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Amor, Amizade e Sabedoria.

Filosofia (do grego Φιλοσοφία: philia - amor, amizade + sophia - sabedoria) modernamente é uma disciplina, ou uma área de estudos, que envolve a investigação, análise, discussão, formação e reflexão de idéias (ou visões de mundo) a um nível geral, abstrato ou fundamental. Originou-se da inquietação gerada pela curiosidade humana em compreender e questionar os valores e as interpretações comumente aceitas sobre a sua própria realidade.

As interpretações comumente aceitas pelo homem constituem inicialmente o embasamento de todo o conhecimento. Estas interpretações foram adquiridas, enriquecidas e repassadas de geração em geração. Ocorreram inicialmente através da observação dos fenômenos naturais e sofreram influência das relações humanas estabelecidas até a formação da sociedade, isto em conformidade com os padrões de comportamentos éticos ou morais tidos como aceitáveis em determinada época por uma determinado grupo ou determinada relação humana.

A partir da Filosofia surge a Ciência, pois o Homem reorganiza as inquitações que assolam o campo das idéias e utiliza-se de experimentos para interagir com a sua própria realidade. Assim a partir da inquietação, o homem através de instrumentos e procedimentos equaciona o campo das hipóteses e exercita a razão. São organizados os padrões de pensamentos que formulam as diversas teorias agregadas ao conhecimento humano.

Contudo o conhecimento científico por sua própria natureza torna-se suscetível às descobertas de novas ferramentas ou instrumentos que aprimoraram o campo da sua observação e manipulação, o que em última análise, implica tanto na ampliação, quanto no questionamento de tais conhecimentos. Neste contexto a filosofia surge como "a mãe de todas as ciências"

A palavra "filosofia" resulta da união de outras duas palavras: "philia" (φιλία), que significa "amizade", "amor fraterno" (não no sentido erótico) e respeito entre os iguais e "sophia" (σοφία), que significa "sabedoria", "conhecimento". De "sophia" decorre a palavra "sophos" (σοφός), que significa "sábio", "instruído". Filosofia significa, portanto, amizade pela sabedoria, amor e respeito pelo saber. Assim, o "filósofo" seria aquele que ama e busca a sabedoria, tem amizade pelo saber, deseja saber. A tradição atribui ao filósofo Pitágoras de Samos (que viveu no século V antes de Cristo) a criação da palavra. Filosofia indica um estado de espírito, o da pessoa que ama, isto é, deseja o conhecimento, o estima, o procura e o respeita.
O assunto é bem extenso mais, acho que tudo isso seria apenas para explicar o porque filosofamos tanto na nossa vida, e o que isso realmente significa para nós. Como adoramos filosofar com frases feitas, aqui vai uma favortia minha "Penso, logo existo e insisto" (minha adaptação a frase).

Me diga quando você começa a filosofar, ou qual frase você costuma dizer a si ou a outros?

Foto por Carlos Paes / 1000 Imagens

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psyché

Psicopata, ou personalidade psicópata o psicopática, (do grego psyché, alma + path, r. de páscho, sofro) designa 'enfermo da psique' ou doente mental, sendo no entanto, esta, uma definição disputada por outros pontos de vista.

Em obras francesas do século XX, o termo psicopata passou a ser utilizado como sinónimo de psicótico. Alguns estudos psicológicos mais recentes apontam para a controversia; segundo alguns autores, os individuos psicopatas são perversos, mesmo que os indicios nosológicos tenham tendência a mostrar que os chamados psicopatas possa ser personalidades psicóticas de tipo borderline.

Segundo a teoria pela qual uma pessoa psicopata é uma pessoa perversa, supõe-se que nesta classe de doença, o doente é um sujeito que se mantém a par da realidade mas que carece de Superego. Isto faz com que a pessoa psicopata possa cometer actos criminosos sem sentir culpa.

A noção cada vez mais reforçada de que as personalidades psicopatas são psicóticas, enquadra-as dentro das personalidades borderline. Não obstante, as pessoas psicopatas têm condutas criminais sem nenhum sentimento de culpa, mantendo plena consciência dos seus crimes ou das suas intenções criminais.

Uma personalidade psicopata não se restringe ao assassino em série. Um psicopata pode ser uma pessoa simpática e de expressões sensatas que, não obstante, não vacila ao cometer um crime quando lhe convém e, tal como explicado acima, fá-lo sem sentir culpa pela sua ação.


Agora me diga, algumas situações que você acha que seria meio psicopata!?

foto por Bruno Coelho / 1000 Imagens

"It's only Rock And Roll but i liked"

Rock and roll (também escrito rock'n'roll) é um gênero da música que emergiu e se definiu como estilo musical no sul dos Estados Unidos durante a década de 50, rapidamente se espalhando pelo resto do mundo. Evoluiu mais tarde para diversos sub-gêneros no que hoje é definido simplesmente como "rock". Conseqüentemente, a palavra "rock and roll" hoje em dia serve a significados distintos: para definir o rock tradicional estilo anos 50, o rock surgido posteriormente, e até mesmo certas vertentes da música pop. Do final da década de 50 até meados dos anos 90 o rock foi provavelmente o estilo musical mais popular no mundo ocidental.

Os instrumentos mais comuns no rock'n'roll são a guitarra elétrica, o baixo, a bateria, e muitas vezes um piano ou teclado. No começo o principal instrumento era o saxofone, que foi substituído pela guitarra no final dos anos 50.

Resumidamente é uma combinação de elementos blues, boogie-woogie, jazz e rhythm and blues. Até os anos 50 era feito predominantemente por negros norte-americanos. Foi necessário criar um novo termo - rock'n'roll - e acrescentar o estilo country'n'western para despistar a sociedade branca e racista. O rock surge em meados de 1954 no sul dos Estados Unidos, quando um cantor branco com possante voz de negro entra num estúdio em Memphis chamado Sun Records para gravar acompanhado de um baixo, bateria e guitarra, que até hoje é a formação básica de uma banda de rock. O cantor era Elvis Presley e "That´s Alright, Mama" foi uma das músicas gravadas. Reza a lenda que alguém do estúdio perguntou com quem que Elvis se parecia e ele respondeu que não se parecia com ninguém. Outros elegem Chuck Berry ou até Bill Haley & His Comets como os inventores do rock. Mas isso não é provado, nunca saberemos quem foi a primeira banda de rock. A única certeza é que Elvis popularizou o rock e o tornou mais sexy, Bill Haley & His Comets foram uma das primeiras bandas de rock e Chuck Berry foi a base para todos os grandes guitarristas. Outros nomes importantes: B.B. King, Jerry Lee Lewis e Little Richard.

Mas rock é muito mais, é um sentimento, um sexto sentido, quem ama sabe o que eu digo.

Agora me conte, qual foi o primeiro rock que você ouviu?

foto por GOOGLE IMAGEM

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TV ROCK -- >> A primeira TV da internet exclusivamente sobre ROCK

Infinidade musical.

"Sem música a vida seria um erro." [F. Nietzsche]
A música, desde o início de sua história, foi considerada uma prática cultural e humana. Provavelmente, fruto da observação dos sons da natureza, despertou no homem, através do sentido auditivo, a necessidade e vontade de fazê-la. Defini-la não é tarefa fácil porque apesar de ser intuitivamente conhecida por qualquer pessoa, é difícil encontrar um conceito que abarque todos os significados dessa prática. Mais do que qualquer outra manifestação humana, a música contém e manipula o tempo e o som. Talvez por essa razão ela esteja sempre fugindo a qualquer definição, pois ao buscá-la, ela já se modificou, já evoluiu. E esse jogo do tempo é simultaneamente físico e emocional. Uma das maiores dificuldades em definir música tem sido o emprego dessa palavra na descrição de todas as atividades e elementos relacionadas aos sons organizados. Conceitos pré-definidos aplicam-se a práticas exploradas, esquadrinhadas, completamente conhecidas, o que não ocorre na música, que é infinita.

O que é muito interessante dizer que a musica é um tipo de linguagem nossa em sua infinitas possibilidades transmitindo pensamentos, sensações e sentimentos diferenciados. Há que acredita que a musica é a nossa primeira maquina do tempo. Um teste simples seria você procurar aquela musica sabe, que não ouve a anos, coloque-a para ouvir, e instantaneamente ira vir a sua mente tudo o que se passava na sua vida, as vezes é muito nitida e da um sensações otima ou ruim. ou seja a musica conseguiu gravar na sua memoria a propria musica, e o momento exato que estava ocorrendo a execusão da mesma, nem mais nem menos.

Um dos poucos consensos relativos à música é que ela consiste em uma combinação de sons e de silêncios que se desenvolvem ao longo do tempo. Neste sentido engloba toda combinação de elementos sonoros destinados a serem percebidos pela audição. Isso inclui variações nas características do som (altura, duração, intensidade e timbre) que podem ocorrer sequencialmente (ritmo e melodia) ou simultaneamente (harmonia). Ritmo, melodia e harmonia são entendidos aqui apenas em seu sentido de organização temporal, pois a música pode conter propositalmente desarmonia e disritmia.

Então isso quer dizer que musica é tudo o que fazemos em um ritimo diferenciado, uma dica é dançar com uma pessoa que você gosta muito. Logo aquele momento aquela musica, ira criar um clima otimo que tudo ao redor ira parar no tempo como conhecemos, e se trasformar em um momento unico e especial, que se formara como um eco na continuação da vida. E entre tantas explicações, não existe uma a defini-la é apenas uma coisa maravilhosa e que o mundo todo adora.

E é nesse ponto que o consenso deixa de existir. As perguntas que decorrem desta simples constatação, encontram diferentes respostas se encaradas do ponto de vista do criador (compositor), do executante (músico), do historiador, do filósofo, do antropólogo, do linguista ou do amador. E as perguntas são muitas:

- Toda combinação de sons e silêncios é música?
- Música é arte? Ou de outra forma, a música é sempre arte?
- É necessário que a combinação seja deliberada, ou podemos considerar música qualquer som encontrado na natureza? E o canto dos pássaros ou outros animais pode ser considerado uma combinação deliberada?
- A música é fenômeno eminentemente humano ou pode também ser percebida por animais e plantas, como defendem alguns?
- A música existe antes de ser ouvida? O que faz com que a música seja música é algum aspecto objetivo ou ela é uma construção da consciência e da percepção?

A música eleva os sentimentos mais profundos do ser humano. Não é necessário gostarmos de todos os estilos, porém conhecê-los.

Mesmo os adeptos da música aleatória, os mais recentes avatares de sua desconstrução e reconstrução, reconhecem que a música se inspira sempre em uma "matéria sonora", cujos dados perceptíveis podem ser reagrupados para construir uma "materia musical". Esta matéria obedece a um objetivo de representação próprio do compositor, mediado pela técnica. A percepção musical, que se dá principalmente pelo sentido da audição, não pode alcançar a totalidade dos objetivos do compositor e o ouvinte reinterpreta o "material musical" de acordo com seus próprios critérios. Por isso, a música é também uma forma de apropriação individual dos elementos formais que pertencem ao consciente e ao emocional, influenciados pelo conjunto das manifestações culturais. Desta diversidade de práticas se conclui sobretudo, que a música não pode ter uma só definição precisa que abarque todos os seus tipos, todos os seus gêneros. Todavia, é possível apresentar algumas definições e conceitos que fundamentam em todos os continentes, uma "história da música" em perpétua evolução, tanto no domínio do popular, do tradicional, do folclórico ou do erudito. A musica é como a vida, uma indefinida linda com muitas explicações mais que poucos sabem o quanto é importante para nossa vivencia no mundo. E que também poucos sabem aproveita-las.

Agora me diga uma ou varias outras musicas que marcou muito a sua vida!? =)

foto por Carla d´Almeida Lopes / 1000 Imagens

Foto dedicada a Simples Palavras * Rafaela Gama

++no Blog sobre musica? Digite MUSICA no buscador do blog. Algumas indicações abaixo.

--->> Pensamento + Musica
--->> ...das antigas III - Musica e Cantores.
--->> Na sintonia do dia.

Sobre beleza...


Ao ver algumas pessoas falando sobre o assunto, em um grupo de amigos, alguns se gabando e outros com outra opinião resolvi colocar aqui uma visão sobre o assunto.

Beleza é uma percepção individual caracterizada normalmente pelo que é agradável aos sentidos. Esta percepção depende do contexto e do universo cognitivo do indivíduo que a observa. Através da história a humanidade a relação com a beleza têm sido frequentemente religiosa (ou mística) e transcendente, logo a beleza foi considerada muitas vezes como "aquilo que se aproxima do divino". Tambem podemos considerar que beleza é, uma unidade dentro da variedade, unidade essa que deve ser harmônica.

Já uma palavra muito usada para quem gosta muito de se ver no espelho ou em fotos é chamada de narcisista que, se refere a alguem que se preocupa demasiadamente por si mesmo, considerando-se superior a todos incluindo seus amigos e sua familia. A palavra narcisista, vem de Narciso, personagem da mitología Grega. Narciso era um jovem muito bonito. Muitas mulheres queriam namorar com ele, mas ele era muito vaidoso e orgulhoso e rejeitava a todas. Uma das mulheres rejeitadas foi a menina Eco. Eco se sentia perdida e se trancou em seu quarto sem comer nem beber. Assim se foi consumindo lentamente de dor, até que desapareceu e somente podia-se escutar sua voz nas paredes do quarto. Dai a palavra "eco". A deusa Némesis (A deusa da vingança) escutou as preces de Eco e decidiu castigar a Narciso para que sofrece da mesma maneira que ela. Um dia, Narciso foi tomar água no rio. Ao agachar-se e beber, viu sua própia cara refletida na água. Némesis usou seus poderes para que Narciso se apaixonasse loucamente por essa imagem. Narciso não podia deixar de olhar-se. Queria tocar sua imagem e abraçá-la, mas não podia pois desaparecia ao tocar na água. Tampoco a podia ver bem, pois as ondas do rio o impediam. Ele não se podia beijar, pois a imagem desaparecia. Assim se tratando de admirar a si mesmo, pulou no rio e se afogou.

--->> Sobre a mitologia ::: Narciso

Era um ser mitológico que admirava a sua própria beleza.
A lenda de Narciso, surgida provavelmente da superstição grega segundo a qual contemplar a própria imagem prenunciava má sorte, possui um simbolismo que fez dela uma das mais duradouras da mitologia grega.

Narciso era um jovem de singular beleza, filho do deus-rio Cefiso e da ninfa Liríope. No dia de seu nascimento, o adivinho Tirésias vaticinou que Narciso teria vida longa desde que jamais contemplasse a própria figura. Indiferente aos sentimentos alheios, Narciso desprezou o amor da ninfa Eco ( uma ninfa que podia somente repetir o último som que ouvia) -- segundo outras fontes, do jovem Amantis -- e seu egoísmo provocou o castigo dos deuses.
Ao observar o reflexo de seu rosto nas águas de uma fonte, apaixonou-se pela própria imagem e ficou a contemplá-la até consumir-se.

A flor conhecida pelo nome de narciso nasceu, então, no lugar onde morrera.
Em outra versão da lenda, Narciso contemplava a própria imagem para recordar os traços da irmã gêmea, morta tragicamente.

Foi, no entanto, a versão tradicional, reproduzida no essencial por Ovídio em Metamorfoses, que se transmitiu à cultura ocidental por intermédio dos autores renascentistas. Na psiquiatria e particularmente na psicanálise, o termo narcisismo designa a condição mórbida do indivíduo que tem interesse exagerado pelo próprio corpo.

E na sua opinião, até onde a beleza exterior é importante no dia a dia?

foto por Ricardo Costa / 1000 Imagens

Culturalmente falando.

Cultura (do latim cultura, cultivar o solo, cuidar) é um termo com várias acepções, em diferentes níveis de profundidade e diferente especificidade.
Segundo a filosofia, cultura é o conjunto de manifestações humanas que contrastam com a natureza ou comportamento natural. Por seu turno, em biologia uma cultura é normalmente uma criação especial de organismos (em geral microscópicos) para fins determinados (por exemplo: estudo de modos de vida bacterianos, estudos microecológicos, etc). No dia-a-dia das sociedades civilizadas (especialmente a sociedade ocidental) e no vulgo costuma ser associada à aquisição de conhecimentos e práticas de vida reconhecidas como melhores, superiores, ou seja, erudição; este sentido normalmente se associa ao que é também descrito como “alta cultura”, e é empregado apenas no singular (não existem culturas, apenas uma cultura ideal, à qual os homens indistintamente devem se enquadrar).

A antropologia encara a cultura como o total de padrões aprendidos e desenvolvidos pelo ser humano. Segundo a definição pioneira de Edward Burnett Tylor, sob a etnologia (ciência relativa especificamente do estudo da cultura) a cultura seria “o complexo que inclui conhecimento, crenças, arte, morais, leis, costumes e outras aptidões e hábitos adquiridos pelo homem como membro da sociedade.”

Portanto corresponde, neste último sentido, às formas de organização de um povo, seus costumes e tradições transmitidas de geração para geração que, a partir de uma vivência e tradição comum, se apresentam como a identidade desse povo.
O uso de abstração é uma característica do que é cultura: os elementos culturais só existem na mente das pessoas, em seus símbolos tais como padrões artísticos e mitos. Entretanto fala-se também em cultura material (por analogia a cultura simbólica) quando do estudo de produtos culturais concretos (obras de arte, escritos, ferramentas, etc). Essa forma de cultura (material) é preservada no tempo com mais facilidade, uma vez que a cultura simbólica é extremamente frágil.

A principal vantagem da cultura é o chamado mecanismo adaptativo: a capacidade de responder ao meio de acordo com mudança de hábitos, mais rápida do que uma possível evolução biológica. O homem não precisou, por exemplo, desenvolver longa pelagem e grossas camadas de gordura sob a pele para viver em ambientes mais frios – ele simplesmente adaptou-se com o uso de roupas, do fogo e de habitações. A evolução cultural é mais rápida do que a biológica. No entanto, ao rejeitar a evolução biológica, o homem torna-se dependente da cultura, pois esta age em substituição a elementos que constituíriam o ser humano; a falta de um destes elementos (i.e., a supressão de um aspecto da cultura) causaria o mesmo efeito de uma amputação ou defeito físico, talvez ainda pior.
Além disso a cultura é também um mecanismo cumulativo. As modificações trazidas por uma geração passam à geração seguinte, de modo que a cultura transforma-se perdendo e incorporando aspectos mais adequados à sobrevivência, reduzindo o esforço das novas gerações.

Um exemplo de vantagem obtida através da cultura é o desenvolvimento do cultivo do solo, a agricultura. Com ela o homem pôde ter maior controle sobre o fornecimento de alimentos, minimizando os efeitos de escassez de caça ou coleta. Também pôde abandonar o nomadismo; daí a fixação em aldeamentos, cidades e estados.
A agricultura também permitiu o crescimento populacional de maneira acentuada, que gerou novo problema: produzir alimento para uma população maior. Desenvolvimentos técnicos – facilitados pelo maior número de mentes pensantes – permitem que essa dificuldade seja superada, mas por sua vez induzem a um novo aumento da população; o aumento populacional é assim causa e conseqüência do avanço cultural.

A percepção da cultura é difícil para o ser humano comum. Imerso em sua própria cultura, ele tende a encarar suas escolhas como naturais, seus padrões culturais como os mais racionais e mais ajustados a uma boa vida. Quando muito, percebe algo que é inadequado e que “poderia ser de outra forma.” O que permite uma percepção cultural mais intensa é o contato com outras culturas.
Mas, uma vez que se dá este contato, a tendência natural é rejeitar a outra cultura como inferior, como inatural. É o chamado etnocentrismo, uma barreira que, a despeito de prejudicar o entendimento e relação com outras culturas, serve justamente para preservar a identidade de uma cultura frente à possível difusão de preceitos de outras culturas.

Os estudiosos da cultura utilizam o chamado relativismo cultural contra o etnocentrismo: consideram cada aspecto cultural em relação à cultura estudada, e não em relação à sua própria cultura, enquanto sujeitos formados dentro de outro sistema de valores.

E para ver alguns exemplos sobre outra culturas aqui estão algumas leis curiosas de varios paises:

- Arábia Saudita ::: Meninas e meninos só estudam juntos no primeiro grau, até mais ou menos os 12 anos de idade. Depois vão para escolas e universiades distintas para homens e para mulheres.
- Autrália ::: Táxis precisam carregar um pacote de feno no porta-malas.
- China ::: Para freqüentar a escola você deve ser inteligente.
- Estados Unidos ::: Na Geórgia é proibido dar uma tapinhas amigável nas costas dos outros.
- Israel ::: Em Ramat-Hasharon é proibida a criação de cães da raça Rotweiller.
- Itália ::: Bater em alguém com o punho é considerado um crime grave.
- Suiça ::: É ilegal dar a descarga da privada depois das 22h se você mora em apartamento.

E então qual a curiosidade da sua região?

Foto por Jovelino Matos Almeida / 1000 Imagens

Sobre a verdade...

Para Nietzche a verdade é um ponto de vista. Ele não define nem aceita definição da verdade, porque diz que não se pode alcançar uma certeza sobre isso. Quem concorda sinceramente com uma frase está alegando que ela é verdadeira. A filosofia estuda a verdade de diversas maneiras. A metafísica se ocupa da natureza da verdade. A lógica se ocupa da preservação da verdade. A epistemologia se ocupa do conhecimento da verdade.

O primeiro problema para os filósofos é estabelecer que tipo de coisa é verdadeira ou falsa, o portador da verdade (em inglês truth-bearer). Depois há o problema de se explicar o que torna verdadeiro ou falso o portador da verdade. Há teorias robustas que tratam a verdade como uma propriedade. E há teorias deflacionárias, para as quais a verdade é apenas uma ferramenta conveniente da nossa linguagem. Desenvolvimentos da lógica formal trazem alguma luz sobre o modo como nos ocupamos da verdade nas linguagens naturais e em linguagem formais.

Há ainda o problema epistemológico do conhecimento da verdade. O modo como sabemos que estamos com dor de dente é diferente do modo como sabemos que o livro está sobre a mesa. A dor de dente é subjetiva, talvez determinada pela introspecção. O fato do livro estar sobre a mesa é objetivo, determinado pela percepção, por observações que podem ser partilhadas com outras pessoas, por raciocínios e cálculos. Há ainda a distinção entre verdades relativas à posição de alguém e verdades absolutas.

Os filósofos chamam qualquer entidade que pode ser verdadeira ou falsa de portador da verdade. Proposições, frases, afirmações, idéias, crenças e opiniões podem ser considerados portadores da verdade. Assim, um portador da verdade, no sentido filosófico, não é uma pessoa, ou Deus.

Para alguns filósofos, alguns portadores da verdade são primitivos, e outros derivados. Filósofos dizem, por exemplo, que as proposições são as únicas coisas literalmente verdadeiras. Uma proposição é uma entidade abstrata a qual é expressa por uma frase, defendida em uma crença ou afirmada em um juízo. (Nossa capacidade de apreender proposições é a razão ou entendimento.) Todas essas manifestações da linguagem são ditas verdadeiras apenas se expressam, defendem ou afirmam proposições verdadeiras. Assim, frases em diferentes línguas, como por exemplo o português e o inglês, podem expressar a mesma proposição. A frase "O céu é azul" expressa a mesma proposição que a frase "The sky is blue".

Já para outros filósofos proposições e entidades abstratas em geral são misteriosas, e por isso pouco auxiliam na explicação. Por isso tomam as frases e outras manifestações da linguagem como os portadores da verdade fundamentais.

Tipos:
- Verdade material é a adequação entre o que é e o que é dito.
- Verdade formal é a validade de uma conclusão à qual se chega seguindo as regras de inferência a partir de postulados e axiomas aceitos. É uma verdade analítica a frase na qual o predicado está contido no sujeito. Por exemplo: "Todos os porcos são mamíferos". É uma verdade sintética a frase na qual o predicado não está contido no sujeito.
- Verdade como correspondência ou adequaçãoA teoria correspondentista da verdade é encontrada no aristotelismo (incluindo o tomismo). De acordo com essa concepção, a verdade é a adequação entre aquilo que se dá na realidade e aquilo que se dá na mente.
- A verdade como correspondência foi definida por Aristóteles no tratado Da Interpretação, no qual ele analisa a formação das frases suscetíveis de serem verdadeiras ou falsas. Uma frase é verdadeira quando diz que o que é é, ou que o que não é não é. Uma frase é falsa quando diz que o que é não é, ou que o que não é é.

O problema dessa concepção é entender o que significa correspondência. É um tipo de semelhança entre o que é e o que é dito? Mas, que tipo de semelhança pode haver entre as palavras e as coisas?

Desmenção
De acordo com a teoria desmencionista da verdade, para chegarmos à verdade de uma proposição basta tirarmos as aspas da mesma. Por exemplo, a proposição "A neve é branca" é verdadeira se, e somente se, a neve é branca.
Deflacionismo
De acordo com o deflacionismo, o predicado de segunda ordem "É verdade que ..." não acrescenta nada à frase de primeira ordem à qual ele é aplicado. Por exemplo, não há nenhuma diferença lógica entre a frase "É verdade que a água é molhada" e a frase "A água é molhada".
Pragmatismo
Para o pragmatismo a verdade é o valor de uma coisa. É típico de pragmatistas como Richard Rorty a oposição à posição correspondentista.
Em Habermas a verdade se confunde com a validade intersubjetiva, ou consenso.

E agora voce a viu voce a entende?

Sobre namorados...


Chegando o dia dos namorados, ficamos mais 'antenados' para saber o que aconteci de bom, justamente nesse dia... como tem muitas coisa que quero colocar aqui, e sei que a galera émeio, 'dificil' para ler textos grandes colocarei por partes, primeiro "o que ser dia dos namorados"?

O Dia de São Valentim cai em 14 de Fevereiro, e tem por característica a troca de cartões com mensagens românticas e presentes com simbolismo de mesmo intuito, como caixas de bombons em formato de coração.

A história do Dia de São Valentim remonta um obscuro dia de jejum da Igreja Católica, tido em homenagem a São Valentim. A associação com o amor romântico chega depois do final da Idade Média, durante o qual o conceito de amor romântico foi formulado.

O dia é hoje muito associado com a troca mútua de recados de amor em forma de objetos simbólicos. Símbolos modernos incluem a silhueta de um coração e a figura de um Cupido com asas. Iniciada no século XIX, a prática de recados manuscritos deu lugar à troca de cartões de felicitação produzidos em massa. Se estima que, mundo afora, aproximadamente um bilhão de cartões com mensagens românticas são mandados a cada ano, tornando esse dia um dos mais lucrativos do ano. Também se estima que as mulheres comprem aproximadamente 85% de todos os presentes.

No Brasil, a data é comemorada no dia 12 de junho por ser véspera de 13 de junho, Dia de Santo Antônio, santo com tradição de casamenteiro.
Terminando essa primeira parte coloca aqui um texto do 'tempo da onça'...

A Namorada

Havia um muro alto entre nossas casas.
Difícil de mandar recado para ela. Não havia e-mail.
O pai era uma onça.
A gente amarrava o bilhete numa pedra presa porum cordão
E pinchava a pedra no quintal da casa dela.
Se a namorada respondesse pela mesma pedraEra uma glória!
Mas por vezes o bilhete enganchava nos galhos da goiabeiraE então era agonia.
No tempo do onça era assim.
Manoel Barros

Sobre segredos...


Sociedades secretas – grupos de pessoas que se reúnem com um propósito comum de promover ou empenhar-se em actividades menos tradicionais, por vezes até ilegais ou contrarias às maiorias religiosas, étnicas ou sociais.

A consangüinidade determinou os primeiros grupos sociais; os clãs de parentescos aumentaram por associação. Os casamentos inter tribais foram o próximo passo para a amplificação dos grupos, e a tribo complexa resultante foi o primeiro verdadeiro corpo político. O próximo avanço, no desenvolvimento social, foi a evolução dos cultos religiosos e dos clubes políticos. Estes, inicialmente, surgiram como sociedades secretas, e originalmente, eram integralmente religiosos; posteriormente, eles tornaram-se reguladores. A princípio, eles eram clubes de homens; mais tarde, grupos femininos apareceram. E, em breve, eles dividiram-se em duas classes: a político-social e a místico-religiosa.

Havia muitas razões para que essas sociedades fossem secretas, tais como:
- O medo de cair no desagrado dos governantes, por causa da violação de algum tabu.
- A finalidade de praticarem ritos religiosos minoritários. O propósito de preservar valiosos segredos do “espírito” ou do comércio.
- O desfrute de algum talismã ou magia especial.
- O facto em si, de serem secretas essas sociedades, conferia a todos os seus membros o poder do mistério sobre o resto da tribo.

O que é secreto também tem o atractivo de alimentar a vaidade; os iniciados eram a aristocracia social da sua época. Depois da iniciação, os meninos caçavam com os homens; enquanto antes eles colhiam plantas com as mulheres. E era a humilhação suprema, uma desgraça tribal, fracassar nas provas da puberdade e, assim, ser obrigado a permanecer fora da morada dos homens, ficando com as mulheres e as crianças, e ser considerado afeminado. Além disso, aos não iniciados não era permitido casar

Os povos primitivos ensinavam muito cedo aos seus adolescentes o controle sexual. Tornou-se costume levar os meninos para longe dos pais, desde a puberdade até o casamento; a educação e o aperfeiçoamento deles eram confiados às sociedades secretas dos homens. E uma das funções primordiais desses clubes era manter o controle dos jovens adolescentes, impedindo, assim, filhos ilegítimos.
A prostituição comercializada começou quando esses clubes de homens pagavam dinheiro pelo uso de mulheres de outras tribos. Contudo, os grupos mais antigos eram notavelmente isentos de licenciosidades sexuais.

A cerimónia de iniciação, na puberdade, em geral durava um período de cinco anos. Muita auto-tortura e incisões dolorosas faziam parte dessas cerimónias. A circuncisão foi praticada, inicialmente, como um rito de iniciação de uma dessas fraternidades secretas. As marcas tribais eram feitas no corpo como uma parte da iniciação da puberdade; a tatuagem teve a sua origem com essas insígnias de membro da sociedade. Essas torturas, junto com muita privação, tinham o intuito de endurecer esses jovens, de impressioná-los com a realidade da vida e das suas inevitáveis dificuldades. Esse propósito foi mais bem alcançado com os jogos atléticos e as disputas físicas que surgiram posteriormente.

No entanto, as sociedades secretas de facto visavam o aperfeiçoamento da moral do adolescente; um dos propósitos principais das cerimónias da puberdade era fazer os rapazes compreenderem que eles deviam deixar as mulheres dos outros homens em paz.
Seguindo esses anos de disciplina rigorosa e aperfeiçoamento, um pouco antes do casamento, os rapazes em geral eram libertados por um curto período de lazer e liberdade, depois do que voltavam para casar e aceitar toda uma vida de sujeição aos tabus tribais. E esse rito antigo continuou até os tempos modernos, sob a tola desculpa de uma despedida das “loucuras da juventude”.

Muitas tribos posteriores aprovaram a formação de clubes secretos femininos, e o propósito deles era preparar as adolescentes para serem esposas e para a maternidade. Depois da iniciação, as meninas tornavam-se aptas para o casamento e lhes era permitido comparecer à “festa das noivas”, a festa das debutantes daqueles dias. Os grupos femininos contra o casamento logo passaram a existir.

Em breve, os clubes não secretos apareceram, quando grupos de homens solteiros e de mulheres celibatárias formaram as suas organizações separadas. Essas associações realmente foram as primeiras escolas. E, conquanto os clubes de homens e de mulheres fossem frequentemente dados a perseguir-se uns aos outros, algumas tribos avançadas, depois do contacto com os instrutores de mais experientes, experimentaram a educação mista, tendo escolas para ambos os sexos.

As sociedades secretas contribuíram para a instauração das castas sociais, principalmente por causa do carácter misterioso das suas iniciações. Os membros dessas sociedades usavam máscaras, inicialmente, para afastar os curiosos dos seus rituais de luto – o culto dos ancestrais. Mais tarde, esse ritual transformou-se em pseudo-sessões espíritas, nas quais, segundo se dizia, apareciam fantasmas. As antigas sociedades de “renascimento” usavam emblemas e empregavam uma linguagem secreta especial; e também renegavam certas comidas e bebidas. Actuavam como uma polícia nocturna e, assim funcionavam numa ampla gama de actividades sociais.

Todas as associações secretas impunham um juramento, o guardar do silêncio, e ensinavam a guardar os segredos. Essas ordens impressionavam e controlavam as multidões; e também actuavam como sociedades de vigilância, praticando, assim, a lei do linchamento. Elas foram os primeiros espiões, quando as tribos estavam em guerra, e a primeira polícia secreta, durante os tempos de paz. E, melhor ainda, mantinham os reis inescrupulosos em estado de insegurança. Para contrabalançar, os reis criaram a sua própria milícia secreta.
Essas sociedades deram nascimento aos primeiros partidos políticos. O primeiro governo partidário foi “o forte” versus “o fraco”. Nos tempos antigos, uma mudança na administração só ocorria depois de uma guerra civil, dando, assim, prova abundante de que os fracos se haviam transformado em fortes.

Esses clubes eram utilizados pelos mercadores para cobrar os seus débitos, e pelos governantes, para colectar os impostos. A tributação tem sido uma longa luta, uma das suas primeiras formas foi o dízimo, um décimo da caçada, ou dos espólios. As taxas, originalmente, eram cobradas para manter a casa do rei, mas concluiu-se que eram mais fáceis de ser colectadas se disfarçadas em oferendas para sustentar o serviço do templo.
Pouco a pouco, essas associações secretas transformaram-se nas primeiras organizações de caridade e, posteriormente, nas primeiras sociedades religiosas – as precursoras das igrejas. Finalmente, algumas dessas sociedades tornaram-se inter-tribais, formando as primeiras fraternidades internacionais.

... você faz parte de alguma?

sobre Fé...


Definição:
Fé: "acreditar sem evidência."

A palavra fé pode ter vários usos; no seu maior significado é equivalente a "acreditar" e "confiar". Pode-se ter fé tanto numa pessoa ou até mesmo em um objeto inanimado, numa ideologia ou em um credo (base de propostas/dogmas de uma dada religião).

Se podemos definir de modo mais claro a palavra ' fé' dentro do contexto cristão, definiriamos da seguinte forma: "Fé é acreditar naquilo que a Bíblia declara, independentemente daquilo que vemos, ou ouvimos. Em outras palavras... Fé é acreditar que Deus cumprirá aquilo que prometeu".

Contexto Religioso:
Em contextos religiosos, "fé" tem muitos sentidos diferentes. Às vezes quer dizer lealdade a determinada religião. Nesse sentido, podemos, por exemplo, falar da "fé católica" ou da "fé islâmica".
Para religiões que se baseiam em credos/crenças, a fé também quer dizer que alguém aceita as visões dessa religião como verdadeiras. Para religiões que não se baseiam em credos, por outro lado, fé muitas vezes significa que alguém é leal para com uma determinada comunidade religiosa.
Algumas vezes, fé significa compromisso numa relação com Deus. Nesse caso, fé é usada no sentido de fidelidade. Tal compromisso não precisa ser cego ou submisso.
Para muitos judeus, por exemplo, o Talmud mostra um compromisso cauteloso entre Deus e os Filhos de Israel. Para muitas pessoas, fé, ou falta de fé, é uma parte importante das suas identidades. Por exemplo, uma pessoa pode identificar-se como um muçulmano ou um cético.
Muitos religiosos racionalistas, assim como pessoas não-religiosas, criticam a fé, apontando-a como irracional. Nesse ponto de vista, o credo deve ser restrito ao que é diretamente demonstrado por lógica ou evidência.

Claro que exite muito mais sobre o assunto, mas deixo claro que esse texto é apenas para finalidades de pesquisas, e opiniões dos leitores do blog.

As dez maiores religiões, as que mais agregam adeptos no Mundo, seus Santuários mais importantes e algumas curiosidades:
-----> Cristianismo - com seus 2.106.962.000 de adeptos fica em primeiro lugar da lista. Em 1858 Bernadette Soubirous, 14 anos, teve uma visão da Virgem Maria na gruta de Massabielle, sudoeste da França. Desde então o Santuário de Nossa Senhora de Lourdes é um dos mais visitados no mundo, recebendo cerca de 6 milhões de peregrinos por ano.
----->Islamismo - com seus 1.283.424.000 de adeptos segue de perto em segundo lugar. Cidade de nascimento do profeta Maomé, fundador do Islã, Meca é o local mais sagrado para os muçulmanos. Segundo o Alcorão, todo fiel deve visitá-la pelo menos uma vez na vida (se tiver condições para isso).
----->Hinduísmo - com seus 851.291.000 de adeptos vem um pouco atrás em terceiro lugar. Angkor Wat, no Camboja, é considerado o maior complexo arquitetônico religioso do planeta com seus 2,1 km² de área, o equivalente a 300 campos de futebol.
Religiões Chinesas - com cerca de 402.065.000 de seguidores vem em seguida em quarto lugar. Nesta categoria estão várias crenças, professadas principalmente na China, reunidas como cultos ancestrais, ética confucionista, xamanismo e elementos taoístas e budistas. Em Pequim há o Templo do Céu.
----->Budismo - com cerca de 375.440.000 de praticantes vem em quinto lugar. O impressionante templo de Borobudur fica no meio de uma floresta em Java, ilha da Indonésia. A estrutura de 55 mil metros quadrados foi erguida em forma de pirâmide e possui 6 andares e 3 terraços circulares.
----->Sikhismo - com seus 24.989.000 de participantes vem bem mais atrás em sexto lugar. Religião indiana que mistura elementos do hinduísmo e islamismo, foi fundada em época de conflitos entre adeptos dessas religiões.
----->Judaísmo - com seus 14.990.000 de praticantes vem em sétimo. O Muro das Lamentações, é a única estrutura remanescente do Templo de Herodes, construído por Salomão, filho do rei Davi, e destruído pelos romanos em 70 d.c..
----->Espiritismo - com 12.882.000 de adeptos vem em oitavo. O Brasil é o maior número de adeptos da religião. A primeira sede da federação espírita brasileira foi fundada no Rio de Janeiro em 1884.
----->Fé Bahá'í - com seus 7.496.000 participantes vem em nono lugar. Surgiu na antiga Pérsia, atual Irã, em 1844, e não possui dogmas, rituais, clero ou sacerdócio, baseando-se na crença pela unidade da humanidade, busca pela verdade e fim dos preconceitos. Seu fundador foi enterrado em Jerusalém, no Monte Carmelo, tornando o santuário mais importante para os crentes dessa religião.
----->Confucionismo - com 6.447.000 adeptos fica em último lugar desta lista. Nesta categoria estão os confucionistas não chineses. Os praticantes chineses já foram considerados antes na lista.

Espero ter aberto, um pouco de conhecimento sobre fé e religiões, eu tenho muita fé e voce?!... =)

sobre garotas...


Meu Amor de Verão - My Summer of Love / Inglaterra / 2004

Durante as férias de verão a estabanada, insolente e espirituosa Mona (Nathalie Press) conhece Tamsin (Emily Blunt), uma garota rica, mimada e encantadora. Rapidamente, as adolescentes desenvolvem uma amizade tão forte quanto inesperada, que logo evolui para uma relação mais íntima. E é nos verdes campos de Yorkshire, interior da Inglaterra, que elas trocam juras de amor eterno e descobrem juntas o
s prazeres do sexo. No entanto a amizade pouco convencional das duas começa a incomodar algumas pessoas, principalmente o irmão mais velho de Mona, Phil (Paddy Considine), um ex-dono de pub que mudou de vida depois de se converter ao cristianismo.

Sobre o assunto.

Etmologia:

A palavra lésbica originalmente se referia somente às habitantes da ilha de Lesbos, na Grécia. Na Antiguidade, entre os séculos 6 e 7 a.C., morava nesta ilha a poetista Safo, admirada por seus poemas sobre o amor e a beleza, em sua maioria dirigidos às mulheres. Por esta razão, o relacionamento amoroso entre mulheres passou a ser conhecido como lesbianismo ou safismo.
Muitos termos foram usados para descrever o amor entre mulheres nos últimos dois séculos, entre os quais: amor lesbicus, urningismo, safismo, tribadismo, e outros

Apesar dessas mudanças dramáticas que estão ocorrendo no Brasil, ao se discutir o lesbianismo moderno do país, deve-se manter em mente o fato de que as lésbicas, tal como outros grupos de Minoria Sexual, ainda são alvo de muita discriminação na atualidade. Esta discriminação geralmente começa no próprio lar, depois estende-se à escola e, subseqüentemente, ao trabalho.

No entanto, na entrada do novo milênio, algumas grandes empresas passaram a conceder os mesmos benefícios aos seus funcionários que vivem em relações estáveis com uma pessoa do mesmo sexo (i.e. casais gays e lésbicos).

Certos orgãos governamentais também estão fazendo o mesmo. Por exemplo, uma cidadã brasileira lésbica que estabelecer relação estável com uma mulher estrangeira tem direito (desde 2004) a um visto de residência (temporário ou permanente, dependendo de suas necessidades) no Brasil. O mesmo é válido para casais binacionais de homens.

É importante notar que essa conquista do Movimento Homossexual Brasileiro é muito importante pois ela é cobiçada por pessoas gays da maioria dos países. A lista dos países que oferecem este benefício aos seus cidadãos homossexuais está aumentando lentamente. Tipicamente são os países mais desenvolvidos que reconhecem casais gays em termos de direitos de imigração (i.e. Canadá, Holanda, Bélgica, Dinamarca, Alemanha, Suécia, Noruega, França, entre outros). Portanto, nesta área, o Brasil verdadeiramente é um país pioneiro.


É preciso salientar que qualquer mulher pode ser lésbica, não importando a sua aparência, comportamento, status social, lugar de origem, estado civil, raça, profissão, religião ou religiosidade, etc... Nem todas as lésbicas têm uma certa 'aparência' e 'comportamento', conforme dita o estereótipo popular. Se é verdade que nem toda lésbica se comporta de maneira um pouco ou muito masculinizada, também é verdade que nem toda mulher que atua em profissões tipicamente praticadas por homens, ou em cargos de liderança, etc. se trate de uma mulher lésbica.

Homofobia é um termo moderno utilizado universalmente para descrever um mal social que afeta muito todas as pessoas de Minoria Sexual, inclusive as lésbicas. Literalmente, o termo significa medo de homossexuais. Este medo freqüentemente se traduz em agressividade verbal ou até mesmo física em alguns casos. Portanto, a homofobia, assim como o racismo, são comportamentos anti-sociais indesejáveis no que toca o bem geral de uma nação.

De acordo com estudos conduzidos por mais de dez anos pelo antropólogo prof. Luiz Mott, fundador de uma das mais antigas organizações em defesa dos direitos das pessoas homossexuais, o Grupo Gay da Bahia, a cada dois ou três dias uma pessoa gay é brutalmente assassinada no Brasil.


Levando-se em conta estes fatos trágicos, vale esclarecer que a homossexualidade não é proibida no Brasil desde a primeira parte dos anos 1800s quando a Santa Inquisição católica foi oficialmente eliminada do Brasil. A discriminação de lésbicas e outras pessoas de Minoria Sexual é absolutamente proibida de acordo com a lei. A própria Carta Magna do Brasil, a Constituição Federal do Brasil, reza explicitamente que todos deverão ser tratados com isonomia perante a lei sem que se faça acepção de pessoas por qualquer motivo ou razação.
Se é verdade que as regras de fé de muitas religiões proibem expressamente o amor entre pessoas do mesmo sexo, essas leis religiosas se restringem somente dentro das respectivas comunidades religiosas. Em outras palavras, a liberdade religiosa exige que todas as religiões atuem dentro dos padrões básicos dos Direitos Humanos adotados pelo Estado Brasileiro.

Também é preciso esclarecer que nem todas as religiões proíbem a união entre iguais. Igrejas cristãs como a Igreja Metropolitana do Brasil, entre outras, projetam uma visão reformada em relação à comunidade GLBT. Muitas igrejas cristãs do mundo entraram no novo milênio discutindo com muita seriedade e deliberação o assunto da homossexualidade. Existe muita resistência por parte das alas mais conservadoras dessas instituições a idéia do casamento entre iguais.

Sites Interessantes.

  • Clube Safo - Associação de apoio à defesa dos direitos das mulheres lésbicas portuguesas
  • GIRL - Grupo de Intervenção e Reflexão sobre Lesbianismo

DEOPS

Estou lendo no momento Imprensa Confiscada Pelo Deops: 1924-1954. Segundo lugar do Prêmio Jabuti 2004 na categoria Ciências Humanas. A livre circulação de idéias fiugura entre as mais importantes questões do nascimento, desenvolvimento e engrandecimento de qualquer nação. Por isso, o controle e a censura impostos às correntes de pensamento também são temas igualmente relevantes. Este livro toca nesta delicada questão. Reunindo jornais de militância política confiscados entre 1924 e 1954 pelo extinto DEOPS/SP - Departamento Estadual de Ordem Política e Social, demonstra que os diferentes governos do período vigiaram e coibiram intensamente a livre circulação de idéias no país. O resultado desse trabalho é rico. Revela a articulação de diversos segmentos da sociedade - como partidos políticos, associações de classe e grupos étnicos - em defesa de questões de seu interesse. Simultaneamente, mostra como as autoridades brasileiras agiam para firmar-se no poder e construir sua própria versão da história.

Além dos dados sobre as publicações censuradas, os autores trazem importantes informações sobre figuras da política brasileira. Por exemplo, fica-se sabendo que em 1948 o governo apreendeu o jornal ‘A voz sionista’, publicado no Rio de Janeiro. É intrigante, pois o tirano do Catete já não estava mais no poder desde 1945. Mas o livro esclarece: ‘Esta preocupação das autoridades brasileiras com o movimento sionista tem sua razão de ser. Após a Partilha da Palestina, o presidente Dutra – cujas tendências germanófilas, anti-semitas e anticomunistas marcaram sua passagem pelo governo Vargas – não via com bons olhos os rumos tomados pelo recém-criado Estado de Israel, candidato a "satélite comunista". ... Este contexto pressionou o Brasil a retardar para 7 de fevereiro de 1949 seu reconhecimento oficial ao Estado de Israel e para 1952 o estabelecimento das ligações diplomáticas".

Mas não foram apenas os judeus a serem perseguidos pelo Estado brasileiro. Quem quer que pudesse representar a menor ameaça, real ou imaginária, era censurado ou, no mínimo, "monitorado". Até ‘A voz dos Alfaiates’ foi considerado perigoso e apreendido em 1936.
Embora extinto desde 1983, a mentalidade censora oficial do DEOPS não pode ser considerada coisa do passado. Hoje ela se dá de forma muito mais sutil e perversa. Mas basta, por ora, recomendar fortemente a leitura de ‘A imprensa confiscada pelo DEOPS’, que trata das relações entre poder e imprensa num tempo em que as autoridades não se preocupavam em escamotear a censura. Nem ao menos dela se envergonhavam.

+ ---> DEOPS

Lance Armstrong

"exemplos, são minha inspiraçao para continuar a lutar por outros. . ."

No futebol, é a Copa do Mundo. No ciclismo, a Volta da França. Nunca ninguém havia vencido a principal competição de ciclismo de estrada por seis vezes. Neste domingo, o norte-americano Lance Armstrong ousou chegar ao sétimo título da "Le Tour".

Mais do que o feito heróico, a data marca a despedida do já lendário ciclista das pistas. Aos 33 anos, ele havia afirmado, desde meados de março, que competiria na Volta da França apenas uma vez. "Mas não posso viver sem a Volta. Tenho muita curiosidade por saber o que vai acontecer em 2006", admitiu o heptacampeão, menos de 24 horas de seu último título.

Por si só, a conquista já é louvável. Mas a história de vida de Armstrong faz com que ela seja ainda mais espetacular. Velocista feroz, ele se tornou um dos campeões mundiais mais jovens da história (em 1993, antes de completar 22 anos) e número 1 do ranking mundial (em 1996).

Mas reclamava de dores, fortes dores. Exames constataram um câncer nos testículos, já se alastrando por pulmões e cérebro. A previsão médica de cura era de 50%. Em caso de sobrevivência, o ciclismo seria apenas um passado.

A luta de Armstrong passou a ser para viver. Foi aí que conquistou a sua vitória mais suada, após dolorosas sessões de quimioterapia. Pacientemente, voltou a treinar. Para se reabilitar da doença, treinou incontáveis horas, dias, meses. A velocidade virou resistência. Voltou a disputar a Volta em 1999, como azarão. E foi neste ano que iniciou o maior domínio da prova da história.

No ano passado, já havia se imortalizado com o inédito sexto título, feito que nenhum competidor havia realizado. O sétimo, homologado neste domingo, na verdade, foi vencido no dia 2 de julho, no primeiro dia de competições, com uma etapa contra o relógio entre as cidades francesas de Fromentine e Noirmoutier. A cada minuto, um ciclista saía para o percurso.

Nunca Armstrong havia chegado à Volta sem ter conquistado nenhum título no ano como agora. E minimizou o fato. "Eu não tinha a pressão de vencer como em 2004, quando eu podia bater um recorde. Agora, era um desafio contra mim mesmo."

Mas foi ali, na primeira etapa, que ele mostrou toda a sua força. Último a entrar na pista, viu logo na segunda, terceira pedalada, seu pé direito escapar do pedal. Perdeu tempo para reajustar seu corpo na bicicleta. Mesmo assim, alcançou e superou com extrema facilidade o alemão Jan Ullrich, campeão em 1997 e três vezes vice desde então.

Foi o segundo na classificação geral do dia, dois segundos atrás do compatriota David Zabriskie, e especialistas apostam que o erro nos instantes iniciais lhe custaram a vitória já na etapa de estréia. A tradicional "camisa amarela", dada ao primeiro colocado, veio logo na quarta etapa. E dali em diante, ele simplesmente dominou a prova com maestria para vencer de novo.

Neste domingo, repetiu uma cena já "comum" nos últimos anos. Da mesma forma triunfal, cruzou a linha de chegada na avenida Champs-Elysées, em Paris. O mau tempo fez com que os organizadores declarassem o americano o campeão da etapa antes do término do percurso na avenida mais charmosa da cidade. Mesmo assim, os ciclistas continuaram correndo. O vencedor da 21ª e derradeira prova foi o cazaque Alexander Vinokourov.

Após passar pelo Arco do Triunfo, Armstrong foi recepcionado por seus três filhos, Luke, e as gêmeas Grace e Isabelle, ambas de três anos, e vestindo camisas amarelas do líder como o pai, com o slogan "Vive le Tour, forever" ("Viva a Volta, para sempre").

Do céu ao inferno, Armstrong se despede da Volta no paraíso. "Mas isso não é uma comparação válida. Estamos falando de um esporte. Minha viagem ao paraíso será talvez mais fácil", disse, em tom de brincadeira, o rei do ciclismo mundial.

Mesmo admitindo que "não pode viver sem a Volta", a aposentadoria é definitiva. "Não sei o que vou fazer nesta época do ano em 2006, mas não tenho a intenção de continuar sendo uma figura pública, acho que necessito de privacidade", disse. "Não lamento o fim. Tive uma carreira incrível, com muita sorte, incluindo a bênção de competir por 13 anos como profissional. Mas tenho os pés no chão."

Se os planos para o futuro ainda são uma incógnita, Armstrong já sabe o que vai fazer na segunda-feira. "Quando acordar, ao lado dos meus filhos e da minha mulher [a cantora Sheryl Crow], vou com um grupo de amigos ao sul da França, passear na praia. Comeremos bem, beberemos um pouco de vinho e vamos apenas relaxar", afirmou.

"Meu período se encerrou", concluiu o ciclista, que deixa as pistas para se imortalizar na galeria dos principais atletas do esporte mundial. Mas antes, desabafou e rebateu os críticos, principalmente aqueles que o acusaram de doping. "Tenho pena de vocês, que não acreditam em milagres", disparou, para depois exaltar a Volta. "Foi uma corrida e tanto. Eu serei fã da Volta da França enquanto eu viver. E não há segredos, é um evento esportivo difícil e no qual se precisa trabalhar muito, mas muito mesmo, para vencer."

Mais sobre o assunto Lance Armstrong.

Brilhante Incompreendido.

'...ao mestre com carinho.'


Cabelos desgrenhados, língua de fora, roupas comidas por traças. Albert Einstein é, sem sombra de dúvida, um retrato fiel do cientista "louco" e ao mesmo tempo adorável. Tão imerso em suas teorias e com uma visão tão mais além do que todo o resto do mundo, que é de se imaginar o quão fascinante e revelador não deve ter sido desvendar mistérios que acabariam por influenciar praticamente todos os campos da humanidade.

Nascido em Ulm, sul da Alemanha, em 14 de março de 1879, Albert Einstein foi o primogênito de um engenheiro judeu e sua esposa. Influenciado pela mãe, o pequeno Einstein tomaria gosto pela música, em especial pelo violino. Foi estudar na Suíça quando a família mudou-se para a Itália e, em 1896, foi admitido na Escola Politécnica Federal da Suíça, em Zurique.

Rebelde e galanteador, Einstein conheceu ali a estudante sérvia de física Mileva Maric. Os dois pareciam almas gêmeas e - apesar da negativa de sua mãe -casaram-se em 1903. De posse de cidadania suíça e já formado, Einstein não conseguia achar emprego como professor de física e matemática e por isso foi trabalhar em um escritório de patentes em Berna.

Por incrível que pareça, foi naquele escritório, durante suas horas vagas, que Einstein produziria a maior parte de seu trabalho, inclusive a teoria da relatividade, que quebraria conceitos newtonianos e seria uma das forças que virariam o século XX de ponta cabeça. A notoriedade viria logo em seguida e Einstein foi chamado para lecionar em universidades de Zurique, Praga e Berlim a partir de 1909. Cinco anos depois adotaria cidadania alemã e só a renunciaria em 1933, quando emigrou para os Estados Unidos, devido ás perseguições nazistas. A "física judia" de Einstein não era vista com bons olhos por Hitler (que mandou confiscar os bens do cientista), mas tampouco por Stalin (que a considerava "capitalista") ou pela Igreja Católica (para a qual era "ateísta").

Em 1919 seu casamento com Mileva Maric dissolveu-se. A união - que resultara em dois meninos - havia sido um tanto tempestuosa. Einstein acusava a esposa de um ciúme terrível, ao mesmo tempo em que dizia que era dona de uma feiúra incrível. Mileva por sua vez sentia-se abandonada e não conseguia dar ao "gênio" o espaço que ele precisava. Boatos contavam que Einstein não teria elaborado sua teoria da relatividade não fosse a ajuda de Mileva, mas a própria, mesmo depois da separação, jamais clamou seus direitos.

No mesmo ano, Einstein casou-se com uma prima já divorciada, Elsa Lowenthal. Diferentemente de Mileva, Elsa sabia dar a Einstein seu próprio território e não ousava reclamar das mulheres que o cercavam. Em 1921 foi agraciado com o Prêmio Nobel em Física.

Nos Estados Unidos, desde 1933, Einstein associou-se à Universidade de Princeton. Pacifista de carteirinha, criticava a exaltação da guerra em livros de história para crianças, se opunha ao serviço militar obrigatório e discordava da compra de armamentos pelos EUA como forma de evitar a guerra.

Seu pacifismo já havia sido criticado por colegas quando diante do avanço Nazista, Einstein sugeriu o uso de armas. Outro paradoxo em suas crenças contra a violência foi o fato de o cientista ter trabalhado no desenvolvimento da energia atômica. Ainda assim, enviou uma carta ao presidente Roosevelt no início de 1945, implorando que não usassem a bomba atômica contra o Japão. A carta foi encontrada fechada na mesa de Roosevelt, no dia de sua morte. Depois de Harry Truman ter dizimado os japoneses, Einstein teria dito: "Se eu soubesse que as pessoas fariam isto, eu teria virado um sapateiro".

Grande apoiador do movimento sionista - ao mesmo tempo em que se preocupava com a situação dos árabes na região - Einstein foi convidado por Ben Gurion para ser presidente do jovem estado de Israel. O cientista negou o posto, mas ajudou na fundação da Universidade Hebraica de Jerusalém.

Albert Einstein morreu em 18 de abril de 1955 em conseqüência de um ataque cardíaco. Temendo a curiosidade que seu túmulo poderia despertar, pediu para que suas cinzas fossem espalhadas. Seu cérebro, no entanto, foi "surrupiado" para que nós, simples mortais, pudéssemos entender de onde vinha a simplicidade e o gênio de Einstein, que até hoje não foram equiparados.

Por: Gabriela Sampaio - MSN Homens Classicos.

Para saber mais:
Einstein Archives Online