#CinePub - Faust (Fausto)

A trama de Fausto narra a aposta que Mefisto, o demônio, interpretado por Emil Jannings, faz com o Arcanjo, papel de Werner Fuetterer (1907-1991), que promete a Mefisto o domínio sobre a terra se ele conseguir dominar a alma de Fausto, um alquimista respeitado e famoso de um vilarejo. Cedendo às tentações do demônio por ele próprio invocado após fracassar em descobrir uma cura para a peste negra que estava matando seu povo, Fausto se rende à possibilidade de ter de volta sua juventude e cede sua alma ao demônio até que ele encontra o amor na figura da jovem e ingênua Gretchen, interpretada pela bela Camilla Horn (1903-1996).

Fonte: Arquivo X de Cinema

  • CinePub apresenta: Fausto - (Faust | Alemanha, 1926)




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"onde quer que seja" - Varekai

Um pouco de Mitologia:

Icáro era filho de Cronos e de uma escrava de Persefone, Náucrete, por parte de seu pai Dédalo descende do próprio Zeus, uma vez que Dedálo era filho de Alcipe, que era filha de Ares, que por sua vez era filho de Zeus e Hera. Dedálo, exilado por ter matado seu sobrinho Talo, refugiou-se em Tebas, junto ao rei Minos. Após o nascimento do Minotauro, fruto dos amores entre Pasífae e um touro divino (V. Minos), construiu o labirinto, no qual encerrou o monstro. Tempos depois, o minotauro foi morto por Teseu (V. Teseu e V. Minotauro). Após a morte do Minotauro, Dedálo foi preso, juntamente com seu filho, no labirinto. Então construiu asas artificiais a partir da cera do mel de abelhas e penas de gaivota. Dessa forma consegiu fugir. Antes, porém, alertou ao filho que não voasse muito perto do sol, para que esse não pudesse derreter a cera das asas, e nem muito perto do mar, pois esse poderia deixar as asas mais pesadas. No entanto Icáro não ouviu os conselhos do pai e querendo realizar o sonho de voar proximo ao sol, acabou despencando e caindo no mar Egeu...

O que aconteceu com Ícaro depois da queda do céu?

A trupe do Cirque Du Soleil volta ao Brasil para mais um espetáculo único e envolvente. 
Quem já visitou este mundo de fantasias, sabe do que falo. É uma experiencia para toda vida.

Não encontrei nenhum vídeo bacana no youtube, mas nossos queridos vizinhos fizerem uma montagem bem legal, já aguardando o espetáculo por lá no próximo ano.

Em Setembro, de volta:





Mais infos, nos links ao lado. Site e Twitter oficial!

abs,

“Sem a música, eu não seria nada”

#dicadeleitura

fonte: aseessoria

Unindo suas paixões, a música pop e o teatro, Felipe Hirsch estreia “Trilhas sonoras de amor perdidas” e fala com exclusividade à BRAVO! sobre seu envolvimento com a música. “Eu já tive períodos de depressão mesmo, de verdade, mas a arte só me dá prazer, sempre. Acho que, sem a música, eu não seria nada. Eu só descanso do compromisso de viver quando ouço música.”

O espetáculo que teve sua pré-estreia no Festival de Teatro de Curitiba, em abril, onde recebeu críticas em relação à duração, de três horas e meia, chega este mês à São Paulo com modificações, que incluem a redução de meia hora. No palco, a história de um casal contada pelo hábito que marcou uma geração: a troca de coletâneas de músicas gravadas em fitas cassetes.

Ao ser perguntado se a peça é autobiográfica, Hirsch não se esquiva. “Tinha uma época, por exemplo, em que eu gostava de dar fitas com coletâneas para amigos e namoradas, como uma forma de compartilhar as canções de que eu gostava. No espetáculo, aparece também a minha relação com a Estação Primeira, uma rádio curitibana na qual eu escutei pela primeira vez o som dos Pixies. E o nome Soninho, que batiza a principal personagem feminina, foi escolhido porque eu gostava da sonoridade do apelido de uma menina que estudava no mesmo colégio que eu.”

A entrevista completa esta na revista BRAVO! de junho, que chegou às bancas na sexta-feira, dia 03.

abs