Você faz algo pela educação?

Se sua resposta foi sim, parabéns, porque segundo o ibope 63% da população, não faz nada.


A pesquisa Educar para Crescer, realizada nacionalmente pelo Ibope e divulgada na manhã de hoje (15 de setembro), em São Paulo, revela um dado alarmante: o brasileiro não chama para si a responsabilidade pela qualidade do ensino no país e tampouco participa ou se sente motivado a contribuir para sua melhoria. O estudo mostra que 63% da população afirma não fazer nada pela Educação e, para 68%, ela é de total responsabilidade dos governantes.


A pesquisa mostra que 70% dos brasileiros estão satisfeitos com a qualidade do ensino no país. Para Claudia Costin, ex-secretária de Cultura do Estado de S. Paulo e encarregada de apresentar a pesquisa, essa satisfação é fruto do desconhecimento da população em relação aos principais problemas da Educação. Afinal, quase 70% dos brasileiros não fazem idéia do que seu prefeito está fazendo pela Educação do município. E embora 69% apontem a Educação como um dos principais setores nos quais o governo deveria investir, só 1% considera as propostas de Educação dos políticos na hora de votar.


Os brasileiros também estão satisfeitos com a escola dos seus filhos, e dão nota 7 para os estabelecimentos de ensino, em média, avaliando-se a escola pública e privada. Apenas 9% deu nota inferior a 5. A população acha que nosso IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) é de 5,5. A estimativa é que essa média seja alcançada somente em 2017. A média atual é de 4,2.


Quase 90% da população brasileira coloca a Educação em 5º lugar na lista dos principais problemas do país, atrás de Segurança (com 30% das menções), Atuação dos Governantes (17%), Trabalho (13%) e Saúde (11%).


A pesquisa perguntou à população quais são os objetivos mais importantes para se obter Educação básica de boa qualidade. As alternativas mais apontadas foram: ensinar adequadamente as matérias (31%), nenhum (28%), oferecer perspectiva de realização profissional (24%), assegurar igualdade de oportunidade (19%) e formar cidadãos críticos e conscientes (18%).


Entre as medidas que deveriam ser tomadas pelos governantes para melhorar a educação pública, duas tiveram grande adesão dos respondentes: melhorar o salário (46%) e a capacitação dos professores (37%).


Pesquisa


Foram entrevistados 1000 homens e mulheres, de 16 a 69 anos, de todas as classes sociais e residentes de nove regiões metropolitanas do país: Salvador, Fortaleza, Recife, Distrito Federal, Curitiba, Porto Alegre, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo.

O mundo não acabou

Está ultima semana tudo que se falou foi em vários tipos de energia, pelo fato da famosa "maquina do fim do mundo" ser finalmente ligada. (Não sabe do que se trata? Clica aqui)

Com toda esta transmissão de informações, o presidente do Sindicato dos Eletricitários do Estado de São Paulo, Carlos Aberto dos Reis, fez um antigo falando um pouco sobre a estrutura eletrica do país e o porque uma maquina desta nunca iria causar um buraco negro, confira:

Felizmente, o mundo não acabou, como temiam tantos, após a ligação, dia 10 último, do acelerador de partículas do consórcio europeu Cern, na fronteira entre Suíça e França, que visa a recriar um mini-Big Bang, para encontrar respostas à origem do universo. A experiência em curso, que estimulou a criatividade de leigos e cientistas e até provocou medo em todo o Planeta, ante a hipótese de gerar um buraco negro irreversível, custou a bagatela de três bilhões de euros, algo próximo de 7,42 bilhões de reais.

Essa fantasia do inconsciente coletivo internacional, ante um experimento próximo da ficção científica, tem peculiar e insólita analogia com uma situação real do Brasil, também ligada à área energética: a precariedade do sistema elétrico, que já nos conduziu, não a um buraco negro, mas a um lamentável apagão, que praticamente paralisou a economia nacional em 2001. E os riscos continuam, pois o sistema é permeado de vícios e equívocos.

O primeiro problema é o atraso e insuficiência dos investimentos. É lamentável constatar o fracasso das Parcerias Público-Privadas (PPPs), pela absoluta insegurança jurídica que os projetos deixam transparecer. Outra questão importante é a política de privatização do sistema, em especial no estado de São Paulo, feita de maneira afoita, sem a preocupação com a garantia de qualidade técnica e compromissos mais sólidos dos concessionários com a sociedade e as empresas. É o caso, por exemplo, da AES Eletropaulo, que substituiu mão-de-obra experiente e qualificada por pessoal terceirizado sem o devido treinamento. Esta precarização dos serviços é responsável por alguns apagões, cada vez mais recorrentes, e pela maior insegurança dos próprios trabalhadores e usuários.

Falta de qualificação no setor não se restringe, contudo, aos trabalhadores operacionais e técnicos das hidrelétricas e redes de transmissão e distribuição. Abrange, também, com honrosas exceções, cargos de gestão e direção, preenchidos por critérios meramente políticos. Dada a grande importância do setor elétrico para a economia, a sociedade, as empresas, os indivíduos e a própria segurança nacional, é temeroso outorgar a apaniguados partidários sem qualificação cargos e funções da mais alta responsabilidade no sistema elétrico.

Sem maiores investimentos em geração, transmissão e distribuição de eletricidade, sem a devida fiscalização e exigência de qualidade das concessionárias privadas e sem critérios técnico-profissionais na contratação de mão-de-obra no setor e nomeação dos dirigentes das companhias que se mantêm sob controle acionário do estado, novos apagões certamente acontecerão. E estes, ao contrário dos temores relativos ao acelerador de partículas europeu, representam um risco real, verdadeiro e concreto. O Brasil precisa de medidas urgentes e toda uma reestruturação no setor hidrelétrico, pois sua deficiência, somada à passividade com que o problema tem sido encarado, pode criar um buraco negro capaz de engolir por muito tempo toda a nossa potencialidade de promover o crescimento sustentado da economia.

11 de Setembro; Sete anos depois

No dia 11 de setembro de 2001 os EUA receberam o pior ataque em sua história, executado em seu próprio solo continental. A resposta bélica ao ataque teve um grande respaldo diplomático e demonstrou que a mega-potência estava em seu apogeu. Bush, que perdurara no poder, depois de ter perdido as eleições, converteu-se num dos presidentes mais populares que houve em sua nação.

Sete anos depois, grande parte desse arsenal político adquirido se evaporou. Bin Laden e Mulá Omar seguem operando livres, enquanto Bush tornou-se um dos mandatários mais impopulares dos EUA, além disso, seu país sofre diversos questionamentos.

Pela primeira vez na história, 16 das 20 repúblicas latino-americanas têm presidentes que se dizem, de uma ou outra forma, da esquerda. A Rússia acaba de fazer seu maior desafio no pós-guerra fria, ao invadir a Geórgia e reconhecer a separação de duas regiões da dita nação. A China vem mostrando que se prepara para competir de igual pra igual com os EUA.

A oito semanas de suas eleições, Hoje os EUA se encontram em recessão. Washington tem urgência para derrotar a Al Qaeda, se quiser recuperar seu prestígio mundial. McCain quer fazer isso através de uma ofensiva maior que a de Bush no Iraque, propondo permanecer até um século naquele país. Obama representa o pólo oposto, pois ele sempre questionou os ataques ao Iraque, já que deseja é sair de lá para se concentrar na caça a Osama.

Paradoxalmente, pela primeira vez, um líder do ‘Terceiro Mundo’ pode se converter-se no grande “eleitor” dos EUA. Um novo atentado de Osama, por exemplo, inclinaria a balança a favor de McCain, que mostrou como toda ameaça à ‘segurança nacional norte-americana’ (como a guerra russo-georgiana), sempre lhe faz subir pontos.

Informações Oficiais: Show Extra da Madonna no Rio, e outro Extra em São Paulo

a Live Nation em associação com a Time For Fun (T4F) anuncia hoje que, devido à excepcional demanda, haverá mais um show da Madonna no Rio de Janeiro, dia 15 de dezembro, e em São Paulo, no dia 21 de dezembro. Com isso, serão cinco shows no Brasil: Maracanã (14 e 15 de dezembro) e Morumbi (18, 20 e 21 de dezembro).

INGRESSOS PARA 15 DE DEZEMBRO, ESTÁDIO DO MARACANÃ, A VENDA SABADO, 13 DE SETEMBRO À 0h

INGRESSOS PARA 21 DE DEZEMBRO, ESTÁDIO DO MORUMBI, A VENDA DOMINGO, 14 DE SETEMBRO À 0h

Os ingressos para o segundo e último show de Madonna no Rio de Janeiro começarão a ser vendidos a partir da 0h do próximo Sábado, 13 de setembro pelo telefone.

Os ingressos para o terceiro e último show em São Paulo começarão a ser vendidos a partir da 0h do próximo Domingo 14 de setembro, também pelo telefone.

As vendas serão feitas na bilheteria oficial, pontos-de-venda e telefone. Não haverá vendas pela internet. Nas compras por telefone, serão aceitos todos os cartões de crédito. Nas bilheterias e pontos-de-venda, também será aceito dinheiro.

A turnê Sticky & Sweet de Madonna, no Brasil, é apresentada por Lojas Renner, co-patrocinada por Claro, Nokia e TAM, além de contar com os Cartões Bradesco e Cartões American Express® Membership Cards como cartões de crédito preferenciais. A turnê é produzida por Live Nation Global Touring.

Os clientes dos cartões de crédito Bradesco e cartões American Express® Membership Cards, emitidos pelo Banco Bradesco ou Banco Bankpar S.A. poderão comprar os seus ingressos em duas vezes sem juros no cartão.

Locais de Venda:

Telefone:

Serão aceitos todos os cartões de crédito.

11 4005-1525 e 11 4004-1007 a partir da 0h de sábado, dia 13 de setembro às 21h. Da 0h de domingo, dia 14 de setembro às 21h. Nos demais dias das 9h às 21h • sujeito a custo de uma ligação local, a taxa de conveniência e entrega.

Pontos-de-venda:

Serão aceitos todos os cartões de crédito e dinheiro. Sujeito a taxa de conveniência.



São Paulo:

· Ginásio do Ibirapuera (Rua Manoel da Nóbrega, 1361): aberto todos os dias das 10h às 20h, a partir de domingo dia 14 de setembro. No dia 14 de setembro, excepcionalmente abrirá às 6h.

· Parque Villa Lobos (Rua Senador Queiroz Filho S/N - Entrada do Detran): aberto todos os dias das 12h às 18h, a partir de segunda-feira dia 15 de setembro.(AOS DOMINGOS ESTARÁ FECHADO).

· Parque Anhembi: (Avenida Olavo Fontoura, 1209 - em frente ao Pavilhão de Exposições do Anhembi): aberto todos os dias das 10h às 20h, a partir de domingo dia 14 de setembro. No dia 14 de setembro, excepcionalmente abrirá às 6h.



Rio de Janeiro:

· Rampa externa Via Parque Shopping (Avenida Ayrton Senna, 3000): aberto todos os dias das 10h às 20h, a partir de sábado dia 13 de setembro. No dia 13 de setembro, excepcionalmente abrirá às 6h.

· Modern Sound (Rua Barata Ribeiro, 502): aberto todos os dias das 10h às 20h, a partir de sábado dia 13 de setembro. No dia 13 de setembro, excepcionalmente abrirá às 6h.

Bilheteria oficial:

Serão aceitos todos os cartões de crédito e dinheiro.

São Paulo: Av. das Nações Unidas, 17.981, aberto todos os dias das 12h às 20h, a partir de domingo dia 14 de setembro.

Rio de Janeiro: Maracanãzinho (Rua Prof. Eurico Rabelo, s/n): aberto todos os dias das 12h às 18h, a partir de sábado dia 13 de setembro.

Será permitida a compra de no máximo 6 ingressos por CPF/Pessoa.