Paraolimpíadas Escolares 2010

O momento da pira Paraolímpica sendo acesa marcará o início das Paraolimpíadas Escolares nesta terça-feira, 7 de setembro, no Anhembi Parque, em São Paulo. Maior competição do mundo nessa faixa etária, as Paraolimpíadas reunirão mais de 800 jovens de 14 a 20 anos, de 21 estados mais o Distrito Federal, até 11 de setembro. A competição, que visa revelar novos valores e possíveis atletas para representar o Brasil nos Jogos de 2016, contará com mais de 1300 pessoas envolvidas.

Retomada ano passado, as Paraolimpíadas Escolares contaram com a participação de 19 estados mais o Distrito Federal. Os Jogos, que foram em Brasília, revelaram novos talentos em oito modalidades: atletismo, natação, futebol de 5 para cegos, futebol de 7 para paralisados cerebrais, judô, goalball, bocha e tênis de mesa.

A edição de 2010 cresceu e contará com 300 atletas a mais e mais duas modalidades no programa: vôlei e tênis em cadeira de rodas. Além disso, os estados de Goiás e Rio Grande do Sul estreiam na competição.

Além do CPB, participam da organização das Paraolimpíadas Escolares o Governo do Estado de São Paulo, através da Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência; e a Prefeitura de São Paulo, através da Secretaria da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida.

Paulistas em maior número

No total, as Paraolimpíadas Escolares reunirão mais de 1300 participantes e mais de 800 atletas. São Paulo é o estado com a maior delegação: são 161 pessoas, sendo 111 atletas. O Rio de Janeiro vem na sequência com 159 pessoas, sendo 99 atletas; o Distrito Federal participa com 127, sendo 79 atletas; Santa Catarina com 115 pessoas, 67 atletas; e Minas Gerais com 106, 67 atletas.

As competições serão no Clube Espéria (natação, futebol de 5, tênis em cadeira de rodas, vôlei, judô, futebol de 7 e goalball), no Centro Olímpico (atletismo) e no Anhembi Parque (bocha e tênis de mesa).

Fica a dica,

abs,

JB, uma contradição e a política

Vamos falar sobre o JB? Abro o espaço para Fabio Arruda.

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M.A., MSc., empresário, é presidente da Associação Brasileira da Indústria Gráfica (Abigraf Regional São Paulo), do Sindigraf-SP e vice-presidente da Associação Latino-Americana de Artigos para Livraria e Papelaría (ALALP)

por Fabio Arruda Mortara

Ao contrário do que se difunde no chamado inconsciente coletivo, o período de maior crescimento do número de títulos de jornais no Brasil é simultâneo ao boom da internet. Em 2001, eram 1.980 periódicos em circulação. Em 2009, o total alcançou 4.148. Estes dados da ANJ (Associação Nacional de Jornais), que revelam expansão de 109,5% em oito anos, evidenciam que a Web e as novas tecnologias complementam e, ao mesmo tempo, constituem uma base para a ascensão da mídia impressa.

Outro indicador relativo à credibilidade e solidez dos jornais refere-se à evolução dos investimentos em propaganda nesses veículos, que saltaram de R$ 1,97 bilhão, em 2001, para R$ 3,13 bilhões, em 2009, conforme também é possível constatar nas estatísticas daquela entidade. O aumento foi de 58,7%. No ano passado, os periódicos responderam por 14,97% do aporte de recursos em publicidade no País, perdendo apenas para a televisão. A Internet ficou com 4,27% do total.

Outra boa notícia refere-se ao crescimento da circulação média dos jornais no Brasil no acumulado de janeiro a abril de 2010, que foi de 1,5% em comparação com o mesmo período do ano passado e de 1,7% em relação ao primeiro quadrimestre de 2008. Esta informação do IVC (Instituto Verificador de Circulação) corrobora estimativa de estudo da Pricewaterhouse Coopers: a circulação dos jornais impressos crescerá na América Latina nos próximos cinco anos, mesmo que a crise econômica ainda não tenha sido completamente superada. A maior expansão dar-se-á no Brasil (2,2%), seguido por Argentina (1,4%). A exceção, por motivos óbvios, fica por conta da Venezuela, onde se prevê queda de 0,2%.

É claro que o advento da Web apresenta impacto no mercado dos jornais. Tanto assim, que todos eles já têm sua edição digital, a maioria protegida, reservada apenas aos assinantes da impressa. Paulatinamente, os fatos do dia, em sua versão mais imediata e urgente, vão-se caracterizando como noticiário dos sites informativos, cabendo aos jornais impressos a publicação de informações com mais detalhes, infográficos, opiniões mais diversificadas sobre o tema e maior esforço de apuração. Ademais, seu texto já incorpora críticas, correções de equívocos e sugestões possibilitadas pela interatividade da internet. É, portanto, mais aprimorado na forma e no conteúdo.

No ambiente contemporâneo da comunicação, nota-se sinergia e complementaridade entre as mídias. Todas ajustam-se ao cenário da convergência, que se consolida como um eficiente modelo. Os jornais do Interior, por exemplo, ganham crescente significado e ampliam sua circulação à medida que focam de modo prioritário as questões locais e regionais. Os anunciantes há tempos perceberam o seu potencial econômico, expresso no perfil de seu público, que é formador de opinião e tem poder aquisitivo. Os grandes diários, de peso e distribuição nacionais, ajustam suas tiragens e circulação à nova realidade, mas continuam se constituindo em mídias decisivas para informar e influenciar de modo expressivo a vida do País.

Considerado todo esse contexto, a extinção da edição impressa do Jornal do Brasil, um dos mais importantes e influentes veículos de comunicação que o País já teve, vai na contramão das tendências de convergência das mídias. Aos 119 anos, o periódico protagonizou momentos memoráveis. Tinha caráter e personalidade. Resistiu, como muitos jornais, a graves ataques dos regimes de força que por aqui se implantaram, e lamento a sua extinção como mídia gráfica.

Assim como a Gazeta Mercantil, que sucumbiu em 2009, o grande diário carioca deixa irreparável lacuna no jornalismo brasileiro e no cenário urbano. As bancas nunca mais serão as mesmas... e, por favor, não culpem a internet!

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Acredito que estamos em passos gigantes para nossa real capacidade de lidar com a realidade tecnológica. E um país que, apenas, 5% da população tem acesso a uma internet decente, e 35% acesso a computadores, é difícil imaginar que um jornal só online teria o mesmo impacto em vários níveis economico-democrático de sua informação.

Com todo respeito para com nosso país, estamos engatinhando ainda. Chega de taxas abusivas e de contratos maliciosos com o consumidor, taxas altas de conexões de internet e vendas pejorativas por empresas populares - O público popular acaba pagando 3 mil reais em um pc que custa 800, é ridículo. Empresas, respeitem o povo que terão o retorno a altura.

A única arma do povo sucumbiu ao realismo europeu e norte-americano - Ou ao comércio injusto -, imaginando que terá o mesmo impacto?! Acorda Brasil, começamos agora a evoluir e já quer se achar o dono de uma ótima realidade? Piada, não é?

Veja pelas eleições, não critico partido algum e voto sempre pelas propostas da pessoa. Lula, apesar de muitas decisões sugestivas, fez algo que ninguém ainda tinha feito, apresentar o país às outras nações sem medo. Porém, agora é hora de arrumar a casa para outro sentar no lugar e evoluir o país, não é? Antes de mais nada eu só voto em quem já teve a humildade de dar a cara a tapa em outras eleições e já tem experiencia sobre a opinião e trabalho o público. Não abro nomes, mas pensem, você contrataria uma babá sem experiencia alguma em trocar fraldas para cuidar do seu recém-nascido? Não acredito em referências de trabalho na política, até porque a única referencia deles teriam que ser do eleitor, certo? Todos têm que ter sua parte de vivência na vida politica. E por que digo isto? Por causa impacto direto nos egos do comércio final e em nosso bolso.

Acorda, Brasil! Se não exigirmos nada, como receber algo em troca? Pagamos por todas essas decisões e acabamos, indiretamente, incentivando outras empresas a tomarem iniciativas erradas, assim como aconteceu com o JB.
Pense,

abs,

Abraços,

Está reclamando?

Um 'chato' desabafo.

Lembrado por Luiz Afonso
(O texto abaixo tem reprodução em vários blogs e sites, muitas vezes modificado, porém não encontrei o autor, quem souber, peço que avise para eu adicionar os devidos créditos. Esta é a versão que vi no twitter do OChato )

Tá Reclamando do Lula? do Serra? da Dilma? do Arrruda? da família Sarney? do Collor? Do Renan? do Palocci? do Delubio?. E dos políticos distritais de Brasilia? do Jucá? do Kassab? dos mais 300 picaretas do Congresso? Brasileiro Reclama De Quê? Brasileiro é assim!

1. Saqueia cargas de veículos acidentados nas estradas
2. Estaciona nas calçadas, muitas vezes debaixo de placas proibitivas
3. Suborna ou tenta subornar quando é pego cometendo infração.
4. Troca voto por qualquer coisa: areia, cimento, tijolo, e até dentadura
5. Fala no celular enquanto dirige
6. Trafega pela direita nos acostamentos num congestionamento
7. Pára em filas duplas, triplas em frente às escolas
8. Viola a lei do silêncio
9. Dirige após consumir bebida alcoólica
10. Fura filas nos bancos, utilizando-se das mais esfarrapadas desculpas
11. Espalha mesas, churrasqueira nas calçadas
12. Pega atestados médicos sem estar doente, só para faltar ao trabalho
13. Faz " gato " de luz, de água e de tv a cabo
14. Registra imóveis no cartório num valor abaixo do comprado,muitas vezes irrisórios, só para pagar menos impostos
15. Compra recibo para abater na declaração do imposto de renda para pagar menos imposto
16. Muda a cor da pele para ingressar na universidade através o sistema de cotas
17. Quando viaja a serviço pela empresa, se o almoço custou 10 pede nota fiscal de 20
18. Comercializa objetos doados nessas campanhas de catástrofes
19. Estaciona em vagas exclusivas para deficientes
20. Adultera o velocímetro do carro para vendê-lo como se fosse pouco rodado
21. Compra produtos pirata com a plena consciência de que são pirata
22. Substitui o catalisador do carro por um que só tem a casca
23. Diminui a idade do filho para que este passe por baixo da roleta do ônibus, sem pagar passagem
24. Emplaca o carro fora do seu domicílio para pagar menos IPVA
25. Freqüenta os caça-níqueis e faz uma fezinha no jogo de bicho
26. Leva das empresas onde trabalha, pequenos objetos como clipes, envelopes, canetas, lápis..... como se isso não fosse roubo
27. Comercializa os vales-transporte e vales-refeição querecebe das empresas onde trabalha
28. Falsifica tudo, tudo mesmo... só não falsifica aquilo que ainda não foi inventado
29. Quando volta do exterior, nunca diz a verdade quando o fiscal aduaneiro pergunta o que traz na bagagem
30. Quando encontra algum objeto perdido, na maioria das vezes não devolve

QUE ATIRE A PRIMEIRA PEDRA QUEM NÃO SE ENXERGOU EM PELO MENOS UM DOS ITENS....

E quer que os políticos sejam honestos? Escandaliza- se com a farra das passagens aéreas? Esses políticos que aí estão saíram do meio desse mesmo povo ou não? Brasileiro reclama de quê, afinal?

Fala-se tanto da necessidade deixar um planeta melhor para os nossos filhos e esquece-se da urgência de deixarmos filhos melhores, (educados, honestos, dignos, éticos, responsáveis) para o nosso planeta, através dos nossos exemplos. Tá na hora de largar a hipocrisia e começar a mudar cada um em si mesmo, antes de reclamar dos outros!

Não interessa quem será o presidente, o governador... se continuarmos assim, cada um fazendo pequenas falcatruas diárias.

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E ai, de quem vamos falar mal hoje, Brasil?

Abs,

Ultra Music Festival | Info | Line UP - UMF 2010

Um dos maiores festivais de música do planeta chega a São Paulo dia 6 de Novembro!

O Ultra Music Festival acontece em Miami todo mês de março durante o Winter Music Conference e já recebeu cinco International Dance Music Awards (2010, 2009, 2008, 2007 e 2005), premiacão considerada o Oscar do segmento, na categoria Best Music Event. O festival é famoso por apresentar os melhores DJs e bandas do mundo juntos em uma super produção.

O formato completo do evento, como em Miami, vem pela primeira vez ao Brasil no dia 6 de novembro de 2010, em São Paulo. Entre os artistas já confirmados estão:

FATBOY SLIM
ELIO RISO
CARL COX
MOBY
ABOVE & BEYOND
GROOVE ARMADA
FEDDE LE GRAND
KASKADE
AFROBETA
YOUSEF

Haverá também palco exclusivo de DJs brasileiros, entre outros, com line-up especial a ser divulgado em breve.

O UMF Brasil é uma iniciativa dos empresários Dalva Fazzio e Renato Frison, da agência de marketing promocional F,Frison, que adquiriram direitos exclusivos do evento no Brasil até 2015. Acreditando no grande potencial do entretenimento como ferramenta de marketing, os sócios foram atrás de um dos mais importantes e premiados eventos de música do mundo atual.

Carl Cox, acompanhado de MOBY, Fedde Le Grand, Yousef e outros a serem anunciados em breve, irá apresentar sua mega Carl Cox & Friends Arena pela primeira vez na América Latina. “É hora de voltar com meu próprio palco, acompanhado dos meus convidados. Vamos agitar a pista de dança. Estou muito animado”. - Carl Cox

Depois de três anos, desde sua última apresentação no Brasil, Fatboy Slim também volta ao país. “Estou muito feliz que Ultra tenha me convidado para tocar no Brasil de novo. Temos um show totalmente novo e mal posso esperar para voltar”. - Fatboy Slim

No Brasil, o evento vai ser gerenciado pelos diretores da produção do Ultra Music Festival Miami, o que vai garantir a qualidade do evento. Esse foi um fator decisivo para firmar a parceria entre a F,Frison e o Ultra.

O UMF Brasil acontecerá no sábado 6 de novembro e terá duração de 14 horas (de 16hs à 6hs do dia seguinte). Será preparado um local especialmente para o evento, que receberá o nome de Estação Ultra/Morumbi, na Marginal Pinheiros.

Os ingressos começarão a ser vendidos no dia 1º. de setembro pelo site do IngressoRápido (www.ingressorapido.com.br) e nas lojas listadas no site oficial do evento - www.ultramusicfestival.com.br

Fica a dica, de mais um ótimo festival!

Abs,