Já faz algum tempo que não estou aqui, a conversar comigu mesmo.
Creio que seja pelo fato dos meus pensamentos irem mais rapidos que tudo que exista. As vezes gostariamos de ter botoes que liga e desliga nossas pensamentos não é!?
Com deixe-me ver, muito nao mudou apenas o tempo passou, coisas aconteceram, eu a cada dia fico mais velho na sociedade, e mais sábio em minha alma.
O bom é que de tempos, podemos seguir pessoas que falam coisas na qual elas mesmas nao entendem, mas faz sentido a anos futuros, a maioria nao sao previsões, mas sim um pensamento mais avançado dessa pessoa, que é o que seguimos de vez enquando.
Como se passa aqui no meu blog ". . .tudo é relativo!", coloquei isso porque eu realmente acretido nisso, talvez nao no sentido proprio da frase, mas o que ela representa para mim.
Juliu's Dictionary:
Relativo:O que pensamos, queremos ver, aprender, crescer, crer, ouvir, seguir, lamentar, evoluir... Do Julius: ser livre para tudo.
Ha tempos venho aqui, ha tempos irei faltar, mas todo tempo irei estar.
Confuso
Vida, coisas, jeitos, sentimentos, amizade, atualidade, emoções, objetos, pessoas, amigos, namoro, relacionamento, preso, sensações, aprensentações, show, mostra, cinema, movimento, necessidade, novo, nova, novos, medo, insegurança, casamento, tevê, radio, realidade, antigamente, social, sociavel, igual, tudo, todos, sendo, mesmo, procura, sabedoria, religiao, apalpavel, admiravel, soberbo, inutil, juventude, parecendo, cronologico, precisa, sim, não, velho, novo, pare, continue, pensa, reflita, demore, rapido, relaxe, stress, cotidiano. . .
Eu como fico nisso. . .? Apenas livre.
Eu como fico nisso. . .? Apenas livre.
O Corvo.
Numa meia-noite agreste, quando eu lia, lento e triste,
Vagos, curiosos tomos de ciências ancestrais,
E já quase adormecia, ouvi o que parecia
O som de alguém que batia levemente a meus umbrais.
"Uma visita", eu me disse, "está batendo a meus umbrais.
É só isto, e nada mais."
Ah, que bem disso me lembro! Era no frio dezembro,
E o fogo, morrendo negro, urdia sombras desiguais.
Como eu qu'ria a madrugada, toda a noite aos livros dada
P'ra esquecer (em vão!) a amada, hoje entre hostes celestiais -
Essa cujo nome sabem as hostes celestiais,
Mas sem nome aqui jamais!
Como, a tremer frio e frouxo, cada reposteiro roxo
Me incutia, urdia estranhos terrores nunca antes tais!
Mas, a mim mesmo infundido força, eu ia repetindo,
"É uma visita pedindo entrada aqui em meus umbrais;
Uma visita tardia pede entrada em meus umbrais.
É só isto, e nada mais".
E, mais forte num instante, já nem tardo ou hesitante,
"Senhor", eu disse, "ou senhora, decerto me desculpais;
Mas eu ia adormecendo, quando viestes batendo,
Tão levemente batendo, batendo por meus umbrais,
Que mal ouvi..." E abri largos, franqueando-os, meus umbrais.
Noite, noite e nada mais.
A treva enorme fitando, fiquei perdido receando,
Dúbio e tais sonhos sonhando que os ninguém sonhou iguais.
Mas a noite era infinita, a paz profunda e maldita,
E a única palavra dita foi um nome cheio de ais -
Eu o disse, o nome dela, e o eco disse aos meus ais.
Isso só e nada mais.
Para dentro estão volvendo, toda a alma em mim ardendo,
Não tardou que ouvisse novo som batendo mais e mais.
"Por certo", disse eu, "aquela bulha é na minha janela.
Vamos ver o que está nela, e o que são estes sinais."
Meu coração se distraía pesquisando estes sinais.
"É o vento, e nada mais."
Abri então a vidraça, e eis que, com muita negaça,
Entrou grave e nobre um corvo dos bons tempos ancestrais.
Não fez nenhum cumprimento, não parou nem um momento,
Mas com ar solene e lento pousou sobre os meus umbrais,
Num alvo busto de Atena que há por sobre meus umbrais,
Foi, pousou, e nada mais.
E esta ave estranha e escura fez sorrir minha amargura
Com o solene decoro de seus ares rituais.
"Tens o aspecto tosquiado", disse eu, "mas de nobre e ousado,
Ó velho corvo emigrado lá das trevas infernais!
Dize-me qual o teu nome lá nas trevas infernais."
Disse o corvo, "Nunca mais".
Pasmei de ouvir este raro pássaro falar tão claro,
Inda que pouco sentido tivessem palavras tais.
Mas deve ser concedido que ninguém terá havido
Que uma ave tenha tido pousada nos meus umbrais,
Ave ou bicho sobre o busto que há por sobre seus umbrais,
Com o nome "Nunca mais".
Mas o corvo, sobre o busto, nada mais dissera, augusto,
Que essa frase, qual se nela a alma lhe ficasse em ais.
Nem mais voz nem movimento fez, e eu, em meu pensamento
Perdido, murmurei lento, "Amigo, sonhos - mortais
Todos - todos já se foram. Amanhã também te vais".
Disse o corvo, "Nunca mais".
A alma súbito movida por frase tão bem cabida,
"Por certo", disse eu, "são estas vozes usuais,
Aprendeu-as de algum dono, que a desgraça e o abandono
Seguiram até que o entono da alma se quebrou em ais,
E o bordão de desesp'rança de seu canto cheio de ais
Era este "Nunca mais".
Mas, fazendo inda a ave escura sorrir a minha amargura,
Sentei-me defronte dela, do alvo busto e meus umbrais;
E, enterrado na cadeira, pensei de muita maneira
Que qu'ria esta ave agoureira dos maus tempos ancestrais,
Esta ave negra e agoureira dos maus tempos ancestrais,
Com aquele "Nunca mais".
Comigo isto discorrendo, mas nem sílaba dizendo
À ave que na minha alma cravava os olhos fatais,
Isto e mais ia cismando, a cabeça reclinando
No veludo onde a luz punha vagas sobras desiguais,
Naquele veludo onde ela, entre as sobras desiguais,
Reclinar-se-á nunca mais!
Fez-se então o ar mais denso, como cheio dum incenso
Que anjos dessem, cujos leves passos soam musicais.
"Maldito!", a mim disse, "deu-te Deus, por anjos concedeu-te
O esquecimento; valeu-te. Toma-o, esquece, com teus ais,
O nome da que não esqueces, e que faz esses teus ais!"
Disse o corvo, "Nunca mais".
"Profeta", disse eu, "profeta - ou demônio ou ave preta!
Fosse diabo ou tempestade quem te trouxe a meus umbrais,
A este luto e este degredo, a esta noite e este segredo,
A esta casa de ânsia e medo, dize a esta alma a quem atrais
Se há um bálsamo longínquo para esta alma a quem atrais!
Disse o corvo, "Nunca mais".
"Profeta", disse eu, "profeta - ou demônio ou ave preta!
Pelo Deus ante quem ambos somos fracos e mortais.
Dize a esta alma entristecida se no Édem de outra vida
Verá essa hoje perdida entre hostes celestiais,
Essa cujo nome sabem as hostes celestiais!"
Disse o corvo, "Nunca mais".
"Que esse grito nos aparte, ave ou diabo!", eu disse. "Parte!
Torna á noite e à tempestade! Torna às trevas infernais!
Não deixes pena que ateste a mentira que disseste!
Minha solidão me reste! Tira-te de meus umbrais!
Tira o vulto de meu peito e a sombra de meus umbrais!"
Disse o corvo, "Nunca mais".
E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
No alvo busto de Atena que há por sobre os meus umbrais.
Seu olhar tem a medonha cor de um demônio que sonha,
E a luz lança-lhe a tristonha sombra no chão há mais e mais,
Libertar-se-á... nunca mais!
By Edgar Allan Poe
Vagos, curiosos tomos de ciências ancestrais,
E já quase adormecia, ouvi o que parecia
O som de alguém que batia levemente a meus umbrais.
"Uma visita", eu me disse, "está batendo a meus umbrais.
É só isto, e nada mais."
Ah, que bem disso me lembro! Era no frio dezembro,
E o fogo, morrendo negro, urdia sombras desiguais.
Como eu qu'ria a madrugada, toda a noite aos livros dada
P'ra esquecer (em vão!) a amada, hoje entre hostes celestiais -
Essa cujo nome sabem as hostes celestiais,
Mas sem nome aqui jamais!
Como, a tremer frio e frouxo, cada reposteiro roxo
Me incutia, urdia estranhos terrores nunca antes tais!
Mas, a mim mesmo infundido força, eu ia repetindo,
"É uma visita pedindo entrada aqui em meus umbrais;
Uma visita tardia pede entrada em meus umbrais.
É só isto, e nada mais".
E, mais forte num instante, já nem tardo ou hesitante,
"Senhor", eu disse, "ou senhora, decerto me desculpais;
Mas eu ia adormecendo, quando viestes batendo,
Tão levemente batendo, batendo por meus umbrais,
Que mal ouvi..." E abri largos, franqueando-os, meus umbrais.
Noite, noite e nada mais.
A treva enorme fitando, fiquei perdido receando,
Dúbio e tais sonhos sonhando que os ninguém sonhou iguais.
Mas a noite era infinita, a paz profunda e maldita,
E a única palavra dita foi um nome cheio de ais -
Eu o disse, o nome dela, e o eco disse aos meus ais.
Isso só e nada mais.
Para dentro estão volvendo, toda a alma em mim ardendo,
Não tardou que ouvisse novo som batendo mais e mais.
"Por certo", disse eu, "aquela bulha é na minha janela.
Vamos ver o que está nela, e o que são estes sinais."
Meu coração se distraía pesquisando estes sinais.
"É o vento, e nada mais."
Abri então a vidraça, e eis que, com muita negaça,
Entrou grave e nobre um corvo dos bons tempos ancestrais.
Não fez nenhum cumprimento, não parou nem um momento,
Mas com ar solene e lento pousou sobre os meus umbrais,
Num alvo busto de Atena que há por sobre meus umbrais,
Foi, pousou, e nada mais.
E esta ave estranha e escura fez sorrir minha amargura
Com o solene decoro de seus ares rituais.
"Tens o aspecto tosquiado", disse eu, "mas de nobre e ousado,
Ó velho corvo emigrado lá das trevas infernais!
Dize-me qual o teu nome lá nas trevas infernais."
Disse o corvo, "Nunca mais".
Pasmei de ouvir este raro pássaro falar tão claro,
Inda que pouco sentido tivessem palavras tais.
Mas deve ser concedido que ninguém terá havido
Que uma ave tenha tido pousada nos meus umbrais,
Ave ou bicho sobre o busto que há por sobre seus umbrais,
Com o nome "Nunca mais".
Mas o corvo, sobre o busto, nada mais dissera, augusto,
Que essa frase, qual se nela a alma lhe ficasse em ais.
Nem mais voz nem movimento fez, e eu, em meu pensamento
Perdido, murmurei lento, "Amigo, sonhos - mortais
Todos - todos já se foram. Amanhã também te vais".
Disse o corvo, "Nunca mais".
A alma súbito movida por frase tão bem cabida,
"Por certo", disse eu, "são estas vozes usuais,
Aprendeu-as de algum dono, que a desgraça e o abandono
Seguiram até que o entono da alma se quebrou em ais,
E o bordão de desesp'rança de seu canto cheio de ais
Era este "Nunca mais".
Mas, fazendo inda a ave escura sorrir a minha amargura,
Sentei-me defronte dela, do alvo busto e meus umbrais;
E, enterrado na cadeira, pensei de muita maneira
Que qu'ria esta ave agoureira dos maus tempos ancestrais,
Esta ave negra e agoureira dos maus tempos ancestrais,
Com aquele "Nunca mais".
Comigo isto discorrendo, mas nem sílaba dizendo
À ave que na minha alma cravava os olhos fatais,
Isto e mais ia cismando, a cabeça reclinando
No veludo onde a luz punha vagas sobras desiguais,
Naquele veludo onde ela, entre as sobras desiguais,
Reclinar-se-á nunca mais!
Fez-se então o ar mais denso, como cheio dum incenso
Que anjos dessem, cujos leves passos soam musicais.
"Maldito!", a mim disse, "deu-te Deus, por anjos concedeu-te
O esquecimento; valeu-te. Toma-o, esquece, com teus ais,
O nome da que não esqueces, e que faz esses teus ais!"
Disse o corvo, "Nunca mais".
"Profeta", disse eu, "profeta - ou demônio ou ave preta!
Fosse diabo ou tempestade quem te trouxe a meus umbrais,
A este luto e este degredo, a esta noite e este segredo,
A esta casa de ânsia e medo, dize a esta alma a quem atrais
Se há um bálsamo longínquo para esta alma a quem atrais!
Disse o corvo, "Nunca mais".
"Profeta", disse eu, "profeta - ou demônio ou ave preta!
Pelo Deus ante quem ambos somos fracos e mortais.
Dize a esta alma entristecida se no Édem de outra vida
Verá essa hoje perdida entre hostes celestiais,
Essa cujo nome sabem as hostes celestiais!"
Disse o corvo, "Nunca mais".
"Que esse grito nos aparte, ave ou diabo!", eu disse. "Parte!
Torna á noite e à tempestade! Torna às trevas infernais!
Não deixes pena que ateste a mentira que disseste!
Minha solidão me reste! Tira-te de meus umbrais!
Tira o vulto de meu peito e a sombra de meus umbrais!"
Disse o corvo, "Nunca mais".
E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
No alvo busto de Atena que há por sobre os meus umbrais.
Seu olhar tem a medonha cor de um demônio que sonha,
E a luz lança-lhe a tristonha sombra no chão há mais e mais,
Libertar-se-á... nunca mais!
By Edgar Allan Poe
Let's talk about sex !
Estava lendo alguns dias atras o livro de Paulo Coelho - Onze Minutos, para quem não conhece a historia, o livro tem como protagonista Maria, uma prostituta brasileira que vive na Suíça, Paulo Coelho discute o amor e o lado sagrado do sexo. Maria acredita que é possível haver um encontro perfeito entre corpo e alma num relacionamento, e sai em busca desse ideal.
Durante a historia você vai perceber que a protagonista, como todos nós, está a procura de um porto seguro e a perfeição entre o sexo e o amor, como unir esses dois sentimentos que é único já por si mesmo.
Deixando de lado a historia romântica , levarei em consideração a parte sobre sexo, o que sabemos ou entendemos sobre o assunto?
Sabemos bastante coisas sobre sexo no modo cientifico, mas o que poderia esse ato fazer com a alma , sentimento de uma pessoa que poderia fazer isso por puro desprazer. Acredito que uma pessoa que se entregue sem estar preparada ou até sem vontade, poderia causar danos sérios ao seu futuro com um pessoa que venha a curtir eventualmente.
(Porque na sociedade de hoje em dia falamos sobre sexo cientifico, se também nos importa o sexo sentimental.!?)
Alguns já experimentaram outros não tiveram a chance, e alguns esperam por te-lo , o "sexo sentimental" é um ato de pureza espiritual e necessário em nossas vidas, um ato inocente de descobertas sobre si e a outra pessoa, sobre o significado do mundo e o nosso próprio. É a chance de saber-mos quem somos por dentro, como viemos ao mundo a alguns milhões de anos, é nos transformar em pessoas melhores apenas para reservar mais momentos como aquele que voce acabara de passar.
Sexo sentimental, é quando voce se resume em decidir sobre a sua vida o seu corpo e comanda a própria mente. Após tal ato seu sentimento será o mais puro de todos, não apenas por descobrir coisas sobre voce mesmo, mas por descobrir que é voce mesmo que poderá mudar para melhor bastante coisa na sua vida.
Não sei talvez eu esteja exagerando e talvez não coloquei nem o ápice aqui, mas pode reparar quem tem um grande amor no sexo, nunca esta de cara feia.
Claro não esqueço sobre os outros tipos de sexo, o curioso, o por prazer e por assim vai , se voce quiser nomea-los claro. Quis enfatizar o mais belo dos sexos, o puro que vem com sua experiência própria, e não ditada. Mas as outras serão para outros casos a serem mostrados aqui. E nao se esquece que tudo é relativo no sexo, como voce o vê, como o faz, e como o admira.
Eu indico o livro de Paulo Coelho – Onze Minutos / Editora Rocco – nessa historia voce ira descobrir como uma mulher passou por sexos de todos os tipos e encontrou o amor em sua vida.
Té a proxima.
Durante a historia você vai perceber que a protagonista, como todos nós, está a procura de um porto seguro e a perfeição entre o sexo e o amor, como unir esses dois sentimentos que é único já por si mesmo.
Deixando de lado a historia romântica , levarei em consideração a parte sobre sexo, o que sabemos ou entendemos sobre o assunto?
Sabemos bastante coisas sobre sexo no modo cientifico, mas o que poderia esse ato fazer com a alma , sentimento de uma pessoa que poderia fazer isso por puro desprazer. Acredito que uma pessoa que se entregue sem estar preparada ou até sem vontade, poderia causar danos sérios ao seu futuro com um pessoa que venha a curtir eventualmente.
(Porque na sociedade de hoje em dia falamos sobre sexo cientifico, se também nos importa o sexo sentimental.!?)
Alguns já experimentaram outros não tiveram a chance, e alguns esperam por te-lo , o "sexo sentimental" é um ato de pureza espiritual e necessário em nossas vidas, um ato inocente de descobertas sobre si e a outra pessoa, sobre o significado do mundo e o nosso próprio. É a chance de saber-mos quem somos por dentro, como viemos ao mundo a alguns milhões de anos, é nos transformar em pessoas melhores apenas para reservar mais momentos como aquele que voce acabara de passar.
Sexo sentimental, é quando voce se resume em decidir sobre a sua vida o seu corpo e comanda a própria mente. Após tal ato seu sentimento será o mais puro de todos, não apenas por descobrir coisas sobre voce mesmo, mas por descobrir que é voce mesmo que poderá mudar para melhor bastante coisa na sua vida.
Não sei talvez eu esteja exagerando e talvez não coloquei nem o ápice aqui, mas pode reparar quem tem um grande amor no sexo, nunca esta de cara feia.
Claro não esqueço sobre os outros tipos de sexo, o curioso, o por prazer e por assim vai , se voce quiser nomea-los claro. Quis enfatizar o mais belo dos sexos, o puro que vem com sua experiência própria, e não ditada. Mas as outras serão para outros casos a serem mostrados aqui. E nao se esquece que tudo é relativo no sexo, como voce o vê, como o faz, e como o admira.
Eu indico o livro de Paulo Coelho – Onze Minutos / Editora Rocco – nessa historia voce ira descobrir como uma mulher passou por sexos de todos os tipos e encontrou o amor em sua vida.
Té a proxima.
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