Falha intencional?

Estamos já cansados de saber que o sistema de votação de nossos amigos norte americanos é bem falho, nas ultimas eleições presidenciais, todo um estado teve seus malotes de votação desaparecidos. C.I.A? FBI? Aliens? Quaisquer que seja a resposta foi está a causa de Bush ficar por ai durante anos. Agora a piada começa antes mesmo do próprio dia de votação.
















Em um condado de Nova York (EUA), centenas de eleitores que votarão pelos correios receberam cédulas em que poderão escolher o candidato "Barack Osama".

As cédulas enviadas aos eleitores de Rensselaer identificam os dois candidatos à presidência dos EUA como "Barack Osama" e "John McCain". Nos Estados Unidos, o "Osama" mais conhecido é o Bin Laden, líder da organização terrorista Al-Qaeda, responsável pelos ataques de 2001 ao World Trade Center, em Nova York.

O departamento eleitoral divulgou um comunicado no qual lamenta o erro. "Foi um erro humano, muito infeliz, embaraçoso e vergonhoso para nosso departamento, certamente", disse o comissário democrata Edward McDonough, em entrevista por telefone. "Nós gostaríamos muito de voltar atrás, mas não temos como", completou.

Noticia do UOL

Agora fico na dúvida, será a ultima tentativa de sabotar a campanha de Obama?

Futuramente irei listar aqui todos os acontecimentos contra Obama versos os acontecimentos contra a campanha de McCain.

Vote consciente!

After party. :D

Faz tempo que não posto algo realmente divertido, para um pub pelo menos.

Todos sabem o quanto é bizarro, esquizito e por que não dizer, divertido ver as particularidades das eleições. Candidatos e suas idéias diferenciadas para chamar atenção, realmente chamam atenção mas será que funciona? Independente disto tudo, em SP quem ficou para segundo turno, todos já sabem. Kassab e Marta (vide slogan do blog graças a mesma...quem lembra? :D )

Mas continuando...

Os ainda candidatos andam pela cidade comprimentando todo o pessoal que passa pela frente, e em uma dessas Marta Suplicy tenta fazer amizade com um manequim. Isto que chame de "tudo é válido no amor, na guerra e ... eleições" - vide a foto abaixo:
























Poderá achar varios, em milhares de paginas é só chamar o tio google, e procurar. :)

Abs, até depois

Conhece a Síndrome Paulistana?

A psicologa Márcia Ferreira, cedeu gentilmente essas novas informações ao blog Juliu's Pub.

Graduada em Psicologia pela FMU/SP e Pós-graduada pela PUC / SP. Márcia Ferreira é especialista em Terapia de Família e Casal. Possui experiência em atendimento clínico-psicológico com adultos, crianças e famílias, trabalho que desenvolve há nove anos. Ministra palestras envolvendo temas familiares e relacionamentos interpessoais empresariais, com foco em treinamento de pessoal. É autora dos estudos ‘A importância da família no desenvolvimento emocional e social da criança e do adolescente e a implicância do ambiente familiar nas dificuldades escolares e sociais da atualidade’ e ‘Ainfluência dos mitos familiares nas dificuldades de aprendizagem da criança’.


O perigo está em toda parte em uma metrópole como São Paulo. A violência presente na cidade e o trânsito caótico (também uma forma de violência) fazem com que as pessoas temam, cada vez mais, pela integridade física e mental daqueles que amam. Diante de tantos perigos observados diariamente – e que cada vez estão mais próximos das pessoas comuns – os pais, demais familiares e até os cuidadores (babás e empregadas, por exemplo) cercam as crianças e os adolescentes de cuidados, evitando ao máximo que algo ruim aconteça a eles. “Essa atitude é normal e demonstra o amor e o cuidado que as famílias têm com seus filhos. Porém, em excesso, o zelo torna-se um entrave para o desenvolvimento da criança”, alerta a psicóloga Márcia Ferreira, especialista em Terapia Familiar e de Casal e atendimento infanto-juvenil, de adultos e empresarial.

A psicóloga chama de ‘Síndrome Paulistana’ as atitudes que se repetem em inúmeros atendimentos em consultório. “Não se trata de uma doença, mas de um comportamento em massa que é observado nas famílias, principalmente nas pertencentes às classes A e B”, explica. Dentre os comportamentos presentes nas famílias que vivem a Síndrome Paulistana, destacam-se o excesso de cuidado, o isolamento e, principalmente, o ato de não deixar que a criança aja em situações em que poderia tomar a iniciativa e chegar à resolução sem qualquer embaraço. “Explicando melhor, o que percebo é que há sempre um adulto fazendo o que a criança deveria fazer; resolvendo pequenos conflitos por ela – ao invés de ensiná-la a sair deles – e ainda isolando-a do mundo real”.

Márcia Ferreira percebe que crianças na faixa dos 6 ou 7 anos, que estão iniciando o período escolar correspondente ao Ensino Fundamental, apresentam dificuldades de relacionamento e, muitas vezes, de aprendizado. “Este é um período no qual o desenvolvimento intelectual da criança está disponível para a aprendizagem. É uma fase na qual ela se baseia na lógica e na reflexão para resolver problemas, então é esperado que ela tenha maior capacidade de atenção e concentração”. Segundo ela, é comum que os pais troquem os filhos de escola, o que deixa muitas crianças inseguras com o novo ambiente escolar. Mesmo as que permanecem na mesma escola podem apresentar dificuldades com uma nova turma e outro professor. “É uma junção de fatores: a criança precisa assumir responsabilidades – já que, agora, a ‘escola’ exige dela a prontidão necessária à alfabetização – e se vê perdida porque sempre havia alguém fazendo tudo por ela. Antes, ela estava ‘na escolinha’, na qual conhecia bem a professora e seus colegas. Agora, que está em uma sala mais numerosa e, não raro, em um novo ambiente, não consegue se sociabilizar (não faz novas amizades) e tem medo de ir para o lanche sozinha, de perguntar algo à professora, de enfrentar uma disputa por um brinquedo, enfim, a criança não consegue se virar e não aprende”, explica.

Como a Psicologia avalia situações como a ‘Síndrome Paulistana’

Márcia Ferreira explica que a Psicologia mostra que é preciso acompanhar as fases do desenvolvimento fisico, intelectual, social e emocional da criança de maneira que o desenvolvimento global dela se concretize. Assim, a Psicologia divide o desenvolvimento infantil em faixas etárias, nas quais é possível aos pais permitir que as crianças realizem determinadas atividades sozinhas. “É preciso entender que nem sempre a criança está madura o suficiente para aquela atividade, mesmo ela pertencendo à faixa etária determinada. Por isso, é importante avaliar cada caso isoladamente”, ensina. De maneira geral, espera-se que a criança:

Dos 3 aos 6 anos – Brinque em grupo e resolva pequenos conflitos. Essa é a fase na qual a criança desenvolve a iniciativa pelas atividades motoras e exploratórias. É chamada de Fase Concreta, já que a criança aprende tocando, observando. É preciso deixar que ela brinque, pule, corra e realize outras atividades de desenvolvimento motor. “Ao invés de brigar porque a criança pula o tempo todo no sofá, leve-a a um local adequado para que ela pule à vontade. Pular faz parte do mundo dela e do seu envolvimento, já que essa é a fase em que se sobressaem a curiosidade e imaginação da criança, bem como a noção de certo e errado começam a ficar mais evidentes. Em relação aos conflitos, é hora de ela começar a resolvê-los apenas com a orientação dos adultos, como é melhor explicado na tabela abaixo. A criança precisa passar pela disputa com os colegas para se afirmar. Já pode comer sozinha desenvolvendo a independência e auto-confiança, utilizando-se ainda da supervisão dos pais, ajudar em pequenas tarefas domésticas e referentes ao seu material escolar, pode guardar seus brinquedos e procurar o que perdeu em casa, por exemplo. Podem escolher suas roupas – os pais, obviamente, vão guiando suas escolhas conforme o clima – e vesti-las sozinhas. Como é a fase do desenvolvimento motor, elas precisam tocar, pegar as coisas, pentear-se, escovar os dentes. Deixe objetos próximos a elas, como pentes, para que elas realizem atividades por conta própria”.

Dos 7 aos 12 anos – Essa é a fase escolar, na qual a criança vai usar o que desenvolveu no aspecto intelectual, físico e moral para amplia-los, ou seja, ela precisará usar os recursos mentais para aprender a ler, a resolver problemas matemáticos e situações que envolvam o grupo de amigos, já que essa fase é determinada pela escolha de pequenos grupos. Se ela explorou e brincou bastante na fase anterior, terá autonomia para buscar o conhecimento além de casa. Ela perceberá que os pais nem sempre têm as respostas que ela busca, saindo da fase anterior (a concreta) para raciocinar de maneira abstrata. É a confiança que ela adquiriu resolvendo problemas sozinha que a levará a buscar a autonomia que precisa para aprender e se relacionar. Outro detalhe importante é que até os 9 anos a criança tem facilidade para seguir regras e limites impostos. Portanto, é nessa fase que ela deve aprender a respeitar limites. Aos 12 anos, ela passará pela fase de não querer seguir tanto as regras, pois está buscando adquirir um “eu próprio”, mas se aprendeu que o mundo impõe limites a todos não causará problemas. Por volta dos 8 anos, a criança já pode tomar banho sem a supervisão do adulto, desde que tenha aprendido com ele como deve realizar sua higiene.

A psicóloga dá exemplos práticos de situações típicas da Síndrome Paulistana vividas em consultório e mostra como os pais podem agir para ajudar no desenvolvimento da criança, veja alguns deles:


Meu filho está isolado, só pensa em MSN e videogame –“Atitude típica da Síndrome Paulistana, o isolamento cria pessoas sem capacidade para se relacionar”.

- Saia com a criança e o adolescente – “A Síndrome Paulistana faz com que as pessoas se isolem em seus mundos. As crianças passam, então, a usar recursos de comunicação como msn, se dedicam aos jogos virtuais (que, não raros, apresentam toda a violência que os pais querem esconder) e perdem o contato com pessoas reais. Por isso, vale a dica acima: saia para ver o mundo sempre que possível”.

Meu filho faz tudo errado – “Os pais reclamam que precisam até mesmo escovar os dentes dos filhos porque eles não conseguem fazê-lo”.

- É errando que ela aprenderá a fazer suas atividades corretamente – “Melhor do que fazer por ela é ensiná-la. A criança precisa de referências, de alguém a observando e ensinando constantemente. Se um dia você não puder fazer por ela, como ela se comportará?”

Então, fiquem atentos com está mais nova sindrome criada por nós, em decorrência a novas atividades e estilos de vida.

Um voto inconveniente

- VOTO CIDADÃO É VOTO CONSCIENTE - Clique aqui e participe você também.

Nos próximos dias paramos um pouco para pensar quem iremos colocar para administrar nosso dinheiro público, sabe a importância disto? Pense é todo dinheiro que gasta em cada imposto a partir da compra de uma bala simples, até uma casa luxuosa.

A anos todo o povo brasileiro não releva mais este dinheiro, para nós o único dinheiro existente é que se encontra em espécie em nosso bolso ou então pior, no banco...

Entenda uma coisa, pagamos os impostos mais caros do mundo, sabe o que significa ter poder e não querer clamar pelo mesmo, por falta de conhecimento a nível nacional?


Se parou para pensar antes de responder, ou não conhece uma dessas quatro perguntas, então não faça parte da massa que reclama de algo que não conhece. Acho fácil demais criar frases no estilo "são corruptos, são sujos, são deslavados, são caras de pau, são isto, são aquilo". Mas perai! Vamos começar do ponto inicial, ainda, ênfase no ainda podemos votar no candidato que mais chegar perto das nossas idéias de gestão do bairro ou cidade. 

- Ah Julio, mas sou obrigado? Ta doido? Tenho que votar em quem esta ali? Por isto vou viajar... - Ouvi esta frase em 8 de 10 pessoas que debatemos sobre política.

A resposta: Já vi que não conhece o voto nulo, ou deve confundir fácil voto nulo com nulidade do voto..." - Ah mas prefiro viajar...

Ok, tranqüilo, tirem essas férias, mas não exigem algo de algo ou alguém, sendo que você como dono de sua própria necessidade nem ao menos levantou para exercer o único direto que pode mudar realmente o seu estilo de vida.

Esqueça nomes. Hoje políticos são tratados como celebridades... Como chegamos a este ponto? Um vereador tem que ir até a sua casa se necessário conversar sobre as necessidades de pavimentação da sua rua. O prefeito tem que ir até seu bairro falar a todos os moradores sobre as necessidades de segurança. Esse pessoal tem que trabalhar!!!

Mas para que se incomodam, se o erro começa de nós... Sim de nós... Virando a cara para o que acontece no administração de nossa rua, bairro ou cidade, viramos a cara para nosso futuro, e as conseqüências vemos todos os dias no jornal que pagamos caro para ler seja na internet que pagamos, impresso que pagamos, na tevê que alias, pagamos também.

Então eu não entendo quem ainda se acostuma a colocar em sua bagagem palavras sobre política, sem nem ao menos procura entende-la, para que ser, de onde vem para onde vai...

- Um exemplo interessante, é aprender com o vizinho do andar de cima. Norte-americanos, não sendo obrigados a votos, automaticamente endossam o gasto diário de milhões de dólares para guerra no Iraque. Anos de guerra trilhões gastos, eis o mal. Agora existe crediário boletado, em lojas da GM, Gucci. Se gabam de ser democratas pelo voto não obrigatório, mas se o pais de mais capacidade financeira utiliza esta democracia a favor de interesses individuais, imagine em um país onde somos abençoados por ainda não termos desastres naturais, e um povo competente mais literalmente preguiçoso. 

- Praia ao invés de votação - Eis meu ponto.

A postagem no fim fica como desabafo, crédulo de que enquanto todos pensarem ao menos um pouco sobre o voto, já será uma grade vitoria a todos.

Abs, e segue uma música que poucos entendem: