“Ninguém que não tenha nascido para isso e esteja disposto a viver só para isso poderia persistir numa profissão tão incompreensível e voraz, cuja obra termina depois de cada notícia, como se fora para sempre, mas que não concede um instante de paz enquanto não torna a começar com mais ardor do que nunca no minuto seguinte."
E o vídeo de cima é uma expressão de nossa evolução misturando percepção e um pouquinho do que aprendemos de aritmética (ou matemática, sabe-se lá como se chama hoje) nos tempos dourados de descobertas fantásticas de nossa infância. Imagino que no planetinha do pequeno, essas imagens seriam grandiosas.
A ideia é do John V. Muntean, que nada mais faz além de uma produção abstrata de três dimensões que é representada em duas quando você coloca a percepção em prática e libera um pouco de trabalho do cerebelo para interpretar a concepção proposta a partir da aplicação da luz.