Até logo, seres pensantes!

Encerar um ciclo é sempre difícil e memorável Desde 2007 tenho está conta de twitter, acredito que em 2009/10 foram os anos que mais utilizei. 1215 dias nesta ferramenta e, ao longo, eu presenciei muita coisa e muita gente existir, persistir, insistir e desistir.

O Twitter que revolucionou o mundo, que mudou o modo de se fazer jornalismo cotidiano, que mudou o modo de socializar, de dizer o como, onde e por que está. O mesmo que mostrou a verdadeira realidade de muitos e abriu novas mascaras a outros. Que aproximou todos sem quebrar a linha da distância física e distanciou muitos sem dó ou piedade.

Hoje você sorri com um reply do seu artista global favorito. Ontem você aprendeu que seu amigo fala tanta bobagem que revê os conceitos de suas escolhas. Amanhã tem medo de não ser mais seguido por aquela pessoa que mais gosta ou admira.

Nosso mais novo psicótico ser, logo após o @

Uma ferramenta de muitos,
de todos,
de vários,
de diários.

E agora...
de proletários.

Onde o primeiro homem conseguiu 1 milhão de seguidores. Teve seu momento ego-bíblico e logo a frente percebeu que de nada adiantou.

Aquele que ajudou alavancar o outro, livro-face que abriu o jargão, deixou vários cliques expostos e sua vida postada à todos.

Para mim, o fim aproximou, entre ódios, sarcasmos e debates “até certo ponto” já não me chama atenção. Lembro de fatos e fatos. Mas para que cita-los? Em menos de cinco anos serão apenas histórias na lembrando de poucos.

O que aprendemos?

Todos somos humanos com pensamos errados que, até então, quer evoluir. Já no twitter, queremos mostrar que o próximo deve evoluir pelo que eu digo, penso ou compartilho.

Aos políticos: Não, não foi o Lula quem criou.
Aos Fashionistas: Não, você não encontrará novidades.
Aos Jornalistas: Não, pessoas realmente influentes não estão ali.
Aos populares: Não, você não é tão popular na vida real quanto no twitter.
Aos novatos: Divirtam-se.
As empresas: Boa sorte, sobreviventes.
Aos que trabalham nessas empresas: Sejam sinceros, sempre.

A ferramenta cria pequenos semideuses olimpianos que, no fim das contas, são grandes humanos errados sobre sua própria existência.

O lugar que avisou, divulgou, propagou, se vendeu, comprou... Que apenas existiu e tem a nós como alma.

Chico Buarque nesta não cantou.
De longe, nem se incomodou.

Não postarei mais com frequência em meu twitter, apenas para divulgar os registros deste humilde blog.
Limite-se a entender a si mesmo e depois veja democraticamente como evoluir e compartilhar.

E quando tudo isto passar, sabe onde me encontrar. Estarei por aqui, meu cantinho próprio, neste contraste na imensidão em inteligência e estupidez.

Abs,

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