27ª Edição da Casa de Criadores

O Shopping Frei Caneca é um dos patrocinadores da 27ª Edição da Casa de Criadores – Verão 2011. Este é o quinto ano que o empreendimento aposta no incentivo aos talentos da semana de moda, conhecida por lançar estilistas novatos no cenário brasileiro. O Centro de Convenções Frei Caneca recebe os principais desfiles nos dias 24, 25 e 26 de maio, a partir das 21h00. Entre as novas marcas do Projeto LAB, estão Gabriela Sakate, Juss e Yoon Hee Lee, além dos estilistas Cynthia Hayashi, revelada por meio do Projeto Ponto Zero; e Luiz Leite, vencedor do 1º Fashion Mob, realizado em novembro de 2009.

Além do próprio line up, outra novidade é a transição de Karin Feller, Arnaldo Ventura, Jadson Raniere e Danilo Costa para o time principal da Casa. Os quatro estilistas apresentam suas coleções ao lado de marcas como Der Metropol, R. Rosner, Purpure, Geraldo Couto, Rober Dognani, Gêmeas, Gustavo Silvestre e Walério Araújo.

Calendário - 27ª Casa de Criadores

24 de maio (segunda-feira) – shopping Frei Caneca – 21h

Der Metropol
R. Rosner
Purpure
Jadson Raniere
Geraldo Couto

25 de maio (terça-feira) – shopping Frei Caneca – 21h

LAB
Luiz Leite
Gabriela Sakate
Juss
Cynthia Hayashi
Yoon Hee Lee
Casa de Criadores
Rober Dognani
Gêmeas

26 de maio (quarta-feira) – shopping Frei Caneca – 21h

Gustavo Silvestre
Arnaldo Ventura
Danilo Costa
Karin Feller
Walério Araújo

27 de maio – (quinta-feira) – Micasa – 21h

oNONO

28 de maio – (sexta-feira) – Clube Glória – 23h59
Festa de Encerramento

O Centro de Convenções Frei Caneca fica na Rua Frei Caneca, 569.

Eis um vídeo da top videoreporter Carol Thomé sobre a Casa de Criadores em 2009:


Te vejo por lá.

abs,

Sem rótulo, No Label

Faz quanto tempo que falamos o quanto o ser humano gosta de rotular pessoas por crenças, estilo de vestir, classe social e opção sexual, não é? Pela primeira vez vejo uma empresa fazer algo realmente sobre o assunto.

ABSOLUT VODKA orgulhosamente apresenta: "Em um mundo Absolut, Não há rótulos".

Um projeto arrojado e inovador, onde a marca está desafiando rótulos e preconceito sobre a identidade sexual. A manifestação de um mundo sem rótulos vem em uma versão limitada da garrafa ABSOLUT - Nua -, sem rótulo e sem logotipo. A peça foi lançada mundialmente no segundo semestre de 2009.

No Label
"Pela primeira vez nos atrevemos a enfrentar o mundo completamente nu. Lançamos uma garrafa sem rótulo e sem logotipo para manifestar a ideia de que não importa o que está do lado de fora, é o interior que realmente importa. A garrafa se manifesta visualmente em nossa crença na diversidade e nosso ponto de vista quando se trata de orientação sexual. Sem falar que é uma maravilhosa peça de design delicado e minimalista, um verdadeiro item de colecionador", diz Kristina Hagbard, Global PR gerente da Companhia Absolut.
A ABSOLUT foi uma das primeiras marcas comerciais a abraçar bertamente a comunidade LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros). Contando com anúncios aparecendo na mídia gay desde 1981. Com esta iniciativa, ABSOLUT esta mais uma vez mostrando o seu apoio à comunidade LGBT.

Você poderá acompanhar o movimento pelo blog oficial (english)

A campanha também conta com uma matéria de 24 páginas da revista Fantastic Man e vídeos especiais para campanha. Veja a entrevista (english only, no subs) sobre a edição:


E você, quais rótulos distribui para o mundo?

abs

Criativo, Criativo




Darwin Deez’ Radio Detector
Só para começar a semana com criatividade.

abs,

Sobre o seu trabalho

Onde quer que existam pessoas, existem conflitos. O ambiente corporativo não é exceção. Por mais saudável e bem administrada que seja uma empresa, por mais inteligente e bem aplicada que seja sua política de recursos humanos, ainda assim haverá espaço para que proliferem intrigas, antipatias e disputas pelo poder.

Dentre os agentes que mais desencadeiam problemas no ambiente de trabalho, sobressai a figura do ‘puxador de tapetes’. Ressentido, ele se acha melhor do que todo mundo e não perdoa os colegas que ganham mais ou que ocupam um cargo mais alto na hierarquia. Ele só enxerga as ‘injustiças’ das quais se considera vítima. Nunca admite que outra pessoa fez por merecer uma promoção, um prêmio ou uma viagem porque se empenhou de corpo e alma na busca por um bom resultado, ou porque abraçou um projeto, ou, ainda, porque preferiu abdicar de algumas horas de lazer para se aprimorar na profissão. O puxador de tapetes vai optar, sempre, por rotular os vitoriosos como ‘puxa-sacos’ e ‘oportunistas’. Mas – vale lembrar! –, na primeira oportunidade que surgir, o puxador de tapetes não hesitará em tentar obter para si mesmo as benesses que ele não tolera ver concedidas aos outros. E, e o que é ainda pior, nas maior parte das vezes esse tipo de pessoa não hesita em se valer de recursos desonestos para chegar aos objetivos pretendidos.

Uma boa história para apascentar os ânimos dos puxadores de tapetes é a de Dionísio I, Imperador de Siracusa, na Sicília, que reinou no século IV a.C. Segundo uma anedota histórica, Dionísio era muito invejado por um de seus cortesãos, Dâmocles. Certa noite, o monarca propôs trocar de lugar com o plebeu, para que este sentisse um pouco o ‘sabor’ do poder.

Durante o banquete, Dâmocles, feliz da vida por estar sentado no trono do Imperador, saboreando iguarias raras e vinhos maravilhosos, olhou para o alto. E, apavorado, viu uma espada afiadíssima, segura apenas por uma fina crina de cavalo, com a ponta voltada diretamente para a sua cabeça. Diante do inesperado, Dâmocles questionou Dionísio, que explicou: o monarca dispõe de riqueza, conforto e pessoas prontas a obedecê-lo; no entanto, não pode vacilar nunca, pois aquela espada permanece suspensa sobre sua cabeça todos os dias, todas as noites, desde o primeiro instante de seu reinado.

De forma semelhante, quem ocupa um cargo na hierarquia de uma empresa está sempre exposto ao risco de ser atingido pela espada de Dâmocles. Seus erros, suas falhas, suas hesitações, podem lhe valer, senão a “morte” literal, pelo menos a morte profissional. E essa tensão se torna maior na medida em que os degraus da hierarquia vão sendo galgados.

Outra personagem complicada do ambiente corporativo é o profissional cabotino, aquele indivíduo que adora propagandear seus feitos e age como se as conquistas e realizações fossem um mérito exclusivo dele, e não o resultado do trabalho de uma equipe.

O termo ‘cabotino’ vem do francês e tem sua origem em um ator parisiense do século XVII, chamado Cabotin. O artista costumava fazer turnês pelas cidades da França, e quando chegava a um lugar, alardeava que o maior e mais talentoso ator do mundo se apresentaria em tal data e tal horário. Estimuladas, as pessoas se empenhavam em ver o ‘artista maravilhoso’, e se surpreendiam quando, no palco, surgia ninguém mais ninguém menos que o próprio ‘propagandeador’ do ‘mestre’ Cabotin...

A mesma coisa acontece quando esse tipo de profissional ‘alardeia’ seus feitos, suas inovações, suas descobertas. Não raro, esses ‘gênios’ não passam de pessoas com desempenhos medianos ou até inferiores à média, e raramente duram nos empregos e cargos que conquistam na base da autopromoção. Quando suas máscaras caem, eles simplesmente abandonam o show e tentam conquistar os incautos de outras praças.

Como se livrar de pessoas assim e evitar que elas contaminem o ambiente corporativo? Eis aí uma questão de difícil resposta. Mas, quando mais atenção for dada à real meritocracia, menos espaço sobrará para que os profissionais sem conteúdo ou de caráter duvidoso espalhem seus tentáculos.

Abs,