Retratos do Brasil por Walter Firmo

Para o “fotógrafo-mascate” Walter Firmo, “a imagem não pode ser neutra e o poder do olhar deve influenciar as pessoas porque o ato de fotografar tem que ser político e não um mero acaso instantâneo”. Nos últimos 50 anos, o carioca de Irajá, além de seu percurso internacional com inúmeras exposições e premiações, saiu pelo Brasil em busca de fotografias únicas que contassem uma história – a história do povo brasileiro através de retratos, de uma cena cotidiana ou de suas manifestações culturais. Em Brasil - Imagens da terra e do povo, que a Imprensa Oficial do Estado de São Paulo lança em parceria com o Museu Afro Brasil no Dia da Consciência Negra, 20 de novembro, das 18 às 22 horas, está parte significativa do vasto acervo iconográfico de Walter Firmo organizado por Emanoel Araújo, diretor-curador do Museu Afro Brasil, que também assina a apresentação do livro. Nesta mesma ocasião, será aberta a exposição Walter Firmo em Preto-e- Branco. O Museu Afro Brasil fica no Parque do Ibirapuera (portão 10).

São mais de 260 fotos coloridas e em preto-e-branco, recentes ou antigas, organizadas em capítulos de acordo com os temas: Paisagens, Retratos, Cotidiano, O Sagrado, O Profano e Preto-e-branco. Há também um capítulo dedicado a Arthur Bispo do Rosário, a quem Walter Firmo conheceu em 1985 quando passou três dias na Colônia Juliano Moreira, no Rio de Janeiro, fotografando o artista para a Revista IstoÉ. “Fui um dos poucos fotógrafos que tiveram a graça de conviver com esse senhor adorável, engenhoso solitário, que na falta do que fazer engendrava sobre o apogeu de sua neurastenia uma arte fantástica em meio a brasões, lanças, sapatos empilhados, mantos sagrados salpicados na loucura, iluminado no resplendor de uma cama ‘voadora’ adornada de um mosquiteiro rosa com penduricalhos coloridos, estelares manchas a sinalizarem sua alegria”.

Walter Firmo, prêmio Esso de Jornalismo em 1963, tem toda a sua sensibilidade revelada nos retratos posados, na cena dirigida e estudada, ou nos instantâneos marcados pelo flagrante característico do fotojornalismo do qual Firmo foi um dos precursores. Com passagens pelas principais redações do País, ele foi o primeiro fotógrafo contratado pela revista Realidade, ícone do jornalismo brasileiro.

“Como fotógrafo, mapeei uma geografia humana, conheci muita gente. Boa e ruim. Preferi pessoas ligadas à música, poetas e seresteiros. Descobri na sociedade negra que eles não são invisíveis. Fotografei Garrincha e Pelé. Comunguei com Dom Helder Camara; procurei os bandidos ‘Diabo Louro’ e ‘Cara de Cavalo’; cumprimentei os presidentes Dutra, Juscelino e Jango, vi de perto as maluquices de Jânio Quadros com os cabelos derramados sobre a testa; me enrolei na cobra de Luz del Fuego sobre uma ilha na baía de Guanabara, dirigi o maestro Pixinguinha a sentar-se na sua cadeira de balanço, imortalizando-o”, escreve.

Brasil - Imagens da terra e do povo traz fotos de personalidades como Madame Satã saindo da toca em 1976; Bob Marley jogando futebol no Rio em 1980; Pixinguinha; Nelson Cavaquinho e Cartola, Clementina de Jesus, Pelé e muitos outros, além de centenas de anônimos retratados ou flagrados em situações cotidianas. São cenas de casamentos em áreas rurais, grávidas posando no mangue, vendedores ambulantes nas praias da Bahia, paisagens, fiéis em rituais religiosos, foliões no carnaval, crianças brincando nas dunas do Abaeté e tantos outros momentos e rostos genuinamente brasileiros. Um passeio pelas manifestações culturais de norte a sul mostra o Boi-bumbá do Espírito Santo, o Bumba-meu-boi do Maranhão, o carnaval carioca, a Festa Farroupilha gaúcha, o Maracatu Rural de Pernambuco, a Festa do Divino no Maranhão, os Mascarados goianos, as festas juninas da Bahia e tantas outras festas populares.

Walter Firmo é um desses gênios da fotografia brasileira. Seu olhar iluminado, magnético, tem a rapidez do repórter e o refinamento do artista. Seu clique sempre alcança a magnitude da cena e os diferentes temas abordados por ele aparecem como obras antológicas neste álbum que festeja seus setenta anos de vida”, revela Emanoel Araújo.

Para Hubert Alquéres, as fotografias de Walter Firmo mostram realmente imagens da terra e do povo brasileiro como o próprio título do livro sugere. “Impressionam as cores, as expressões dos brasileiros que posaram para ele ou que simplesmente foram surpreendidos pelo olhar de Walter. Publicar essa antologia é garantir que as imagens eternizadas por este fantástico fotógrafo estejam acessíveis a todos os interessados nas diversas realidades brasileiras”.

Hoje Walter Firmo dá aulas e workshops e estima que mais de duas mil pessoas já o ouviram falar sobre fotografia. “Nunca conformado mas sonhador, estarei sempre nesta plataforma amorosamente fotográfica, praticando como posso meu ofício, emoldurando esses personagens heróicos na razão da negritude em todas as regiões deste extenso país. Enquanto eu viver”.

Hoje dia 20 de novembro é dia da Dia da Consciência Negra.

Agradecimentos à Walter Firmo, Humberto Alquéres, Emanuel Araújo e Maria Fernanda Rodrigues da Lu Fernandes Escritório de Comunicação, ao contéudo deste post para o Juliu's Pub.

abs, até amanha

Telefones Monitorados, 12 ou 400 mil?

Atualmente estão sendo monitorados no Brasil 12.210 telefones, com autorização da Justiça. Esse é o resultado do balanço das interceptações telefônicas divulgado nesta terça-feira (18/11) pelo corregedor nacional de Justiça, ministro Gilson Dipp. Segundo ele, "os números são infinitamente menores" do que as 400 mil interceptações divulgadas pela CPI dos Grampos. "Desconhecemos a metodologia empregada pelas companhias telefônicas e, por isso, não podemos nos manifestar sobre a diferença entre os números", explicou o corregedor. Ouça aqui a íntegra da entrevista concedida pelo ministro Gilson Dipp.

Segundo ele, a maior parte das interceptações telefônicas refere-se à investigação sobre o tráfico de drogas e crimes hediondos "e não estão relacionadas a crimes do colarinho branco". Pelo balanço, no momento estão sendo monitorados 1.000 telefones em Goiás, Estado que possui o maior número de interceptações, seguido do Paraná, com 938 telefones monitorados e Mato Grosso do Sul, com 852.

Os números divulgados foram fornecidos pelos cinco tribunais regionais federais e pelos tribunais de Justiça dos Estados, em cumprimento da Resolução nº 59 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que determinou o envio mensal das solicitações judiciais das interceptações telefônicas. Não enviaram informações ao CNJ os tribunais dos Estados de Alagoas, Mato Grosso, Paraíba, Tocantins e São Paulo "por não estarem integrados ao Sistema Justiça Aberta".

Para Gilson Dipp, os dados recebidos pelo CNJ estão dentro da expectativa e referem-se apenas as interceptações legais em curso, com autorização judicial. Segundo o corregedor, "as interceptações ilegais são crimes e devem ser apurados pela polícia". Disse ainda que o CNJ continuará recebendo as informações das interceptações telefônicas autorizadas pelo Judiciário para que "não haja vazamento de informações".

Os número divulgados," ao contrário do que se cogitava, não demonstram excesso de utilização desse instrumento tão importante para o combate à criminalidade", explicou o conselheiro José Adonis. Para o conselheiro Marcelo Nobre, o resultado surpreendeu. "Fiquei assustado com a enorme diferença entre os dados noticiados pela imprensa, divulgados pela CPI, e os fornecidos pelos Tribunais. A única explicação para isso é a existência de grampos ilegais".

Agora fica a pergunta, existe ou não mais de 380 mil grampos telefônicos ilegais?

Agradeço a Agência CNJ de Notícias às informações solicitadas.

abs,

Brasil contra a mortalidade infantil

Governo brasileiro sedia encontro e mostra iniciativas de sucesso para reduzir mortes em crianças com menos de um ano, conter o avanço da aids, malária e outras doenças

O Brasil conseguirá reduzir em dois terços os índices de mortalidade infantil e atingirá uma das metas dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), estabelecida pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 2011 – quatro anos antes do prazo. O índice geral brasileiro será 14,4 mortes para cada grupo de mil crianças menores de um ano de idade. A queda na taxa de óbitos infantil superou a fixada pela ONU, que era de 2,9%. Atualmente, a taxa brasileira de mortalidade infantil cai, em média, 5,2% ao ano, quase o dobro da proposta original.

As experiências brasileiras para reduzir mortalidade infantil e materna, enfrentar e conter o avanço do HIV/aids, malária e outras doenças serão apresentadas, ao lado das ações de outros 15 países e organizações não-governamentais nacionais e estrangeiras, na primeira edição das conferências brasileira e internacional de Monitoramento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio do Setor Saúde. Os encontros serão abertos, às 10h da terça-feira (18), pelos ministros José Gomes Temporão, da Saúde, e Celso Amorim, das Relações Exteriores, no Palácio do Itamaraty, e prosseguem, nos dois dias seguintes, no Gran Bittar Hotel, em Brasília.

As duas conferências têm o intuito de promover a troca de experiências, a identificação de avanços e a construção de propostas que favoreçam ao alcance dos objetivos do milênio até 2015, prazo estipulado pela Organização das Nações Unidas (ONU). Essa é a primeira vez que o governo brasileiro promove os encontros para debater especificamente os objetivos do milênio na perspectiva do setor saúde.

MORTALIDADE INFANTIL – O diretor do Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas (Dapes) do Ministério da Saúde e um dos coordenadores das conferências, Adson França, atribui a redução da mortalidade infantil a vários fatores e políticas públicas que impactaram positivamente na vida do brasileiro. “O saneamento básico aumentou, o tratamento da água está chegando a um patamar fenomenal, expansão do programa nacional de vacinação das crianças e aumento da escolaridade das brasileiras”, enumera França

A pesquisa “Avaliação do Impacto da Estratégia Saúde da Família sobre a Mortalidade Infantil” verificou que a cada 10% de aumento na cobertura populacional do ESF, a taxa de mortalidade infantil reduziu em média 4,6%. Quando começou em 1994, apenas um milhão de pessoas eram assistidas pelas equipes de Saúde da Família. Em 1998, chegou a 10,4 milhões. Em 2002, subiu para 54,9 milhões de pessoas.

Atualmente, são 90,7 milhões de pessoas assistidas pelo programa, o que corresponde a 48,2% da população brasileira. Em 2007, os investimentos na Estratégia Saúde da Família somaram R$ 4,06 milhões, Hoje são 28,4 mil equipes implantadas e 16,9 mil equipes de Saúde Bucal. Os agentes comunitários de Saúde somam 221,5 mil e assistem a 110,6 milhões de pessoas, o que corresponde a uma cobertura de 58,8% da população brasileira.

O Brasil também conseguiu frear a proliferação do HIV/AIDS (objetivo número 6) e estabilizou a sua propagação em 32 mil novos casos por ano. O país tem 620 mil soropositivos, dos quais 200 mil recebem cuidados do sistema público de saúde. O restante inclui pessoas que têm o HIV, mas não desenvolveram a doença e também aqueles que desconhecem que são portadores do vírus. O Brasil é referência mundial no tratamento, com a oferta gratuita de todos os medicamentos, e na prevenção, por meio da distribuição de preservativos masculinos e femininos. Como desafios, o país se impôs ampliar o diagnóstico precoce; reduzir a transmissão vertical; focar ações nos grupos vulneráveis e assegurar sustentabilidade dos insumos de prevenção e tratamento.

Mortalidade Materna ― Adson França diz que o Brasil terá apenas 50% de chance de melhorar a saúde da mulher e reduzir a mortalidade materna até 2015 (objetivo número 5), como propôs a ONU. A mesma projeção é feita pelos organismos internacionais. Atualmente, a taxa de mortalidade materna é de 74 por 100 mil nascidos vivos. Apesar de longe do aceitável, houve avanços quando comparada a taxa atual a de 1990, quando a mortalidade materna era em torno de 128 mulheres por cada 100 mil bebês nascidos. “Os países que conseguiram reduzir a mortalidade materna o fizeram com políticas estratégicas de 20 anos. Conseguiram chegar a uma taxa aceitável de 20 mulheres por 100 mil nascidos vivos. Portugal fez assim. A taxa brasileira de mortalidade materna está diminuindo, mas ainda não no ritmo necessário”, explica o médico.

O Brasil ainda enfrenta os reflexos de alguns entraves que datam desde os anos 1990 e início de 2000, em que a subnotificação da mortalidade materna superava em mais da metade o número de óbitos. “Faltam coragem e instrumentos para mostrar de que morre as mulheres brasileiras durante o pré-natal, o parto, o pós-parto e nas complicações por aborto”, explica Adson França. Segundo ele, uma mulher gestante ou ela tem complicação por abortamento ou no parto ou no pós-parto, mas não pode morrer de parada cardiorrespiratória e falência múltipla de órgãos. “Ela tem que ter uma causa básica: hemorragia, complicação da hipertensão arterial, infecção em torno do parto ou complicação por aborto”, completa.

Segundo o diretor do Dapes, o Brasil perde, em média, 1,6 mil mulheres por ano. Quando aplicado o fator de correção de um ponto quatro (1.4), devido à subnotificação, esse valor é multiplicado por 40% e totaliza cerca de duas mil mortes maternas a cada ano. “A morte materna é evitável em 90% a 95% dos casos, diferentemente da provocada por câncer de mama, que é extremamente complexo e chega a matar de oito a 10 mil mulheres por ano”, diz Adson França.

mudanças ― O não preenchimento adequado do atestado de óbito leva a uma estatística falsa e impede o gestor de traçar políticas públicas e estratégias para enfrentar os problemas que causam a mortalidade. Mas esse cenário começa a mudar. Em 2005, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou o Pacto de Redução da Mortalidade Materna e Neonatal, considerado pela ONU modelo de mobilização social. O pacto obriga o gestor municipal e estadual a traçar estratégias para a saúde materna.

Em junho deste ano, o ministro José Gomes Temporão assinou portaria em que estabeleceu prazo de 48 horas para o serviço ou profissional de saúde informar a morte de mulheres em idade fértil (10 a 49 anos de idade) e de 30 dias para a secretaria estadual de Saúde notificar o registro ao Ministério.

Ainda de acordo com a portaria, a equipe de vigilância de óbito materno tem prazo de 120 dias para concluir o levantamento dos dados que compõem a investigação e enviar o material aos comitês estaduais ou municipais de morte materna de referência. O Brasil conta com cerca de mil comitês ― um em cada capital e nos municípios com população entre 80 mil e 100 mil habitantes. Adson França prevê que esse conjunto de medidas dará respostas positivas aos desafios brasileiros dentro de quatro ou cinco anos.

Saiba Mais

Os oito Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) foram definidos, em 2000, por 191 países que acolheram a proposta de Kofi Annan, ex-secretário-geral da Organização das Nações Unidas. Três deles têm relação com a saúde: reduzir a mortalidade infantil, melhorar a saúde das gestantes e combater a aids, a malária, a tuberculose e outras doenças. Os cinco restantes, relacionados a outros setores, são erradicar a extrema pobreza e a fome; universalizar a educação básica de qualidade; promover a igualdade entre os sexos e a valorização da mulher; dar prioridade à qualidade de vida e ao respeito ao meio ambiente e, ainda, estabelecer uma parceira mundial pelo desenvolvimento. Os objetivos são os seguintes: 1- Erradicar a extrema pobreza e a fome; 2 – Universalizar a educação básica de qualidade; 3 – Promover a igualdade entre os sexos e a valorização da mulher; 4 – Reduzir a mortalidade infantil; 5 – Melhorar a saúde das gestantes; 6 – Combater a AIDS, a malária e outras doenças; 7 – Priorizar a qualidade de vida e o respeito ao meio ambiente; 8 – Estabelecer parceria mundial pelo desenvolvimento.

público esperado: 350 convidados
― 15 países
― 150 representações de instituições brasileiras, ou seja, representações de conselhos e entidades de profissionais, representantes dos conselhos nacionais de Saúde, de secretários estaduais de Saúde (Conas), de secretarias municipais de Saúde (Conasems), redes de humanização de partos, parteiras, organizações não-governamentais que atuam nos setores da DST/AIDS, malária, tuberculose, mulheres, crianças, adolescentes e jovens, promoção da igualdade racial
― Expectativa de público: 450 pessoas

Quem estiver por perto sinta-se convidado para participar deste congresso, cujo o assunto faz parte de nossas vidas.

Serviço
Conferências brasileira e internacional de Monitoramento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio do Setor Saúde
Abertura: 18 de novembro, às 10h, no Palácio do Buriti
Debates: dias 19 e 20, no Gran Bittar Hotel – Setor Hoteleiro Sul (SHS) – Quadra 5 bloco A Telefone: (61) 3704-5000

Em 2008, o Brasil comemora os 20 anos do Sistema Único de Saúde; os 15 anos do Programa Saúde da Família – estratégia prioritária da atenção primária no país

Abs,

A ti:

Hoje o post é dedicado a minha luz eterna, a mulher de minha vida, minha dona. Ao seu dia;

Você
me ensinou a andar sem os pés no chão,
a caminhar entre estrelas e me banhar na lua,
a saltar nuvens de algodão e brincar com anjos
em busca do amor pleno.

Você,
que ao amanhecer lambia as gotas de sereno do meu corpo
resquícios de uma noite inundada de amor
antecipava o brilho dos raios de sol com seu olhar,
guardando os desejos da noite num sorriso de luar.

Você,
musa das músicas do vento,
que ousado, teima em compor entre seus cabelos
senhora do meu tempo
regente do meu destino

Você,
que me fez ignorar a lógica e a razão,
me impregnou de desejo e paixão,
me ensinou a ousar ser feliz,
a cada segundo, a estar sempre por um triz ...

Tomou por completo minha existência
tornou nulo cada momento na sua ausência
reescreveu a história da minha vida
que só passou a se chamar assim por você existir.

Este dia é somente para você,
dona de meus sonhos,
mulher da minha vida,
meu único destino.

Te amo.

Neste dia papai do céu decidiu que deveria por aqui estar,
Não pude ficar longe e logo pedi para acompanhá-la, e por bênção.
por puros pensamentos e desejos, papai do céu me permitiu.
Estarei sempre ao seu lado, em todos os momentos.

Feliz Aniversário meu amor




"Strange, dear, but true, dear,
When I'm Close to you dear,
The stars fill the sky,
So in love with you am I.

Even Without you
My arms fold about you.
You know, darling, why,
So in love with you am I.

In love with the night mysterious
The night when you first were there
In love with my joy delirious
When I knew that you could care.

So taunt me and hurt me,
Deceive me, desert me,
I'm yours 'til I die,
So in love,
So in love
So in love with you, my love, am I."