“Sem a música, eu não seria nada”

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fonte: aseessoria

Unindo suas paixões, a música pop e o teatro, Felipe Hirsch estreia “Trilhas sonoras de amor perdidas” e fala com exclusividade à BRAVO! sobre seu envolvimento com a música. “Eu já tive períodos de depressão mesmo, de verdade, mas a arte só me dá prazer, sempre. Acho que, sem a música, eu não seria nada. Eu só descanso do compromisso de viver quando ouço música.”

O espetáculo que teve sua pré-estreia no Festival de Teatro de Curitiba, em abril, onde recebeu críticas em relação à duração, de três horas e meia, chega este mês à São Paulo com modificações, que incluem a redução de meia hora. No palco, a história de um casal contada pelo hábito que marcou uma geração: a troca de coletâneas de músicas gravadas em fitas cassetes.

Ao ser perguntado se a peça é autobiográfica, Hirsch não se esquiva. “Tinha uma época, por exemplo, em que eu gostava de dar fitas com coletâneas para amigos e namoradas, como uma forma de compartilhar as canções de que eu gostava. No espetáculo, aparece também a minha relação com a Estação Primeira, uma rádio curitibana na qual eu escutei pela primeira vez o som dos Pixies. E o nome Soninho, que batiza a principal personagem feminina, foi escolhido porque eu gostava da sonoridade do apelido de uma menina que estudava no mesmo colégio que eu.”

A entrevista completa esta na revista BRAVO! de junho, que chegou às bancas na sexta-feira, dia 03.

abs

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