Veja o Buzz no Twitter sobre o debate dos candidatos ao governo de São Paulo

A E. Life, empresa brasileira em inteligência de mercado e gestão do relacionamento em redes sociais, acompanhou o buzz sobre o debate entre os candidatos ao governo de São Paulo, realizado ontem, dia 12 de agosto, pela TV Bandeirantes. Veja abaixo a progressão de tweets a cada hora e os hashtags mais comentados sobre cada candidato durante o programa.

O monitoramento foi feito entre às 10h do dia 12 de agosto e 9h do dia 13 de agosto por meio do TweetMeter, software desenvolvido pela própria E.Life para monitorar em tempo real a comunicação boca a boca online. -
Clique nas imagens para aumentar

Photobucket



Volume de Tweets (%)

Photobucket


*Base: 9.843 tweets

Hashtags mais associadas a Mercadante

Photobucket


  • Um grande número de apoiadores de Mercadante surge nas hashtags associadas ao candidato
  • Os comentários sobre o debate, promovido pela TV Bandeirantes, foram demarcados com hashtags específicas
  • A redução/corte em todas as áreas da TV Cultura pelo governo de São Paulo foi comentado pelo candidato e replicado pelos internautas
  • Ciclistas demonstraram apoio ao candidato do PT
  • Apoiadores de Alckmin se manifestaram acerca de posições do candidato do PT
Hashtags mais associadas a Alckmin

Photobucket


  • Apoiadores de Mercadante também comentaram a participação de Alckmin
  • Os tweets também foram marcados com hashtags sobre o debate
  • Apoiadores de Alckmin publicaram opiniões em suas redes sociais
  • O perfil da Folha de São Paulo, que cobriu o debate, foi citado em conjunto com o candidato
  • Internautas contrários ao PSDB expuseram suas opiniões
Hashtags mais associadas a Skaf

Photobucket


  • Os apoiadores de Mercadante e Serra também se manifestam em relação a Skaf
  • O PSB foi muitas vezes citado com o número do partido divulgado pelas redes sociais
abs,

GPS com Stars Wars

Outro dia ainda comentava com um amigo sobre um GPS que utilizava na qual contava com uma voz peculiar de uma carioca da gema, me auxiliando com instruções pelas ruas paulistanas (!!)

Continuou como um fato bem inusitado... até então. Nunca imaginei que poderíamos diversificar novidades do mercado automobilísticos com nossas coisas de vida, eis me apresentado algo que preciso compartilhar com vocês.


O pessoal da TomTom resolveu dar uma animada em nossas viagens e, após muitas conversas, o tio Lucas resolveu liberar as vozes do Darth Vader e Yoda (Para quem não conhece, são personagens da saga Star Wars) para "nos guiar a um caminho".


Haja paciência para ouvir os murmures do mestre Jedi verdinho, e tem que compreender que o mestre fala tudo contrario: "Virar a esquerda logo a frente você irá". Atenção dislexos, não comprem!

Agora, podem falar o que quiser, mas o Vader é a melhor voz que já poderiam fazer para um produto do dia a dia, quem não ficaria acordado enquanto está em uma estrada as 3 da manha, precisando voltar pra casa, e ouve essa voz sinistra guiando o caminho?

E acredite, você pode ter essas vozes no seu GPS no site oficial da empresa, por apenas $12 (mas só funciona com os aparelhos TomTom). O marketing deste pessoal foi bem certeiro. Adicionando alguns vídeos de Making Of do projeto. O vídeo do Yoda, mais recente, foi publicado dia 7 de julho (ontem, por este post) e já conta com quase um milhão de views.

Também temos a opção do C3PO com a ajuda do R2-D2: é no mínimo hilário ouvindo o robô dizendo para virar a esquerda nas próximas três ruas porque "pode ser nossa única esperança".

E claro, nosso galã intergalactico Han Solo com seu fiel "grrrrrrrr" Wookie. Mas, sinceramente, eu me arriscaria com a voz de um Jabba The Hut, viu? Imagine o 'gosmento' falando "TIBABUBABTIBABEBIUA", ou seja, "vire a próxima esquerda".


Vale dizer que as vozes são originais.

O único problema é o sistema "Flintstones" de contagem de metros e quilômetros dos norte-americanos. Por que eles ainda usam 'jardas' hoje em dia?

Só digo que preciso de um update no meu GPS.

abs,

(Ah, a dica veio do @felipezulato)

Manifesto: Violência Contra a Mulher

Espaço aberto para o manifesto da jornalista Marli Gonçalves [Site] [Twitter] [E-mail]

Violência Contra a Mulher: Eu me manifesto. E você? Vai ficar olhando?

Mulheres apedrejadas, esquartejadas, violentadas, exploradas, baleadas, surradas, torturadas, mutiladas, coagidas, reguladas, censuradas, perseguidas, abandonadas, humilhadas. Até quando a barbaridade inaceitável vai vigorar?

Eu me manifesto, sim, contra tudo que considero inaceitável. E não é de hoje. Desde pequena meto-me em encrencas por causa disso. Uma vez, tinha acho que uns 12 anos, e brincava na portaria do prédio quando ouvi um homem brigando com uma mulher do outro lado da calçada, ameaçando-a de morte, dando-lhe uns sopapos. Não tive dúvidas. Atravessei, entrei pequenina no meio deles, gritando forte por socorro, o que o assustou e fez com que ele parasse as agressões. Para minha surpresa, ao olhar para os lados, vi que havia muitos adultos assistindo à cena, impassíveis.

Nunca me esqueci disso. Inclusive porque, quando voltei para casa, tomei uma bronca daquelas. Atraída pelos meus gritos, minha mãe tinha ido à janela, e assistiu. "E se ele estivesse armado e te matasse?" - ouvi. Creio que respondi que nunca ficaria quieta vendo aquela cena, onde quer que fosse, e que jamais seria resignada. Dentro de minha própria casa já havia assistido a cenas que teriam ido para esse lado, não tivesse sido minha mãe uma guerreira baixinha e desaforada, ela própria vítima de um pai tão violento que não o aceitava nem em sua carteira de identidade, nem em sobrenome. Minha avó materna teria sido morta por um "acidente", em que um motorista de ônibus, que por ele teria sido pago, acelerou quando ela descia. Caiu, bateu com a cabeça na sarjeta, morrendo horas depois, de hemorragia, na pequena cidade do interior de Minas.

Anos depois, senti em minha própria pele o desespero solitário da agressão, da humilhação, do medo. Em plena juventude e viço, em uma ligação amorosa complicada, de paixão e amor intenso que vi virar violência, agressão, loucura e insegurança, só saí viva porque mal ou bem sou de circo, e protegida pelos meus santos e anjos, daqui e do céu... Tentei não envolver ninguém, resolver, e quase virei primeira página policial. Tive a minha vida quase ceifada, ora por ameaça de facadas; ora por canos e barras de ferro, ora pela perda de todas as referências, ora pela coação verbal. Os poucos e únicos amigos que ainda tentaram ajudar também entraram no rol da violência. E os (ex) amigos que viraram as costas, ou faziam-se de cegos, desses também me lembro bem; inclusive de alguns que conseguiam piorar a situação e pareciam gostar disso, insuflando. Ou se calando. Ou me afastando. Deve ser bonito ver o circo pegar fogo.

Desespero solitário, sim. Não há a quem recorrer. Polícia? Apoiam os homens. Delegacia da Mulher? Na época não existia, mas parece que sua existência só atenuou a dimensão do problema, que pode acontecer em qualquer lar, lugar, classe social. Lei? Veja aí a Lei Maria da Penha. Pensava já naquele tempo, meu Deus, e se eu ainda tivesse filhos para proteger, além de mim? Não poderia ter me livrado - concluo ainda hoje, pasma em ver como a situação anda, em pleno Século XXI. Hoje, acredito que curei minhas feridas, que não foram poucas, especialmente as emocionais.

Há semanas venho tentando defender, aqui do meu cantinho, a libertação da iraniana Sakineh Mohammadi Ashtiani, mais uma das mulheres iranianas cobertas da cabeça aos pés pelo xador, a vestimenta preta que é uma das versões mais radicais do véu muçulmano. Mas esse, a roupa, não é o maior problema dela e de outras iranianas. Viúva, dois filhos, em 2005 Sakineh foi presa pelo regime fundamentalista do Irã. Em 2007, julgada. A pena inicial foram 99 chibatadas. O crime, adultério! Sua pena final, a morte por apedrejamento.

Uma história que lembra a fascinante personagem bíblica de Maria Madalena, a moça que aguardava a morte por apedrejamento até ser salva por Jesus Cristo. Cristo provocou com uma frase que ficou célebre, e revelou-se futurista: "Quem não tiver pecado que atire a primeira pedra". Esses iranianos estão querendo matar Sakineh e outras a pedradas, e com pedras pequenas, para que sofram mais; talvez porque sejam, acreditam, muito puros? A sharia, lei islâmica, devia prever cortar dedos, língua, furar os olhos desses brucutus modernos, hitlers escondidos sob mantos religiosos, protegidos por petróleo e riquezas?

Não bastasse a novela de Eliza Samudio que, morta ou não, faltou ser chutada igual bola, e de tantas jovens, inclusive adolescentes, mortas pelos namoradinhos, a advogada que morreu no fundo da represa. Todo dia tem violência. No noticiário ou na parede do lado da sua, no andar de baixo, no de cima, na casa da frente.

Nem bem a semana terminou e outro caso internacional estava na capa da revista Time, com o propósito de pedir a permanência das tropas de ocupação no Afeganistão. Na foto, na capa, a imagem chocante da afegã Aisha, 18 anos, que teve o nariz e as orelhas decepados pelo Talibã. Foi a punição à sua tentativa de fugir de casa, de uma família que a maltratava. Agora, Aisha está guardada em lugar sigiloso, com escolta armada, paga pela ONG Mulheres pelas Mulheres Afegãs. Deve ser submetida a uma cirurgia para a reconstrução do rosto. No Irã, ou melhor, globalmente, porque lá nada se cria, se estabeleceu a campanha "Um Milhão de Assinaturas exigindo mudanças de leis discriminatórias", com protestos e abaixo-assinados, de grupos internacionais de mulheres e ativistas, organizações de direitos humanos, de universidades e centros acadêmicos e iniciativas de justiça social, que manifestam o apoio às mulheres iranianas para reformar as leis e conseguir o mesmo estatuto dentro do Irã legal do sistema.

O que há? O que está havendo? Mulher é menos importante? A realidade: em cerca de 50 pesquisas do mundo inteiro, de 10% a 50% das mulheres relatam ter sido espancadas ou maltratadas fisicamente de alguma forma por seus parceiros íntimos, em algum momento de suas vidas; 60% das mulheres agredidas no ano anterior à pesquisa o foram mais de uma vez; 20% delas sofreram atos muito fortes de violência mais do que seis vezes. No Brasil, a violência doméstica é a principal causa de lesões em mulheres entre 15 e 44 anos; 20% das mulheres do mundo foram vítimas de abuso sexual na infância; 69% das mulheres já foram agredidas ou violadas. No Nordeste, 20% das mulheres agredidas temem a morte caso rompam a relação; no geral, 1/3 das mulheres agredidas continuam a viver com os seus algozes. E continuam sendo agredidas. É pau, é pedra, é o fim do caminho.

Estudos identificam, ainda, uma lista de "provocadores" de violência: não obedecer ao marido, "responder" ao marido, não ter a comida pronta na hora certa, não cuidar dos filhos ou da casa, questionar o marido sobre dinheiro ou possíveis namoradas, ir a qualquer lugar sem sua permissão, recusar-se a ter relações sexuais ou suspeitar da fidelidade, entre eles.

Até quando ficaremos assistindo a esse filme? Chega. Foi como li a conclamação da amiga e uma das mais respeitáveis profissionais de comunicação do país, Lalá Aranha, em seu Facebook: "Não posso entender como em pleno século XXI as mulheres brasileiras são tão molestadas. Precisamos fazer algo neste sentido. Quem me acompanha?"

Adivinhem quem foi a primeira a responder? Eis, assim, aqui, também, minha primeira contribuição.

--

Indico: Matéria da revista norte-americana, Time Magazine, que chamou atenção do mundo com a foto da capa, na qual conta a história de Aisha, uma tímida jovem de 18 anos, que foi sentenciada pelo Talibã a ter seu nariz e orelhas cortados por fugir da casa da família do marido. - Leia a matéria original - Inglês

Veja o vídeo:



E você, o que pensa sobre o assunto?

abs,

Planeta Terra Festival 2010 | Info | Line Up

Festival acontecerá no dia 20 de novembro, no Playcenter (SP)

O Terra realizará, pela quarta vez, no dia 20 de novembro, seu Planeta Terra, aclamado como um dos principais eventos musicais do País. Mais uma vez, o festival terá como palco o Playcenter, em São Paulo.

As primeiras atrações do evento também já foram confirmadas: as bandas norteamericanas Smashing Pumpkins, Pavement, Girl Talk 3rd band, Yeasayer e Of Montreal, os ingleses do Hot Chip e os franceses do Phoenix.

A venda do primeiro lote de ingressos para o festival começa no dia 1º de agosto pela Tickets for Fun no telefone 4003-5588 e pontos de venda abaixo.

Com produção da B\Ferraz, o festival será montado novamente no PlayCenter com seus 80.000 m2, uma estrutura que inclui dois palcos (Main Stage e Indie Stage), praça de alimentação, muitas áreas de lazer e bares, para um público esperado de 20.000 pessoas e mais de dez horas de som.

As portas do PlayCenter serão abertas para o público este ano às 13 horas, com alguns brinquedos funcionando até às 21 horas (Cataclisma, Wave Swinger, Barco Viking, Swing Dance, Waimea, Sky Coaster, Monga e Windstorm) e outros até às 05 horas da manhã (Boomerang, Evolution, Auto Pista, Double Shock, Looping Star, Turbodrop e Magic Motion).

As duas primeiras edições do Planeta Terra, em 2007 e 2008, aconteceram na Vila dos Galpões, reunindo cada uma delas mais de 15.000 pessoas. No ano passado, o festival mudou-se para o Playcenter, onde abrigou um público de 16.000 pessoas.

Nestes três anos passaram pelos palcos do evento nomes como Iggy & The Stooges, Sonic Youth, Primal Scream, Kaiser Chiefs, Devo, Lily Allen, The Jesus and Mary Chain, Kasabian, Rapture, Cansei de Ser Sexy, Pato Fu, Bloc Party, Offspring, Mallu Magalhães, Maximo Park, The Ting Tings, Metronomy, Patrick Wolf, Macaco Bong, Móveis Coloniais de Acaju, entre muitos outros.

Esse é o line up de 2010:

The Smashing Pumpkins
Hot Chip
Phoenix
Pavement
Yeasayer
Girl Talk 3rd band
Passion Pit
Of Montreal
Empire of the Sun
Mika
Pavement

Holger
Hurtmold
Mombojó
Novos Paulistas

Os fãs das bandas podem ouvir gratuitamente suas músicas pelo SONORA do Terra, que já disponibiliza a rádio Planeta Terra 2010, no link: Planeta Terra Festival Radio

Serviço - Planeta Terra Festival 2010

Quando: 20 de novembro de 2010

Onde: Playcenter - São Paulo

Abertura das portas: 13:00hs

Censura do evento: 18 anos

Site Oficial: www.planetaterra.com.br


Ingressos Esgotados!


Ingressos
Vendas:
Tickets For Fun [aqui] - a partir de 01/08/2010 - 4003-5588


1o Lote: inteira 160,00 / meia 80,00
2o Lote: inteira 180,00 / meia 90,00
3o Lote: inteira 200,00 / meia 100,00
4o Lote: inteira 220,00 / meia 110,00


Sold Out!


Em cumprimento às normas e legislação em vigor, não será permitida a entrada de menores de 18 anos, mesmo que acompanhados de pais ou responsáveis.


Fique atento:


  • Máquinas fotográficas são bem-vindas;

  • Não é permitida a entrada no local do evento portando armas, caixas, foguetes, objetos de vidro, plástico e/ou metal, pontiagudos e/ou contundentes, bem como bebidas ou alimentos de qualquer natureza;

  • Proibida a entrada com gravadores e filmadoras;

  • A organização do evento não se responsabiliza por ingressos adquiridos fora dos postos oficiais de venda;

  • É obrigatória a apresentação do documento de identificação original com foto para o acesso ao evento;

  • O estudante também deverá apresentar a sua carteira de estudante válida ou o comprovante de matrícula do ano de 2010, acompanhado da cédula de identidade original, na porta de acesso ao evento, sob pena de ser vetada a sua entrada nas dependências do festival.


O que levar para curtir o Festival:


RG original;

  • ingresso;

  • telefone celular;

  • dinheiro trocado;

  • sapato confortável

Até lá