é fácil Julio, mas, e a resposta? Sinceramente, eu diria: "A empresa Nortik investiu 10 milhões em tecnologia para promover esse projeto. Por que não compraram um canal de tv a cabo ou HD? Poderiam passar esses teatros via satélite para muito mais pessoas, de ponta a ponta do país.” Ao menos é televisão, fácil de cobrar publicidade e fácil de chegar as pessoas. - Apenas uma ideia jogada, claro.

São alguns pontos que vi, não todos. Sei que muitos outros existem, bons ou não. Pesquisem e entenda.

Como o próprio Jovem Nerd citou em seu twitter: "É um Pay Per View na Web"

Pay Per View, para quem tem em casa já sabe como é vendido: Comodidade. É como o próprio nome diz, Pague Para Ver, ou seja, Pague pela comodidade. Justo. Porém, quantos em nosso país podem pagar para ver, mesmo? #pensata

Não somos norte-americanos, não vivemos em um mundo TiVo. Precisamos de tato, de realidade (não a aumentada, a real), precisamos mostrar a nós mesmos e aos que vem depois de nós que podemos guardar lugares históricos, podemos garantir que veremos peças em lugares bons, bonitos e com valores acessíveis a muitos e, no futuro perfeito, a todos. Principalmente mostrar a iniciativa privada e a governamental que queremos investimentos sérios em nossa cultura!

Vamos salvar o nosso patrimônio. O mesmo que nos faz viajar e sonhar com um dia a dia melhor. Vale ressaltar que minha opinião aqui não é baseada contra a evolução natural. Livros, Filmes e agora teatros estarão online, e acho isto natural. Mas estamos esquecendo a nossa realidade atual, tecnologia, bolso, evolução do país como um todo. Estamos pensando sozinho ao invés de coletivo.

Só peço para que todos reflitam em como estamos tentando evoluir. E como as ideias que tem investimento, não raras vezes, são sugestionáveis.

Pense!

Abs,

O Despertar da Primavera - O Musical [Promoção - Update Ganhador]

E a ganhadora da promoção foi a

Mayuri Yonemaru disse...

Creio que tabus são questões que, mesmo presentes em todo lugar, a sociedade prefere ignorar ao invés de enfrentar. São assuntos rodeados de preconceito e discriminação, sendo que num mundo mais progressista poderiam ser encarados com leveza, aceitação ou no mínimo respeito. E todos que vivem num medo constante - como por exemplo os jovens que escondem a homossexualidade, em conflitos internos que muitas vezes podem levá-los ao suicídio - teriam muito mais liberdade para viver suas vidas e serem quem realmente são. Todos esses tabus costumam ser vistos com maus olhos pela Igreja, da homossexualidade ao suicídio, do aborto à eutanásia, do sexo antes do casamento à gravidez precoce. Mas os fieis encegueirados não se lembram de um ensinamento crucial: odiar o pecado, mas amar o pecador. O problema mesmo é continuar vendo assuntos tão comuns e inevitáveis tratados como pecado, como tabu, como incômodos.



Por favor, envie seu nome completo para juliuspub@gmail.com

Obrigado aos 3405 acessos e a todos os participantes.

Até a próxima.

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Em 1891, o dramaturgo alemão Frank Wedekind escreveu Spring Awakening, peça que descortinava o universo de um grupo de adolescentes e tocava em temas como o florescer da sexualidade, o incesto, suicídio e a opressão. Mais de um século depois, Duncan Sheik e Steven Sater inseriram o rock'n'roll na vida daqueles jovens e nasceu, em 2006, a versão musical de O Despertar da Primavera - Spring Awakening. A mistura de uma sonoridade contemporânea com um texto clássico recebeu a consagração da crítica norte-americana e oito prêmios Tony, incluindo melhor musical, melhor texto, melhores letra e música.

Chegando por aqui, a versão brasileira da peça, produzida por Charles Möeller e Claudio Botelho, está em cartaz em São Paulo após uma temporada carioca de 23 semanas, onde recebeu excelentes críticas e foi líder em indicações ao Prêmio Shell de Teatro – 2009.

Lá fora é um fenômeno a anos. Veja um vídeo com a Lea Michele, que conhecemos hoje como a Rachel do mega sucesso da Fox, GLEE cantando uma das músicas do espetáculo.


E a Globo News, fez uma matéria muito bacana com o casting nacional. Veja:




Serviço:

"O Despertar da Primavera"
com Malu Rodrigues, Pierre Baitelli, Letícia Colin, Rodrigo Pandolfo e grande elenco.

Quinta, Sexta, Sábado e Domingo.

Teatro Sérgio Cardoso -
R. Rui Barbosa, 153, Bela Vista. - Tel. (11) 3288-0136.
Ingressos: R$ 60,00 (inteira) e R$ 30,00 (meia).
Não recomendável para menores de 14 anos.



abs,

O Médico e o Monstro

Musical da Broadway “O Médico e o Monstro” chega ao Brasil

A Mondo Entretenimento junto com Diego Ramiro e Lilian Cordeiro (Kabuki Produções), Paulo Leal e Sergio Leal (PSL) trazem ao país o musical da broadway “O Médico e o Monstro”

A superprodução conta com grandes nomes, como o cenografista J.C. Serroni e o estilista Fause Haten, que desenvolve os figurinos. A versão brasileira é assinada por Cláudio Botelho e a direção geral artística fica por conta de Fred Hanson, da Broadway.

Para quem não lembra, a história acontece em Londres no ano de 1885, quando o brilhante doutor Henry Jekyll, procurando uma cura para a loucura de seu pai, tenta desenvolver uma fórmula para isolar o lado mau das pessoas, partindo do pressuposto de que todas têm duas personalidades. O médico pede permissão para testar sua fórmula em pacientes de um hospital local e, ao ter seu pedido negado, se voluntaria secretamente como cobaia da experiência, transformando-se em Edward Hyde, seu alterego do mal.

Geralmente gosto bastante de musicais e nunca perco uma versão brasileira. Em particular, gostei bastante do Fantasma da Opera, assisti mais de uma vez no Teatro Abril e recomendei a todos os conhecidos, foi sensacional. [Achei no youtube um vídeo gravado na última apresentação em 2007, veja]

Essa produção estreia em junho e tem custo estimado de R$ 6 milhões, é bastante para padrões brasileiros, mas acredite, é bem mediano para padrões estadounidenses (adorei a palavra).

Nao tenho muitas informações sobre a localização de onde poderá ser esse espetáculo ou previsão para a estréia que deve ser bem em breve. Espero que seja no Teatro Abril, um dos melhores (Só perde no nome. Que tal mudarmos hein, Grupo Abril?)

Curiosidade rápida: A versão brasileira envolve mais de 200 profissionais, contando com 28 atores e uma orquestra de 17 músicos. A peça também já contou com mais de 1.500 exibições no Plymouth Theater em Nova Iorque

No cinema, o filme filosófico de baseado na obra de Robert Louis Stevenson fez muito sucesso ganhando versões vencedoras de Oscars, e prestigio a quem interpretasse tão bem.

Contudo, houve os deslizes em vários filmes atuais como o Van Helsing, de 2004. Acredito que esse filme deteriorou o personagem o transformando em um caractere digno de um conto de Tolkien.


Já, um que gostei - pena que o personagem foi pouco utilizado no filme - veio de uma versão também vinda de HQ, The League of Extraordinary Gentlemen [A Liga Extraordinária, de 2003], que contava com o Sean Connery como Alan Quartermain e Jason Flemyng como o timido Dr. Jekyll (e novamente Hollywood tendenciou a utilizar o personagem como um OGRO que parece ter saído do banheiro de Harry Potter, mas tudo bem). Como o filme veio em 2003, a certeza é plena de que os produtores de Van Helsing foram no mesmo espelho do personagem.


É, acredito que o Dr Jekyll não é visto com bons olhos artísticos em hollywood.

Mas vamos voltar mais ao tempo. Na época em que a sétima arte mostrava a que veio. O primeiro Monstro do cinema foi em 1920, um marco na historia de "O Médico e o Monstro". Nada mais que um filme de horror mudo que entrou na história do terror da época junto com Frankeinstein e Dracúla. Fico feliz em disponibilizar à você um link para o filme completo direto no youtube, é só clicar aqui.

Após este lançamento, varios outros vieram no mesmo período e um de meus favoritos, é a versão de 1931 do diretor Rouben Mamoulian. O filme levou três Oscars, entre eles, o de melhor Ator para o Fredric March. Veja uma das cenas, em que o Médico vira o Monstro. Clássico espetacular.


Indico procurar um pouco mais sobre o assunto ou ler o clássico, The Strange Case of Dr Jekyll and Mr Hyde (originalmente lançado em 5 de Janeiro de 1886).

É isto, ficou a dica!

Abs,

Woodstock Brasil 2010

O evento ainda não esta confirmado!

Nota -

08 de abril de 2010

O grupo brasileiro Totalcom, de Eduardo Fischer, em parceria com a The Groove Concept, esclarece que todas as notícias que estão sendo veiculadas pela imprensa nacional e internacional a respeito de uma possível realização do festival Woodstock no Brasil, inclusive do line-up de bandas, não passam de mera especulação. Informações oficiais sobre eventual realização do evento serão divulgadas oportunamente.

Atenciosamente

Grupo Totalcom e The Groove Concept

abs,

Update - 16 de Junho de 2010

Atenção, o nome real do evento é SWU Brasil, poderá conferir sobre o evento aqui

Sobre o remédio - Abacavir

Ontem em meu twitter eu postei a seguinte mensagem:











Remédio para pacientes com aids está em falta http://bit.ly/axVtlf // E acredite, ninguém do governo sente pressa em resolver o assunto.

A matéria do Estadão cita alguns pontos como, a falta do remédio abacavir que é exclusivamente para os portadores da doença HIV, e também a relutância de muitos à trocarem ou substituírem o remédio por outros "genéricos" ou afins.

Existem coisas e fatos que nos fazem acreditar ter pouco poder como opinião pública. Mas acredito pouco nesta lógica da incredulidade, eu nada fiz além de divulgar o problema já postado pelo jornal O Estado de São Paulo. Mas eis que, para minha agradável surpresa, recebo uma informação do Ministério da Saúde pelo meu facebook.

Nota: Atualmente o Ministério da Saúde esta trabalhando nas redes sociais [ainda não sei por qual empresa] para ajudar à todos, tirando duvidas e respondendo questões vitais sobre muitos assuntos. E para minha felicidade, em meu caso, sobre o assunto citado... Veja:














Julio,

A falta do medicamento Abacavir acontece apenas em alguns estados. No entanto, as substituições por outras combinações já estão sendo feitas e os pacientes que utilizam a medicação já estavam alertados sobre a possível falta.

Até o fim deste mês, o fornecimento do Abacavir estará regularizado no Brasil. Vale ressaltar que não há pacientes sem medicamentos no país.

Atenciosamente,
Ministério da Saúde

Agradeço bastante a informação com rápida do Ministério, e à posto aqui para todos. Caso tiverem problemas relacionados à informação ou o remédio, postem aqui o comentário e vamos atrás novamente de respostas.

E sempre agradeço você, leitor do pub, que faz esse espaço ter a credibilidade, conhecimento e reconhecimento para informar e registrar nosso dia a dia.

Abs,


Marketing Online Versus Offline

Acabei de ler um artigo muito interessante da Clarice Pereira da empresa Link Comunicação, e com toda a licença dirigida, reproduzo aqui para todos.

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Marketing Digital Versus Presencial

A Internet trouxe várias mudanças no comportamento das pessoas. Por estar mais antenada com as novidades, na área de marketing a realidade não poderia ser diferente. A prova disso foi a reformulação das ações mercadológicas aliando o meio tradicional ao digital. Empresas de varejo, como Americanas, Ponto Frio e Wall-Mart são algumas das que já perceberam a importância da web na divulgação de seus produtos. Mas esses conglomerados não se esqueceram da importância de investir em outros meios, sejam veículos de comunicação impressos, televisivos ou radiofônicos.

Mesmo que 66,3 milhões de brasileiros tenham acesso à Internet e que o tempo de permanência online seja de 44 horas no mês, segundo dados do IBOPE Nielsen de 2009, devemos lembrar que o mundo continua sendo analógico e presencial. Por isso, devemos utilizar todos os meios de comunicação para atingir nosso público-alvo. O advento da web trouxe para o marketing uma preciosa ferramenta, mas para atingir um resultado satisfatório é necessário trabalhar com outras formas de divulgação que agreguem valor à marca, e colocar em prática um portfólio ações combinadas para atingir o mercado-alvo.

Dados da empresa de monitoramento de comércio eletrônico e-Bit mostram que o comércio eletrônico cresceu 30% e movimentou R$ 10,6 bilhões em 2009. O comércio tradicional, muito maior que o online, cresceu 5,9% no mesmo período, mesmo com a crise. Isso nos mostra que apesar do crescimento do e-commerce, ainda sim a venda no varejo continua a ser um meio essencial para alavancar os negócios das empresas, por isso os anúncios e promoções das empresas devem ir além do meio digital.

Mas, antes de se fazer uma propaganda é preciso planejamento. De nada vai adiantar fazer uma divulgação de um produto ou serviço na web e achar que a ação ir atingir 100% seu público-alvo. Empresas como O Boticário e Coca-Cola nos mostram que a Internet é apenas mais uma ferramenta para alcançar os objetivos. As estratégicas de marketing dessas companhias não se limitam apenas ao meio digital, vão desde a divulgação de anúncios em jornais, revistas, rádio e TV, promoções em pontos de venda, slogans que mudam a cada campanha e nas embalagens dos produtos, entre outras ações.

No caso de O Boticário, quando se adentra na sua loja, o consumidor é invadido por fragrâncias perfumadas logo na entrada. Essa sensação a Internet ainda não permite. Já a Coca-Cola faz promoções como, "junte tampinhas das garrafas e troque por um produto ou concorra a prêmios". Nesse caso, a Internet facilita o cadastramento e obtenção de informações sobre a promoção, mas a troca ainda é presencial. A web, só informa, mas quem entrega é o ponto de venda. Essas ações só comprovam que, para investir em visibilidade, as empresas têm que estar preparadas para atender seus diversos públicos, ou seja, devem trabalhar com ações em vários meios de comunicação, sejam eles presenciais ou digitais.

A maioria das decisões no mundo ainda é tomada fora da web. Para escolher o produto na prateleira do supermercado, a dona de casa ainda leva em consideração a embalagem, que deve ser chamativa o suficiente para se destacar na gôndola. O empresário precisa se dedicar ao core de seu negócio e deixar o marketing para profissionais especializados no assunto. São eles que traçarão ações estratégicas que proporcionem resultados eficientes, seja na parte institucional ou mercadológica, seja na comunicação interna ou externa da instituição.

Antes de realizar uma ação que atinja o seu público, é preciso planejar de que forma a mensagem será levada. Neste caso, se o objetivo é mercadológico, qual a melhor forma de colocar a propaganda de um produto na web, no jornal, na televisão, no rádio, ou se é necessário usar de outros instrumentos. É preciso avaliar se há necessidade de difundi-la nas tão propagadas redes sociais, por exemplo.

Se o Twitter, Facebook, Orkut e Linkedin e outros redes sociais nos ajudam aumentar a nossa malha de relacionamentos devido à facilidade do seu uso, a rapidez e a instantaneidade, não podemos esquecer que visitas, almoços, cartas e feiras de negócios, entre outras formas, são métodos necessários para o contato real. Mesmo com a facilidade que a Internet nos proporciona, o contato pessoal é imprescindível e não pode ser substituído.

A web é mais uma ferramenta, útil e ágil, mas não descarta as vias presenciais. Por isso o planejamento é a melhor maneira de saber qual é o momento e local ideal para que a ação possa ser feita.

Tenha em mente a máxima: "Quem não é visto, não é lembrado", mas antes de realizar ações de marketing escolha as ferramentas adequadas, seja no meio digital ou tradicional. A divulgação de uma mensagem de forma ineficiente, ao invés de lucro, pode trazer prejuízos e dissabores ao negócio.

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E vocês que trabalham on e offline, consumidores, e entusiastas, o que acharam?

abs,

Skol Sensation 2010 [ + Line Up ]

São Paulo vai se vestir novamente de branco e será transportada às profundezas do oceano com a realização da segunda edição do Skol Sensation, que acontece no sábado, dia 17 de abril, no Pavilhão de Exposições do Anhembi. Após o sucesso da edição 2009, o espetáculo interativo de performances, música eletrônica, cenografia, luz e magia, retorna ao país e apresenta ao público o inédito Skol Sensation – The Ocean of White.

Resolvi falar sobre o assunto, a pedido de vocês! Mais de mil acessos diarios, apenas nos links sobre o Skol Sensation 2009, pode ler a experiencia aqui, e o line up de 2009 aqui.

No espetáculo “Skol Sensation – The Ocean of White”, o palco giratório central está localizado sob uma anêmona cenográfica gigantesca. Do palco, surge uma passarela de 80 metros dividindo o Anhembi ao meio. Dançarinas com figurinos exóticos e fontes de água juntam-se a performances de artistas de rapel, que descem da estrutura do teto com fogos de artifício. Para completar, efeitos especiais de última geração surgem a partir de 16 águas-vivas cenográficas, com seis metros cada.Renomados DJs internacionais e nacionais, do quais já estão confirmados 'Felix da Housecat', 'Tocadisco' e 'Chuckie', compõem o line up apresentando sets que antecipam tendências.

Clique nas imagens e acesse o site de cada um:*

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O Line Up do Skol Sensation 2010 completo:


Eis os felizardos da edição 2010. Tocadisco e Chukie, já são velhos conhecidos do evento. E com ótimas criticas, claro.

Curiosidades do evento em numeros:

  • Área total do evento: 72.000 m²
  • Painéis: 120m de painéis de LED e 6 mega telões de alta definição
  • Mais de 30 km de cabos
  • Quatro dias de montagem de evento, com equipe 24h
  • 24 fontes de água
  • 12 lança chamas
  • 16 águas vivas cenográficas gigantes, de 6m cada, penduradas a 14m de altura
  • 100.000 litros de água em movimento
  • 570 metros de bar
  • Espaço Gourmet. Parcerias com restaurantes, lanchonetes e pizzarias
  • Capacidade: 40 mil pessoas
Então, eis as informações completas:

Ingressos

Onde comprar:

Pela internet: No site www.skolsensation.com.br.

Ponto de venda:

Villa Daslu - no segundo andar
Reebok Sports Club – Cidade Jardim ou Vila Olímpia.
Pontos de Venda Ticketmaster (consulte o website para lista completa)
Telefones para compra de ingressos:

São Paulo capital (11) 2846-6000
Outras localidades 0300-789-6846

Valores dos ingressos

Pista: R$ 170,00
Camarote Premium: R$ 340,00 - esgotado
Camarote Diamond R$ 1.100,00

Serviço – Skol Sensation

Realização e Produção: Playcorp e ID&T

Endereço: Av. Olavo Fontoura, 1209 – Anhembi
Faixa etária: 18 anos
Data: 17 de abril de 2010 (sábado)

Abertura dos portões: 20h
Início do evento: 23h
Encerramento: 5h30 do dia 18 de abril

É isto, e para te deixar com um gostinho do evento. Veja um teaser direto de Amsterdam:


Te vejo por lá!

abs