Entrevista com os criadores do: "Mamãe quero subir no ranking do BlogBlogs"

Juliana Sardinha escreveu:

O nome do meme era "Mamãe eu quero subir no rank do BlogBlogs"- nome este que foi devidamente adaptado por alguns participantes - e tinha o objetivo explícito de angariar links para catapultar blogs às primeiras posições do ranking do BlogBlogs.
Minha primeira reação foi de perplexidade. Pensei: "isso só pode ser uma brincadeira". Não era. Um grupo se reuniu e resolveu manipular o rank do mais respeitado site de indexação de blogs do Brasil. Alguém duvida disso?


Tine Araujo disse:

Outro dia vi através do twitter [só não me pergunte de quem, não lembro] a frase: “Mamãe eu quero subir no ranking do BlogBlogs!” olhei o post e vi que era mais um “meme” que nasceu, pelo que entendi, aqui e eu fiz questão de contar os participantes, cheguei ao número 392! Hoje, fui navegar no diHitt e encontrei a notícia: “Já subi 50 posições no ranking do BlogBlogs!” que se resume no texto: “E minha audiência vinda do BlogBlogs quase dobrou! Agora já estou no ranking do BlogBlogs quase na mesma colocação de blogs como MeioBit, Grandes Tolices do Orkut e etc”
Depois fui dar uma pesquisada no twitter novamente e vi muita gente reclamando que caiu posições no ranking do blogblogs, alguns muitos indignados mesmo! E até me lembrei que no Curitiblogs, também discutimos sobre a utilização de links não relevantes e penalizações no Google por isso!

Ester Beatriz falou:

Antes de mais nada, eu sou uma das que aderi a brincadeira “Mamãe eu quero subir no ranking do BlogBlogs!” e embora eu reconheça que estar bem posicionada em listas e rankings inflam o ego, essa é a menor das minhas preocupações. Li em vários lugares comentários de blogueiros que ficaram doídos por perderem posições nesse ranking. Que bobagem!!! Isso não mudará suas vidas e nem pagará suas contas, meus queridos!


Minha Luz, Luma, brilhantemente citou:

Conselho bom:

"Há dois tipos de pessoas: As que fazem as coisas e as que dizem que fizeram as coisas. Tente ficar no primeiro tipo. Há menos competição", de Indira Ghandi
Mas afinal, o que anda acontecendo na blogsfera?

A algum tempo todos sabem que foi criado uma campanha (como os criadores preferem que chamem) "Mamãe Quero Subir no Ranking do BlogBlogs". Éis que surgiu caos, medo, angústia, desgosto, brigas, hierarquias e, para outros simplesmente . . . Nada aconteceu.

Após tanto ver opiniões sobre o assunto resolvi ir direto a fonte de conhecer um pouco sobre a campanha, por que ela existe e ainda o mais importante, por que causou tantas mudanças na blogsfera?

Começo agradecendo Mateus, conhecido como Dr. Spock do blog O Louco Meu, pela intermediação do contato com os criadores da campanha para a entrevista.

Julio Moraes Entrevista: Rafael Barbosa e Jhony Pacheco Gomes

Info:

Rafael Barbosa, Belo Horizonte, BH - Blog: http://www.rafabarbosa.com

Jhony Pacheco Gomes, Curitiba, PR - Blog: http://www.insuportaveis.com

Julio Moraes: Vocês são os criadores da campanha "Mamãe Quero Subir no Ranking do BlogBlogs", expliquem de onde nasceu a idéia?

Jhony: A idéia nasceu depois de tantas conversas com amigos blogueiros, na blogzona. A grande maioria compartilhava da idéia de que a maioria das pessoas entrava em campanhas, como emoday, dia de limpar a bunda e afim, apenas pra subir no ranking do blogblogs.

Rafael: Em uma conversa na blogzona, surgiu o assunto sobre o ranking do blogblogs e em como ele perdeu a relevância após o boom dessas campanhas e memes do tipo link todo mundo. Muitos blogueiros amigos nossos confessaram participar única e exclusivamente pelo ranking, já que elas são umas formas fáceis de conseguir links. Porém, elas sempre têm uma desculpa pra isso. A nossa surgiu com o interesse escancarado. Mostrar que é só pra subir no ranking mesmo.

Jhony: Do meu lado, eu queria mostrar que o ranking tinha sido completamente comprometido por essas campanhas. Que deveria ser reformulada a idéia de "escalação" do ranking e que usar esse mesmo ranking como algo que trouxesse credibilidade para o blogueiro era algo, na falta de outra palavra, tosco.

Julio Moraes: Ao dizer que o Ranking do blogblogs fica comprometido, querem dizer que ele fica suscetível as blogagens coletivas que poderiam ser apenas para trocar de links?

Rafael: Exatamente.
Jhony: Isso mesmo.

Julio Moraes: Então o problema seria o excesso de blogagens coletivas?

Rafael: Não é o problema. O problema é que existem aqueles que participam porque realmente se importam com o tema da blogagem e tem aqueles que participam somente para subir de posição no ranking. Tem ainda aqueles que criam essas blogagens visando o mesmo objetivo. Afinal, algumas são tão ridículas que não teriam motivo de existir. Pronto, podem falar mal da nossa agora.

Jhony: Eu acho que o problema não é a blogagem coletiva. O problema são aquelas que são criadas apenas pra angariar links. Quando o blogueiro entra em uma delas com o objetivo principal de apenas ganhar links e subir em rankings, essas blogagens coletivas se tornam o "problema".

Julio Moraes: Vocês chegaram a imaginar a dimensão da campanha, opiniões e criticas que receberiam?

Rafael: Particularmente eu não acreditava que a idéia sairia dos blogs da blogzona. Mas, no segundo dia, quando loguei no meu blog e vi que já havia mais de 50 comentários para aceitar, todos eles se inscrevendo na campanha, percebi que a idéia tinha dado certo. As críticas começaram a vir imediatamente. Muitos acham que a campanha não é ética. Mas, apenas jogamos com a regra do blogblogs. Não utilizamos nada ilegal para isso. O único problema é que infelizmente as pessoas não conseguem entender a ironia da campanha e realmente acabam acreditando que o nosso principal objetivo é estar na primeira página. Ou tomar o lugar de alguém.

Jhony: Ser "top" no em ranking nunca foi sinônimo de qualidade. Eu quis mostrar que era fácil subir no ranking, logo, ser "top" não era algo importante. Nunca imaginei que a campanha tomaria essa proporção, pois nem somos os blogs mais visitados do blogosfera. Tivemos uma grande ajuda de vários blogueiros amigos do mesmo "calibre", e até maiores, que também tinham a mesma idéia que a gente. Graças a eles, a campanha foi um sucesso completo. Mas, infelizmente, como o Rafa disse, as pessoas não entendem o tamanho da ironia da campanha e criticam ela sem nem ler o seu conteúdo.

Julio Moraes: Então podemos dizer que a campanha ironiza a questão de que hoje estar entre os top 5 no ranking do blogblogs não significa ser importante na blogsfera?

Rafael: Não é algo simples que qualquer blogueiro pode conquistar. Depende da forma como você mede isso. No blogblogs, sim, qualquer blogueiro pode chegar ao top 5, basta apenas ele participar dessas campanhas, ou no caso de quem realmente se empenha e é relevante, não se baseando nessas campanhas para atingir tal objetivo.

Jhony: Nem chega a ironizar posições específicas, mesmo porque, passar o "Interney", que é extremamente conhecido, e "Usuário Compulsivo", que teve a brilhante sacada de criar um css pronto pra usuários do blogger colocarem um widget mais personalizado do blogblogs, é algo quase impossível. Mas é fácil atingir posições de destaque apenas entrando em "campanhas que trocam links".

Julio Moraes: Na opinião de vocês, o ranking do blogblogs é relevante para medir a popularidade e a qualidade de um blog?

Rafael: Não. Se for possível, pergunte a seus leitores o seguinte: das 50 primeiras posições, quantos blogs você conhece e sabe que tem qualidade? O ranking gera visibilidade, o que consequentemente pode gerar popularidade, mas qualidade, infelizmente não.

Jhony: Até o momento que essas trocas de links começaram a acontecer, era sim um medidor de popularidade, mas em nenhum momento foi sinônimo de qualidade. Hoje em dia, tirando alguns casos específicos, nem a popularidade é mostrada através dele.

Julio Moraes: Na opinião de vocês, a mudança do sistema de ranking do blogblogs, foi boa ou ruim?

Rafael: Eu acredito que foi um meio termo. Ela mede o total de links recebidos nos últimos 6 meses. Porém, em um espaço de tempo de um mês tivemos o emoday, dia de limpar a bunda, zoto e etc. Todas elas renderam vários links pra vários blogs. Porém, daqui a 6 meses, o ranking volta ao normal até alguém realizar outra campanha dessas.

Jhony: O primeiro critério sempre foi links de blogs diferentes. Quando criei meu blog, eu gostava de o ver subindo posições no blogblogs. Depois de ver que qualquer um poderia ficar no topo, apenas criando essas campanhas e sem fazer o menor esforço, o ranking do blogblogs acaba não sendo algo realmente relevante. Eu não desmereço a ferramenta Blogblogs, pois é um poderoso indexador. Quem não usa, não sabe o que está perdendo.

Julio Moraes: O que poderemos esperar da campanha "Mamãe Quero Subir no Ranking do BlogBlogs" no final?

Rafael: O resultado em relação ao ranking é temporário. Será muito difícil a maioria dos blogs que participaram manter a posição alcançada. De repercussão, acredito que o resultado foi ótimo, pois tirou a blogosfera da monotonia apesar do assunto ainda ser ranking. O resultado é difícil medir. Não sei dizer se o blogblogs vai alterar o sistema de medição, ou se seremos punidos ou até mesmo banidos do sistema. O que podemos esperar da campanha já está acontecendo. Pessoas estão se manifestando. Ninguém falava muito na relevância do blogblogs e agora todo mundo questiona. Os blogueiros participantes ficaram felizes em terem um pouco de visibilidade enquanto alguns, dos ditos grandes blogs, se sentiram incomodados de certa maneira. Isso é bom, pois possibilita o diálogo.

Jhony: Queria realmente poder dizer que fará mudanças na relação blog x blogblogs, mas não sei se isso acontecerá. Eu não sei o que esperar como resultado final da campanha. Torço pra que o blogblogs ache uma solução ou um jeito diferente de "rankear" os seus participantes. Ainda teremos um balanço final da campanha essa semana, aí veremos as últimas críticas e veremos, também, se algo muda.

Julio Moraes: O indexador BlogBlogs esta mudando constantemente, e em sua opinião o que poderia ser mudado ou aperfeiçoado?

Rafael: Eu acredito que a forma como ele rankeia os blogs. Não sou programador, mas acredito, se estiver enganado me desculpem, que existem outras maneiras de se calcular a relevância de um blog que não seja através de links. Existe o contador de leitores de feed. Esse é um número importante, pois demonstra o público que realmente acompanha um blog.

Jhony: Uso o Blogblogs todos os dias. Sempre que posto, "pingo" no blogblogs, pois isso gera sua indexação nele e, com isso, deixa mais rápida a indexação no Google. Queria que ele tivesse um jeito diferente de rankear, e dividindo também por categorias os blog. Não sei qual seria a melhor forma de rankear, mas não custa tentar achar algo mais "paupável".

Julio Moraes: Agora deixo o espaço aberto a vocês para ultimas considerações.

Rafael: Sobre a campanha, foi a última que eu participei nesse estilo "linka-linka", carinhosamente chamada de "suruba de links". Pode ser que eu e o Jhony criemos alguma outra campanha, mas que não seja baseada em replicar links, e sim algo útil, que leve ao diálogo e a divergência de opiniões. Sobre a entrevista, eu agradeço ao Júlio por nos dar oportunidade em outro blog, se não o nosso, a falarmos sobre a campanha. E sobre o pessoal da blogzona, esperem posts. Afinal, todo mundo é blogueiro =) Ah, e agradecer ao Mateus, Dr. Spock do OloucoMeu pelo contato.

Jhony: Muitos se não gostaram e muitas críticas, construtivas ou não, foram lançadas. Espero que mais blogagens coletivas sejam feitas, sem visar o "troca-troca" de links. Temos alguns projetos, mas ainda nada concreto. Com relação a entrevista, agradeço a oportunidade de mostrar a minha opinião. Ah, bem lembrado, Rafa. Agradecimento ao Júlo pelo espaço e para o Dr. Spock.

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Agradeço Rafael e Jhony pela entrevista e, agora deixo o espaço aberto a todos que tiveram duvidas ou perguntas aos rapazes. Lembro que o pub é um lugar para debates saudaveis e também um lugar para conhecimento de todos sobre os assuntos que mais chamam atenção.

Abs,

Banner Juliu's Pub

Olá blogueiros, para todos que pediram, exigiram e sugeriram eis o banner do Julu's Pub - Simples porem pratico. Para todos que quiserem utilizar:

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Copie o codigo abaixo e cole onde desejar em seu template




Agradecimentos ao amigo Ronney Rocha pela ajuda.

abs, boa semana a todos

Em debate: “FilmeFobia”

No debate do longa “FilmeFobia”, de Kiko Goifman, integrante da Mostra Competitiva 35 MM do 41º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro e exibido na noite do dia 20 deste mês no Cine Brasília, o crítico e protagonista do filme Jean-Claude Bernadet pediu que fossem abolidas as palavras ficção e documentário para categorizar os gêneros cinematográficos. “‘FilmeFobia’ é uma tentativa de estabelecer novas formas de narrativa da sociedade contemporânea”, afirmou Bernadet.

Em “FilmeFobia”, relata-se a história ficcional de uma equipe de cinema, liderada pelo documentarista Jean-Claude (Jean-Claudet Bernadet), que realiza um documentário sobre fobias humanas. No longa, trabalharam atores fóbicos e não-fóbicos e fóbicos não-atores. Em uma das cenas, o diretor Kiko Goifman explora sua fobia de sangue e torna-se um dos personagens do documentário. No debate, Goifman revelou que desmaiou três vezes durante as filmagens.

Bernadet ainda comparou o longa com o reality show “Big Brother”: “O ‘Big Brother’ é um fato estético da maior importância. O ‘FilmeFobia’ tem muito a ver com o ‘Big Brother’, eles são absolutamente contemporâneos”. Segundo o crítico, a construção da narrativa contemporânea é baseada na espetacularização da pessoa. Bernadet disse ainda que a metalinguagem é um conceito a ser superado, por ser um vestígio da narrativa clássica.

Sobre o processo de realização do filme, Goifman revelou que havia “roteiros secretos”, conhecidos apenas por parte da equipe, para que os atores reagissem espontaneamente às situações de fobia. “Mas os fóbicos reais sabiam detalhes do que iria acontecer”, explicou. O roteirista Hilton Lacerda contou que o roteiro foi elaborado como se fosse a montagem de um documentário e que os diálogos foram abolidos: “Seria mais interessante trabalhar com a ação e reação dos atores”, disse. Para ele, a possibilidade de trabalhar com o acaso é o elemento mais documental do filme.

“N.º 27” e “Cidade Vazia”

Já no debate do curta “N.º 27”, Marcelo Lordello disse que quis fazer um filme sobre amor-próprio. No filme, um garoto tem um mal-estar e passa por uma situação constrangedora na escola. Lordello revelou que o filme foi baseado na história real de um amigo que passou por uma situação similar “500 vezes mais traumática”.

Cássio Pereira dos Santos, diretor de “Cidade Vazia”, afirmou que pretendia fazer um filme sobre a morte “em seu lado paralelo”. “Em geral, a morte é tratada com melodrama. Eu quis fazer um filme sobre a morte de forma distanciada”, explicou.

E então, qual sua fobia?

Novamente agradeço muito à F&M Procultura Assessoria de Imprensa, também ao crítico e ator Jean-Claude Bernadet e o diretor Cássio Pereira dos Santos pelas informações e entrevistas ao Juliu's Pub.

Abs,

O Milagre de Santa Luzia

Em debate no Hotel Nacional promovido pelo 41º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, Sergio Roizenblit, diretor de “O Milagre de Santa Luzia”, documentário que abriu a Mostra Competitiva 35 MM na noite do dia 19, defendeu o cinema que expõe o “lado bom do Brasil”. “Fico revoltado de ter tanto filme falando mal do Brasil. A obrigação do artista, além de expor as mazelas, é ter um olhar generoso sobre qualquer coisa”, afirmou após ser questionado se seu discurso antes da exibição do filme não havia sido ufanista. “Acho que esses filmes com muita violência mexem com um aspecto voyeurista do espectador. Eu optei por falar bem do Brasil. Prefiro errar pelo excesso de elogio”, completou. O documentário sobre sanfoneiros brasileiros, conduzido pelo músico Dominguinhos, foi ovacionado pelo público em sua primeira exibição.

Roizenblit contou que o grande desafio do filme foi lhe dar unidade. “Queríamos que o filme tivesse um corpo só e que não fosse uma colagem de sanfoneiros e de regiões do Brasil”, afirmou. Questionado sobre um eventual “excesso de assuntos” do documentário, o diretor explicou que há dois fios condutores: “A migração é um dos temas do documentário. O filme aborda o tempo inteiro a identificação, as raízes e o abandono das origens. Além disso, por meio da música, o filme é a possibilidade de entender a grandeza do país, que tem tantas diferenças e ao mesmo tempo tanta unidade”.

A equipe dos curtas “A Mulher Biônica”, de Armando Praça, e de que “Que Cavação é Essa?”, de Estevão Garcia e Luís Rocha Melo, também participaram de debate promovido pelo Festival. Praça, cujo filme é uma adaptação do conto “Creme de Alface”, de Caio Fernando Abreu, revelou que sua grande dificuldade era não tornar Marta, a protagonista, uma “personagem insuportável”. “A princípio, o conto de Caio Fernando Abreu nem me interessou muito. Ele trata a personagem de forma muito maniqueísta”, contou. “No conto, ela é muito pior do que no filme. Em um texto sobre o filme, Caio Fernando se referia a ela como “mulher-monstro”. Desde a adaptação do roteiro, tentei humaniza-la. Não me interessava falar de uma personagem que fosse somente má”, contou o diretor cearense, que ambientou a história em Fortaleza.

Anna Karinne Ballalai, atriz e assistente de produção de “Que Cavação é Essa?”, explicou que a questão chave do curta era “como conseguir recriar, com técnicas disponíveis hoje, a estética das décadas de 1910 e de 1970, sem intervenções digitais”. “Que Cavação é Essa?” tem trechos encenados e não-encenados e mescla atores e não-atores para simular trechos de um fragmento de um documentário, com data entre 1910 e 1920. Na segunda parte do filme, reconstitui-se um cinejornal de 1974.

Assistam o documentario e comentem, altamente indicado.

Agradeço Sergio Roizenblit e a F&M Procultura Assessoria de Imprensa pelas informações e entrevista.

Abs, até amanha